15ª CineBH anuncia a seleção de 90 filmes nacionais e internacionais de 17 países
Entre os 90 filmes selecionados da 15a CineBH - Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte, estão títulos históricos e pré-estreias nacionais e internacionais divididos em nove mostras temáticas
A curadoria contou com os trabalhos de Pedro Butcher, Francis Vogner dos Reis, Marcelo Miranda e Paula Kimo. Este ano serão exibidos 90 títulos - 31 longas, 1 média, 56 curtas e 2 work in progress, com produções e coproduções de 12 estados do Brasil (AL, BA, CE, DF, MG, MT, PE, RJ, RR, RS, SC e SP) e de 17 países (Alemanha, Argentina, Brasil, Espanha, EUA, Finlândia, França, Índia, Israel, Itália, Portugal, Reino Unido, Romênia, Rússia, Qatar, Turquia e Uruguai) em recortes que, na maioria, dialogam com a temática central, “Cinema e Vigilância” (leia mais sobre a temática aqui).
Dividindo-se tanto por formatos e duração dos filmes quanto em sessões relacionadas ao tema ou a grupos de produções que seguem propostas previamente apresentadas, a CineBH em 2021 está assim configurada na programação de filmes:
MOSTRA TEMÁTICA
Aqui estão reunidos 13 títulos que dialogam diretamente com a ideia de “Cinema e Vigilância”, conforme destaca o curador Pedro Butcher: “São filmes que põem em xeque o sentido de controle proporcionado pelos dispositivos e pelas grandes empresas capitalistas e mostram de que forma esses mecanismos são utilizados desde situações do dia a dia e chegando até situações de guerra e de ataque ao planeta e às suas populações”. Os filmes da Mostra Temática incluem pré-estreias nacionais, como “Cena do Crime” (Pedro Tavares, RJ), e “Auto de Resistência” (Natasha Neri e Lula Carvalho, RJ), e estrangeiras, como “Canções Engarrafadas 1-4” (Kevin B Lee e Chloe Galibert-Laîné, Alemanha/França), “Não Haverá Mais Noite” (Éléonore Weber, França) e “Toda Luz em Todo Lugar” (Theo Anthony, EUA), entre outros.
MOSTRA FORENSIC ARCHITECTURE
Dois dos programas são realizações do destaque internacional da CineBH este ano, o Forensic Architecture, coletivo multidisciplinar e multiartístico, cujo trabalho se expande de galerias de arte a julgamentos de crimes contra a humanidade e o meio ambiente: “O Assassinato de Harith Augustus”, que será apresentado logo na noite de abertura da mostra - composto por seis curtas complementares, formando um grande painel de reflexão e provocação; e “Nuvens tóxicas”, que inclui dois curtas e um média realizados pelo grupo.
MOSTRA CONTEMPORÂNEA INTERNACIONAL
A Mostra Contemporânea Internacional reúne cinco filmes em pré-estreia e fortemente conectados ao conceito de “Cinema e Vigilância” proposto pela curadoria. Em todos eles, de formas diversas, surgem as contradições de um mundo muito prático nas relações com máquinas e dispositivos e que se vê também sob controle desses mecanismos. Do pesadelo distópico de “Nas Sombras” (Erdem Tepegöz, Turquia) ao esquisito pastiche de reality show “Na Casa do Diretor” (Mark Isaacs, Reino Unido), passando pelo olhar sempre brutal do consagrado documentarista israelense Avi Mograbi (“Ocupação”, França/ Finlândia/ Israel/ Alemanha), das questões familiares de uma burocracia positivista em “Um Rifle e uma Bolsa” (Isabella Rinaldi, Índia/ Romênia/ Itália/ Qatar) e a atenção de um cineasta a um amigo na epopeia intimista “Eu Ando sobre a Água” (Khalik Allah, EUA). Além disso, serão exibidos dois filmes do cineasta argentino Federico Veiroj, que participará do CineMundi Lab ministrando a Masterclass Internacional "Roteiro e Processos de Criação".
MOSTRA CONTEMPORÂNEA BRASIL
Na Mostra Contemporânea Brasil, quatro longas e 16 curtas-metragens apresentam um panorama de urgência da produção nacional, com muitos trabalhos recém-finalizados em plena pandemia e outros que estiveram sendo preparados e foram pegos de surpresa quando 2020 chegou, alterando quaisquer expectativas. Os longas trazem novidades que também contêm paralelos com a temática de “Cinema e Vigilância”, ainda que não sejam diretamente conectados a ela: “Um Dia Qualquer” (Pedro Von Kruger, RJ), “Desaprender a Dormir” (Gustavo Vinagre, SP), “A Primeira Noite de Joana” (Cristiana Oliveira, RS) e “Nós, Passarinhos” (Antonio Fargoni, SP). Os curtas estão divididos em quatro sessões cujos títulos são autoexplicativos: “Brasil de agora”, “Geometrias do espaço”, “Medo e delírio” e “Visões adiante”.
MOSTRA BRASIL CINEMUNDI
Formada por longas-metragens cujos projetos, em edições anteriores da CineBH, participaram do programa Brasil CineMundi, maior encontro de coprodução do país. A seleção da Mostra Brasil CineMundi conta com vários cases de títulos que circularam internacionalmente e que vêm recebendo reconhecimento e premiações, como “A Febre” (Maya Da-rin, Brasil/ Alemanha/ França), “A Morte Habita à Noite” (Eduardo Morotó, SP/ PE), “Aos Olhos de Ernesto” (Ana Luisa Azevedo, RS), “Carro Rei” (Renata Pinheiro, PE), “Desterro” (Maria Clara Escobar, Brasil/ Argentina/ Portugal) e “Todos os Mortos” (Marco Dutra e Caetano Gotardo, Brasil/ França).
MOSTRA A CIDADE EM MOVIMENTO
Com curadoria de Paula Kimo, a Mostra A Cidade em Movimento é composta por 20 filmes realizados de forma totalmente independente em Belo Horizonte e região metropolitana. Sob a temática este ano “Cidade (em) comum”, os títulos foram divididos em cinco seções, cada uma delas fazendo um recorte distinto das várias formas de enxergar e se relacionar com o espaço urbano através do audiovisual. Leia mais aqui.
MOSTRA DIÁLOGOS HISTÓRICOS
Assim como a CineBH exibe um recorte significativo da produção contemporânea mundial, a Mostra Diálogos Históricos tem por objetivo relacionar o que se vê hoje com aquilo feito no passado. Conectada à temática “Cinema e Vigilância”, a Diálogos Históricos tem em 2021 três longas-metragens fundamentais, que contarão com bate-papo com profissionais para acompanhar cada sessão. Serão: “Aelita, Rainha de Marte” (Yakov Protazanov, 1924, Rússia), comentado pelo pesquisador João Lanari; “O Testamento do Dr. Mabuse” (Fritz Lang, Alemanha, 1933), com comentários do crítico Inácio Araújo; e “O 5º Poder” (Alberto Pieralisi, Brasil, 1962), comentado pelo pesquisador Reinaldo Cardenuto.
CINE-ESCOLA E MOSTRINHA
Espaço para a formação de novos espectadores de cinema, em programas especialmente pensados para atender escolas, estudantes ou famílias. Nas sessões Cine-Escola, os títulos são selecionados de acordo com faixa etária, com orientações de classificação indicativa a professores e educadores. Já na Mostrinha, estão os curtas "Trincheira" (Paulo Silver, AL) e "Torcida Única" (Catarina Forbes, SP) e o longa "Miúda e o Guarda-Chuva" (Amadeu Alban, BA), produções que vão agradar a toda a família.
CONFIRA A LISTA COMPLETA DE FILMES EM EXIBIÇÃO NA 15aCINEBH
MOSTRA TEMÁTICA
Auto de Resistência, Natasha Neri E Lula Carvalho (RJ)
Canções Engarrafadas 1-4, Kevin B Lee E Chloe Galibert-Laîné (França)
Cena do Crime, Pedro Tavares (RJ)
Circuito Hackeado, Deborah Stratman (EUA)
Coração de Cachorro, Laurie Anderson (EUA)
Fala Cassandra, Miguel Antunes Ramos (SP)
Não Haverá Mais Noite, Eleonore Weber (França)
Memórias da Terra (Wip), Paulo Tavares (DF)
Nunca é Noite no Mapa, Ernesto de Carvalho (PE)
O Monopólio da Violência, David Dufresne (França)
Pode O Sol Mentir?, Susan Schuppli (Reino Unido)
Toda Luz em Todo Lugar, Theo Anthony (EUA)
Transformers - O Premake, Kevin B Lee (EUA)
MOSTRA FORENSIC ARCHITECTURE
Estudos de Nuvens, Forensic Architecture (Reino Unido)
Gás Lacrimogêneo em Plaza de la Dignidad, Chile, Forensic Architecture (Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus: Anos, Forensic Architecture (Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus: Dias, Forensic Architecture (Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus: Horas, Forensic Architecture (Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus: Milissegundos, Forensic Architecture (Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus: Minutos, Forensic Architecture (Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus: Segundos, Forensic Architecture (Reino Unido)
Se o ar Tóxico é um Monumento à Escravidão, como o Derrubamos? Forensic Architecture (Reino Unido)
MOSTRA DIÁLOGOS HISTÓRICOS
Aelita, Rainha de Marte, Yakov Protazanov (Rússia)
O Quinto Poder, Alberto Pieralisi (Brasil)
O Testamento do Dr. Mabuse, Fritz Lang (Alemanha)
MOSTRA CONTEMPORÂNEA INTERNACIONAL
A Casa do Diretor, Mark Isaacs (Reino Unido)
Así Hablo el Cambista, Federico Veiroj (Uruguai / Argentina / Alemanha)
Eu Ando Sobre a Água, Khalik Allah (EUA)
La Vida Util - Um Conto de Cinema, Federico Veiroj (Uruguai / Espanha)
Na Sombras, Erdem Tepegöz (Turquia)
Os Primeiros 54 Anos - Pequeno Manual para Ocupação Militar, Avi Mograbi (França, Finlândia, Israel, Alemanha)
Um Rifle e uma Bolsa, Cristina Haneș, Isabella Rinaldi, Arya Rothe (Índia/ Romênia/ Itália/ Qatar)
MOSTRA CONTEMPORÂNEA BRASIL - LONGAS
Um Dia Qualquer, Pedro Von Kruger (RJ)
Desaprender a Dormir, Gustavo Vinagre (SP)
Nós, Passarinhos, Antonio Fargoni (SP)
A Primeira Noite de Joana, Cristiana Oliveira (RS)
MOSTRA CONTEMPORÂNEA | SESSÃO CINEMUNDI
A Febre, Maya Da-Rin (Brasil, Alemanha, França)
A Morte Habita à Noite, Eduardo Morotó (SP/PE)
Aos Olhos de Ernesto, Ana Luiza Azevedo (RS)
Carro Rei, Renata Pinheiro (PE)
Desterro, Maria Clara Escobar (Brasil/Argentina/Portugal)
Por Onde Anda Makunaíma?, Rodrigo Séllos (RR/ SP)
Todos os Mortos, Caetano Gotardo e Marco Dutra (Brasil/França)
MOSTRA CONTEMPORÂNEA BRASIL - CURTAS
A8, Lúcio Branco (RJ)
Afetadas, Jean (PE)
Algoritmo, Thiago Foresti (DF)
Bicho, Ian Capillé (RJ)
Construção de uma Vista, Fábio Andrade (RJ)
Contorno, Fábio Andrade (RJ)
Floresta Espírito, Clara Chroma (SP)
Inabitável, Matheus Farias & Enock Carvalho (PE)
Medo da Chuva em Noite de Frio, Victor Hugo Fiuza (RJ)
Modo Noturno, Calebe Lopes (BA)
Muriel, João Pedro Faro (RJ)
Os Pilotos do Plano, Bruna Lessa (SP)
Per Capita, Lia Letícia (PE)
Portugal Pequeno, Victor Quintanilha (RJ)
Rafameia, Mariah Teixeira e Nanda Félix (PB)
Sem Título # 7: Rara, Carlos Adriano (SP)
MOSTRA A CIDADE EM MOVIMENTO
[O Vazio Que Atravessa], Fernando Moreira (MG)
A Única Coisa Que Entendo Como Norte é a Liberdade, Luciana Cezário (MG)
Amador, Cris Ventura (MG)
Aurora, Leo Ayres (MG)
Casa Número Zero, Breno Mesquita (MG)
Cidade Analógica, Eduardo DW e Álvaro Starling (MG)
Coletivo, Wend Fernandes (MG)
Conselheira, Rafael Bacelar (MG)
Dinheiro, Sávio Leite e Arthur B. Senra (MG)
Ditadura Roxa, Matheus Moura (MG)
Dois, Guilherme Jardim e Vinícius Fockiss (MG)
Ela, Dora!, Franco Dafon e Renata Victoriano (MG)
Escorre, Thiago Monteiro & Kelly Crifer (MG)
Eu vi nos seus olhos, da janela, eu vi, que era o fim, Larissa Muniz (MG)
Morde & Assopra, Stanley Albano (MG)
O Resto, Pedro Gonçalves Ribeiro (MG)
Opção do Tomo, Antônio Beirão Xavier (MG)
Sessão 27, Haendel Melo (MG)
Um de Vermelho e um de Amarelo, Lipe Canêdo, GM & Fr4ad (MG)
Urdido, Samuel Quintero (MG)
SESSÃO CINE-ESCOLA
A Menina e o Velho, Luciano Fucinato (SC)
Ana & Copacabana, Edem Ortegal (RJ)
Atravessa a Vida, João Jardim (RJ)
Mensagem das Estrelas, Ariel Pereira Quintela (SP)
O Menino e o Ovo, Juliana Capilé (MT)
O Meu Bichinho de Estimação, Jaqueline Dulce Moreira (MG)
Raone, Camila Santana (SP)
Vento Viajante, Os Alunos / Analúcia Godoi (CE)
MOSTRINHA
Miúda e o Guarda-Chuva, Amadeu Alban (BA)
Torcida Única, Catarina Forbes (SP)
Trincheira, Paulo Silver (AL)
SOBRE A MOSTRA CINEBH
Com edições anuais e consecutivas, a CineBH - Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte, o evento de cinema da capital mineira, chega a sua 15a edição de 28 de setembro a 03 de outubro de 2021, em formato online e gratuita, reafirmando seu propósito de mostrar o cinema para o mundo, promover o diálogo entre as culturas, aproximar povos e continentes, fazer a conexão do cinema brasileiro com o mercado audiovisual, realizar encontros de negócios, investir na formação, intercâmbio e cooperação internacional, construir pontes nas escolas, comunidades, redes sociais e com a cidade de Belo Horizonte e Minas Gerais.
A 15aCineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e o 12oBrasil CineMundiintegram o Cinema sem Fronteiras 2021 – programa internacional de audiovisual idealizado pela Universo Produção e que reúne também a Mostra de Cinema de Tiradentes (centrada na produção contemporânea, em janeiro) e a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto (que difunde o audiovisual como patrimônio e ferramenta de educação, em junho).
ATENÇÃO:
Convidamos você para seguir a Universo Produção/CineBH/Brasil CineMundi nas redes sociais para ficar por dentro de tudo o que vai acontecer nos bastidores dos eventos e receber notícias e conteúdos exclusivos. Canais e endereços:
Acompanhe o programa Cinema Sem Fronteiras 2021
Participe da Campanha #EufaçoaMostra
Na Web: www.cinebh.com.br / www.brasilcinemundi.com.br
No Instagram: @universoproducao No Youtube: Universo Produção No Twitter: @universoprod
No Facebook: brasilcinemundi/ cinebh / universoproducao No LinkedIn: universo-produção
SERVIÇO
15a CINEBH- MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE BELO HORIZONTE
BRASIL CINEMUNDI -12th INTERNATIONAL COPRODUCTION MEETING
28 de setembro a 03 de outubro de 2021
LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA
ESTE EVENTO É REALIZADO COM RECURSOS DA LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA DE BELO HORIZONTE
Patrocínio: MATER DEI, CEMIG | GOVERNO DE MINAS GERAIS
A Mostra A Cidade em Movimento é patrocinada com recursos do Fundo Internacional de Ajuda para Organizações de Cultura e Educação 2021 do Ministério das Relações Exteriores da República Federal da Alemanha, do Goethe-Institut e de outros parceiros: www.goethe.de/hilfsfonds
Parceria Cultural: SESC EM MINAS, GOETHE INSTITUT
Apoio: EMBAIXADA DA FRANÇA NO BRASIL, INSTITUTO UNIVERSO CULTURAL, CASA DA MOSTRA E CAFÉ 3 CORAÇÕES.
Idealização e realização: UNIVERSO PRODUÇÃO
SECRETARIA ESPECIAL DE CULTURA | MINISTÉRIO DA CIDADANIA| GOVERNO FEDERAL
- Publicado em Música e Cultura

O romance é, geralmente, relacionado a uma narrativa que envolve uma história de amor entre um homem e uma mulher. Mas é possível construir uma trama que vai além de uma paixão tórrida?
Que o Santuário do Caraça é um verdadeiro paraíso não é novidade. Mas o que nem todos os milhares de turistas que visitam o local todos os anos sabem, é a riqueza ambiental peculiar e única que a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) oferece. Além se ser um destino turístico que projeta a região para todo o mundo, é foco para pesquisas de diversos profissionais, principalmente da biologia, que buscam conhecer as preciosidades naturais, como a curiosa flora endêmica e a espécies de plantas que estão ameaçadas de extinção.
Segundo o gerente, no local já foram registrados exemplares de plantas que só podem ser encontradas no Santuário do Caraça. “Foram documentadas 241 espécies de pteridófitas, como a Huperzia rubra, hoje chamada Phlegmariurus ruber, além de espécies de candeias, vellozias, canjerana, lírios e ipês-amarelos e mais de 1.400 espécies de fanerógamas, sendo as famílias mais ricas as orquidáceas, bromeliáceas, eriocauláceas, rubiáceas, mirtáceas, melastomatáceas. Temos uma grande responsabilidade na preservação ambiental, pois cerca de 80 espécies destas famílias estão na lista oficial de plantas ameaçadas de extinção em Minas Gerais e dentre as 210 espécies de orquídeas já documentadas, nove estão ameaçadas no Estado. Os dois picos mais altos da Serra do Espinhaço estão dentro da reserva natural do Santuário do Caraça: o Pico do Sol, que fica a 2.072 metros de altitude, e o Inficionado, com 2.068 metros, e neles são encontradas diversas espécies de plantas que só sobrevivem em matas nebulares e campos rupestres acima de 1.900 metros de altitude, o que, consequentemente, atrai a atenção de pesquisadores de todo o mundo”, completa.

