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Zé Alexanddre, vencedor do The Voice+, é uma das atrações do 9° Festival Canto Aberto, em Três Pontas/MG

O cantor e compositor retorna pela primeira vez como uma das atrações principais e júri do festival do qual participou diversas vezes

Um dos mais importantes festivais de música de Minas Gerais, reconhecido pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, como patrimônio cultural municipal, o Festival Canto Aberto, em sua nona edição, receberá na próxima quinta-feira, 1 de julho, a partir das 19h (horário de Brasília), o show do cantor e compositor Zé Alexanddre, que será transmitido direto da cidade de Três Pontas, onde acontece o evento. 

Tendo participado diversas vezes do festival como compositor concorrente, esta é a primeira vez que o artista retorna, após a vitória no reality musical The Voice+, ao palco do evento como uma das atrações principais e também como integrante do júri.

O show e todas as atrações do Festival Canto Aberto são gratuitas e, devido à pandemia, serão transmitidos pelo YouTube e pelo Facebook da Prefeitura Municipal de Três Pontas: youtube.com/PrefeituradeTrêsPontasMinasGerais entre os dias 1, 2 e 3 de julho. O festival é uma realização da Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Turismo de Minas Gerais e, este ano, vai comemorar os 300 anos de Minas e os 60 anos da Cocatrel, entregando aos participantes R$36 mil em prêmios.

-  É um prazer retornar a um evento tão especial, ainda mais se tratando de uma cidade tão cheia de sensibilidade e de poesia como Três Pontas. O Festival Canto Aberto faz parte da minha trajetória musical, da minha memória afetiva e será um prazer cantar para o público mineiro - comenta Zé Alexanddre, que promete um show cheio de emoção.

Em seu repertório, clássicos do cancioneiro nacional, do blues, além de canções como “Bandolins”, “Estrelas” e algumas das músicas que apresentou ao público do festival em outras edições. As canções que marcaram a trajetória do artista no The Voice+ também estarão no setlist.

Vivendo, agora, uma exposição nacional após uma trajetória profissional na música de mais de 40 anos, que inclui diversos discos e compactos, espetáculos teatrais, musicais, ópera e incontáveis festivais da canção Brasil afora, Zé Alexanddre se prepara para trilhar novos rumos, agora como novo contratado da gravadora Universal.

- Todos os comentários que recebo são de “sempre torci por você...”, “chegou a sua hora...”. Vi reconhecido um trabalho de longa data, de muita caminhada - completa Zé, que prepara um novo trabalho a ser lançado em breve nas plataformas digitais.

SERVIÇO:
Zé Alexanddre no 9° Festival Canto Aberto
Data: 1 de julho, quinta-feira
Horário: a partir das 19h
Transmissão pelo YouTube: youtube.com/PrefeituradeTrêsPontasMinasGerais 
60 minutos. Grátis.
 
Acesse o site oficial do Zé Alexanddre: https://www.zealexanddre.com/ 
 
Siga o Zé Alexanddre nas redes sociais:
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YouTube: https://www.youtube.com/zealexanddre
Twitter: https://twitter.com/zealexanddre 
 
Veja o conteúdo do Zé Alexanddre no GShow:
GShow: https://gshow.globo.com/artistas/ze-alexandre/ 
 
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Santuário do Caraça lança documentário que destaca as riquezas do local

O registro mostra, além das belezas, o relato de padres, ex-alunos e outras pessoas que têm relação com o lugar e ajudam a contar sobre um pouco da história iniciada pelo Irmão Lourenço

“Só o Caraça paga toda a viagem a Minas". Essa frase do imperador Dom Pedro II resume em poucas palavras o encantamento que turistas e visitantes têm ao conhecer o Santuário do Caraça, destino conhecido mundialmente pela riqueza ambiental, cultural, religiosa e gastronômica. Localizado na Estrada do Caraça, km 9, entre as cidades de Catas Altas e Santa Bárbara, o complexo turístico, que já foi um dos Colégios mais respeitados do país, lança um registro audiovisual que destaca as belezas e experiências que podem ser vivenciadas para quem tem o prazer de estar naquele local único. O documentário pode ser assistido pelo YouTube.  

Em cerca de 30 minutos de duração, o vídeo traz relatos de personagens importantes, como, padres, ex-alunos, biólogos, pesquisadores e outras pessoas que há vários anos ajudam a manter viva a história do local, iniciada pelo Irmão Lourenço, que tinha o como desejo, criar ali uma residência para missionários e uma escola para jovens. Infelizmente, ele não conseguiu ver esse sonho ser realizado, já que faleceu no dia 27 de outubro do ano de 1819. Todavia, seu desejo foi atendido pelos por Dom Viçoso e Dom Leandro, que vieram de Portugal para o Brasil para uma missão e, através do testamento do Irmão Lourenço que deixou uma casa na região do Caraça, deram início ao que temos até hoje no local.
 
De acordo com Márcio Mol, gerente geral do Santuário do Caraça, o documentário traz para o espectador minúcias sobre como tudo começou, através de personagens que estudaram, lecionaram ou de alguma forma ajudaram a escrever a bela história de um lugar que hoje é conhecido mundialmente. “O documentário surgiu com o desejo de mostrarmos ainda mais para as pessoas, sobre a nossa história, mas de uma forma mais intimista, revelando através da memória afetiva dos narradores, as percepções de quem passou por aqui ou mesmo já teve a ideia de um dia estar conosco nesse trabalho. Tanto que trazemos o ex-aluno Mariano Pereira Lopes, que traça um pequeno pedaço do início da história do Caraça por meio do fundador Irmão Lourenço, e do Padre Célio Maria Del´Amore, que também fala sobre parte da história do Caraça”, comenta.

Segundo Márcio Mol, o registro traz também outros nomes que hoje ajudam com muita dedicação, a manter o Santuário do Caraça. “Falamos de religião, de cultura e muita tradição, por isso, trazemos no documentário outros nomes, como exemplo o Irmão Adriano Ferreira Silva, que conhece a história do local do início ao fim. Ele já frequentava o Caraça quando era criança e logo depois se tornou um membro da Congregação Missão, nos ajudando muito a mostrar e a direcionar os nossos visitantes a conhecerem melhor toda a riqueza daqui.
 
Mesmo não sendo mais um colégio, continua sendo uma casa de educação histórica, patrimonial, ambiental e sobretudo um santuário religioso, como traz no documentário o relato do Padre Luiz Carlos do Vale Fundão, que é Diretor Presidente do Santuário do Caraça. Além disso, o espectador terá uma visão da gastronomia, que atrai milhares de pessoas todos os anos pelas deliciosas possibilidades de apreciar sabores tradicionais, e claro, a nossa reserva ambiental, que guarda um tesouro natural, rica e variada flora e fauna, trilhas, rios e cachoeiras ”, conclui.
 
Serviço
Santuário do Caraça lança documentário
Youtube: https://youtu.be/jr9N4cxKXgQ
 
Santuário do Caraça
Local: Estrada do Caraça, Km 9 - Entre os municípios de Catas Altas e Santa Bárbara - CEP 35960-000
Fácil acesso pelas rodovias BR 381 e MG 436, além do cômodo acesso por trem (Estação Dois Irmãos - Barão de Cocais)
 
Taxa entrada:
R$ 20 (em dias de semana)
Finais de semana, feriados e datas comemorativas: R$30 (por pessoa)
Idosos: 50% de desconto
Moradores de Barão de Cocais, Catas Altas e Santa Bárbara:
R$10 por pessoa (qualquer dia)
Entrada gratuita na 1ª quarta-feira de cada mês (mediante agendamento)
 
Site com opções de hospedagens: www.santuariodocaraca.com.br
Reservas: centraldereservas@santuariodocaraca.com.br
 
Instagram: @santuariodocaraca
Facebook: www.facebook.com/santuariocaraca/

Cantora carioca é a revelação do Me Grava Salon Line

Nascida em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, a nova voz que integra o projeto Me Grava, da marca de cosméticos capilares Salon Line é Babie, 25 anos, com a música "Ninguém Pode Saber" que teve produção e direção de Max de Castro e revela um ritmo totalmente novo no projeto.

“Desde o início que vi o vídeo da Babie fiquei bastante intrigado com o timbre da voz, estilo e jeito. Me surpreendeu muito o talento e experiência que ela nos passou em estúdio. A Babie acredito que também tenha ficado surpreendida com o rumo que tomou a música. Tive a oportunidade de mostrar um caminho para essa canção que ela nem havia imaginado, mas que combinou perfeitamente com seus sentimentos”, afirma Max de Castro.

Babie tem inspirações no pop internacional e nacional e a sua música traz um ritmo leve e dançante: “Quando estava gravando a música senti uma energia bizarra, ela nasceu de inspiração pra mim quando estava indo dormir, algumas coisas vieram de dentro e outras são relacionadas a situações vividas. E consegui deixá-la no formato que queria, escrevi sobre o que estava sentindo. Tudo que eu queria falar estava exatamente ali”, comenta Babie.

Todos os meses a marca escolherá uma voz pela #MeGravaSalonLine, que terá a oportunidade de ser dirigida e produzida por Max de Castro. O clipe pode ser conferido no Youtube da Salon Line e a música no streaming Spotify. A Babie integra o time junto com as outras duas cantoras já lançadas, Cacau Galvão e A Vitória.

“Com o lançamento da Babie, começamos a entender o corpo que o projeto vai tomando. Além das centenas de pessoas que mandaram seus vídeos, o que é gratificante, percebemos a diversidade cultural e quanto essa oportunidade é transformadora. E para uma marca que fala em transformar-se em você, ver a música ter esse papel na vida dessas pessoas através desse projeto é incrível. É mais que um projeto de marca, é um legado que a Salon Line deixa para a cultura nacional”, afirma Alexandre Manisck, diretor de criação.

 

SOBRE A SALON LINE
A Salon Line é uma marca 100% brasileira que está presente no mercado de beleza e cosméticos capilares desde 1995. São mais de 400 produtos distribuídos em 16 linhas, com foco em recuperação, tratamento, coloração, transformação, progressivas e hidratação do cabelo - dos crespos aos lisos - sejam eles naturais ou com química. A marca apoia que cada pessoa busque sua própria beleza e quer estar lado a lado de seus clientes nesta descoberta. Seu posicionamento é “Transforme-se em você”: um dos principais pilares da Salon Line que incentiva as pessoas a assumirem sua identidade e aparência sem medo de julgamentos. Isso possibilitou que a marca fosse a quinta empresa mais lembrada pelos consumidores quando se trata de empoderamento feminino, segundo estudo da MindMiners.  Também apoia bandeiras como diversidade, liberdade, amor-próprio, além da desconstrução de padrões de beleza. Fazem parte do vasto portfólio as linhas #todecacho, Meu Liso, Maria Natureza, S.O.S Cachos e os elétricos Salon Line Pro e Universe, com secadores, pranchas, máquinas de corte, modeladores e escovas. A Salon Line conquistou o prêmio Atendimento de Ouro em 2018, pela Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente, e o Prêmio Atualidade Cosmética, em 2016, que é consagrado como o “Oscar da Beleza” na América Latina. Além disso, a marca tem uma forte base de interações nas redes sociais, em 2019 a Salon Line conquistou o posto de uma das empresas que mais tiveram interações no Facebook, segundo levantamento da Social Bakers. 

SOBRE MAX DE CASTRO
Este carioca, quase paulistano, se interessou por música ainda na infância e foi influenciado por seu pai, o genial Wilson Simonal, o primeiro popstar negro do Brasil. No final da década de 1990, participou do projeto Artistas Reunidos, ao lado de seu irmão, Wilson Simoninha, de Jair Oliveira, Luciana Mello, Daniel Carlomagno e Pedro Mariano. Este projeto rendeu um disco e apresentações em festivais internacionais de música. Em 2000, Max de Castro lançou o seu primeiro álbum solo, Samba Raro, festejado pela crítica especializada e por artistas já consagrados como Jorge Ben Jor e Ed Motta. O disco, produzido, tocado e arranjado apenas por ele, apresentava uma mistura moderna de música eletrônica, soul, samba e bossa nova e lhe rendeu o prêmio de Artista Revelação, da Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA. Neste mesmo ano, Max foi considerado pela revista Time - uma das publicações mais respeitadas do mundo - como "O talento musical mais original surgido no Brasil nas últimas três décadas". Após a boa repercussão internacional de seu trabalho, Max tem tocado regularmente fora do país. No ano seguinte, Max de Castro produziu músicas para Frejat, Paula Lima, Kid Abelha, Leandro Lehart e Tom Zé e criou remixes para Ed Motta, Fernanda Porto e o grupo americano Wax Poetic, com a participação da cantora americana Norah Jones.

Sonastério Ilumina | Produtora lançará projeto musical com grandes artistas brasileiros

Oferecendo produção musical completa, Sonastério cria projeto inédito com estreia em junho

Uma obra de arte cravada nas montanhas de Minas Gerais e um verdadeiro monastério do som: assim se pode definir o Sonastério, a produtora com o primeiro estúdio de retiro de criatividade de grande porte do Brasil. Além da estrutura impressionante, há ainda uma vista privilegiada para os mares de morros que tanto marcam o estado em que se localiza. Mais do que um estúdio, foi criado para ser um espaço de criação que potencializa a expressividade natural de cada artista que passa por lá.

A especialidade da casa é a música, desde a produção das faixas até o processo audiovisual, contemplando também os trabalhos de planejamento, estratégia e produções executivas de projetos e eventos relacionados ao mercado musical.

Dirigido pelos sócios Bruno Barros, Fred Pedrosa e João Andrade, se consolidou como uma das maiores produtoras em qualidade sonora e área construída no Brasil, oferecendo uma experiência única para os artistas. "O Sonastério é um lugar para o artista escapar da vida cotidiana e se dedicar somente a sua obra”, conta Bruno. “Nossa casa é situada num espaço com espírito próprio, envolto em paz, um lugar mágico onde o artista vem também para se inspirar com coisas que extrapolam a música, como as montanhas, o ar puro, a natureza e seus entornos”, completa. O objetivo principal, segundo os sócios, é ter um espaço único, afastado da cidade, onde o músico pudesse ter uma experiência imersiva em sua criação.

Inaugurado em 2017, nos arredores de Belo Horizonte, o Sonastério já tem um portfólio invejável e trabalhou com artistas como Milton Nascimento, IZA, Vintage Culture, Skank, Lagum, Seu Jorge, Maria Gadu, Criolo, Lô Borges, Ney Matogrosso, Daparte, entre vários outros. “Como o consumo de música abrange cada vez mais a parte visual, produzimos também clipes, making ofs e, principalmente, sessões ao vivo”, conta João Andrade.

E isso faz todo o sentido com o caminho seguido pela produtora, que hoje foca quase exclusivamente em projetos de elaboração própria. Com serviços em diversas pontas do mercado musical, o Sonastério tem em andamento um selo musical, projetos de educação online – Universidade do Áudio, Music Business e outros – e faz também agenciamento de artistas e serviços de booking, cuidando também da logística por trás de lançamentos. Pode-se dizer que é, hoje, uma das produtoras de maior crescimento no país. Baseado nisso, a marca agora se prepara para lançar, em junho, um projeto musical de alta qualidade: o Sonastério ilumina.

O projeto é uma série musical audiovisual e foi criado para trazer ao público lindas versões ao vivo e a verdade de grandes artistas além da música. Em dois dias no Sonastério, o artista convidado apresenta sua essência e grava músicas para a eternidade. “A luz de cada artista mostra sua verdade, suas crenças e sua visão de mundo. E o Sonastério busca ser a janela que emana essa luz aos amantes da música”, explica Fred.

Sonastério ilumina apresenta performances ao vivo de grandes artistas, em alta qualidade de áudio e vídeo, em ambientes pensados e preparados para cada convidado. No final do dia, a grande atração e a peça central do projeto é o artista, que tem a oportunidade de passar ao público sua obra e sua arte. Um mini doc também fará parte do projeto, um presente para os fãs de cada artista que estrelar o programa. Bandas como Maneva e Francisco El Hombre, e os artistas Djonga e Zeeba já ganharam seus episódios no projeto, e muitos outros estão a caminho. Em breve, vem muita novidade por aí!


Para saber mais
www.sonasterio.com.br
https://www.instagram.com/sonasteriov

Depois de 18 anos, Br'Oz está de volta com single e clipe inéditos

Depois de 18 anos, Br'Oz está de volta com single e clipe inéditos

Sim sim sim. Eles estão de volta e com música inédita. “Insana” é a primeira música inédita que o Br’Oz lança depois do retorno. E a faixa vem acompanhada de um clipe com direção geral de Rick Bonadio. Assista aqui.

Dezoito anos separam “Prometida”, que ficou entre as cinco mais tocadas no país, em 2003, de “Insana”, mas a nova música tem muitas referências ao grande sucesso e o grupo brinca o tempo todo com a letra. Trata-se da mesma mistura de pop do início da banda, acrescentando beats de trap, timbres reggaeton, violões latinos, percussão brasileira e divisões de vozes estilo Kpop.

No clipe, no maior estilo boy band, o agora quarteto canta e faz coreografias como nos velhos tempos. As cenas foram gravadas nos estúdios do Midas Music. “Vem um filme na cabeça de quando começamos em 2003. Foi justamente no mesmo estúdio que tudo aconteceu, e ter novamente o resgate da história pelo ponto de partida, nos deixa ainda mais felizes”, conta André Marinho.

Estão presentes quatro dos cinco membros originais: além de André, Jhean Marcell, Matheus Rocha e Oscar Tintel. "É incrível estarmos juntos nesse momento, sentir que nossa “química musical” está intacta!”, conta Oscar. “Passar várias horas ensaiando a coreografia da nova música e relembrar várias histórias foi muito especial. Ainda mais porque voltamos com todo o suporte do Midas que é nossa casa”, completa.

Para Matheus, a sensação é que o tempo não passou. “Quando estamos juntos, sempre comentamos que parece que nunca estivemos em hiato. É muito louco isso porque fazia muito tempo que não tínhamos atividades em grupo, que não ensaiávamos uma coreografia, por exemplo, é como andar de bicicleta, a gente nunca esquece. A sensação é a de que conseguimos voltar no tempo com a maturidade de hoje".

A irmandade e a conexão musical dos integrantes sempre foram fortes. “Esses quase 18 anos de hiato musical serviu pra mostrar que quando há verdade e conexão musical, tudo flui naturalmente não importa o tempo. Voltamos a 2003, mas com a maturidade necessária", reflete Jhean.

“Juntos nos completamos, e nesse momento não foi diferente, conseguimos entregar o nosso artístico da melhor forma. Tenho certeza que os fãs vão se emocionar", encerra André.
 
Depois dessa música inédita, o grupo promete uma série de lançamentos inéditos e releituras, entre elas novos arranjos para “Se Você Não Está Aqui”, “Por um Olhar”, “Preciso” e, claro, “Prometida”.

Ficha Técnica
Direção Geral: Rick Bonadio
Direção Artística: Rick Bonadio e Renato Patriarca
Produção Executiva: Hélio Leite
Produzido por: Jhean Marcell e Renato Patriarca
Arranjos: Jhean Marcell
Gravado: Midas Studios e Minha Casa Studio
Engenheiro de Gravação: Jhean Marcell, Renato Patriarca e Junior Lanne
Pós-produção de áudio: Ozeias Matos
Mixado em: Midas Studios
Mixado por: Renato Patriarca
Masterizado em Midas Studios
Masterizado Por: Renato Patriarca

III Festival de Música Histórica de Diamantina anuncia programação

Começa no próximo dia 23 de abril a programação do III Festival de Música Histórica de Diamantina. Realizado em formato totalmente digital e gratuito, por meio de recursos da Lei Aldir Blanc do estado de Minas Gerais, esta edição inclui minicursos, apresentações musicais, exposição, rodas de conversa, escutas de acervos, além de relatos de experiências relacionadas à memória e aos acervos.

A 3ª edição do Festival de Música Histórica de Diamantina será realizada entre os dias 23 de abril e 01 de maio de 2021, em formato totalmente digital, e apresenta a temática “O acervo somos nós”.  A proposta é explorar os diversos acervos de música existentes, com ênfase em Minas Gerais. Compostos não apenas de conjuntos de partituras e de instrumentos presentes em museus e espaços culturais, os acervos são também  caracterizados por sua dimensão social, comunitária e corporal - os acervos vivos - como mestres instrumentistas e cantadores da cultura popular, a dinâmica musical dos povos indígenas presentes no estado, bem como as práticas musicais comunitárias que consolidam espaços de preservação da memória sonora, como as linguagens de sinos, as bandas e os terreiros. Por conta deste amplo recorte, a programação também propõe formas variadas de compreensão, com atividades em formato de diálogo, apresentações artísticas, minicursos, escuta informada e exposição visual, voltadas para todos que se interessem em conhecer mais sobre a história, as dinâmicas e a preservação da diversidade musical não apenas em Minas Gerais mas relacionada à produção cultural brasileira.

Importante salientar que os acervos musicais também são considerados atrativos fundamentais das políticas de turismo de base comunitária, de geração de renda e de construção de diversidades. Num momento em que atividades culturais foram paralisadas devido à pandemia de Covid-19, a direção do festival compreende a necessidade de ampliar as percepções sobre o patrimônio sonoro material e imaterial a partir da memória musical dos povos, constituindo tarefa relevante de reconhecimento dos nossos próprios recursos como resposta aos desafios atuais e também futuros. “Conhecer nossa memória viva e suas narrativas em épocas de tantas incertezas é imperativo de um tempo de apagamentos e de constante desvalorização das expressões artísticas e culturais. Que nossos acervos resistam e sejam a comunicação do que somos e desejamos”, destaca uma das coordenadoras do festival, Marcela Bertelli.  

A programação desta terceira edição será oferecida de forma inteiramente gratuita e conta com a realização de minicursos, apresentações musicais a partir de espaços diversos, exposição, rodas de conversa, escuta de acervos, além de relatos de experiências, incluindo a participação de artistas, professores, pesquisadores e mestres da nossa cultura popular e indígena.

A lista de convidados escalados para integrar a programação conta com cerca de 45 nomes de referência no campo artístico, patrimonial e musical, como: Adelson Filho (Adelsin), Ana Gomes, Antônio Nóbrega, Berenice Menegale, Chiquinho de Assis, Delcida Maxakali e Isael Maxakali, Gil Amâncio, Jéssica Gaspar, Josineia Godinho, Lydia Hortélio, José Miguel Wisnik, Odette Ernest Dias, Quarteto Diamantino, Sérgio Pererê, Sérgio Santos, o Coral Ribeirão de Areiam Rafael Galante, e ainda vários outros.

Além dos convidados, o festival exibirá um concerto dedicado ao inventor e construtor de instrumentos musicais Marco Antonio Guimarães, expondo seu conjunto de instrumentos hoje abrigados em uma sala com seu nome, no estúdio New Doors Vintage em Belo Horizonte, com novas composições e arranjos sob direção musical de Felipe José e participação dos músicos Yuri Vellasco, Paulim Sartori e João Paulo Drumond. É a primeira vez que os instrumentos serão expostos ao público desde que foram adquiridos pelo músico Alê Fonseca há cerca de 5 anos.

Para participar dos minicursos gratuitos “Conservação de documentos musicais”, com a professora Mary Ângela Biason, e "O sino da igrejinha faz belém blem blom": o soar e os sentidos dos sinos e de seus toques na África central ocidental e no Brasil centro-africano”, com o professor Rafael Galante, é preciso inscrever-se pelo site do Festival até o dia 11/04. Ambas as atividades serão realizadas on-line nos dias 27 e 28 de abril.

Toda a programação é gratuita e oferecida em formato online. As apresentações artísticas, rodas de conversa, relatos de experiência e escuta musical serão transmitidas pelo canal no YouTube do festival. Os participantes inscritos para as rodas de conversa e relatos de experiências terão direito a certificado de participação mediante preenchimento do formulário de inscrição geral, disponível no site do evento. Já os minicursos serão ministrados pela plataforma Zoom.
 
III Festival de Música Histórica de Diamantina
Coordenação: Marcela Bertelli e Evandro Archanjo
Curadoria: Evandro Archanjo, Felipe José Oliveira Abreu, Letícia Bertelli, Marcela Bertelli e Mary Angela Biason
Produção Executiva: Lira Cultura
Assessoria de Imprensa: Fábio Gomides - A Dupla Informação
 
Redes III Festival de Música Histórica de Diamantina
Site: www.musicahistoricadiamantina.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/musicahistoricadiamantina/
YouTube:  https://www.youtube.com/channel/UCHyFjggzsjZOuo4BHNzC7nQ
Instagram: https://www.instagram.com/musicahistorica.diamantina/
 
 
Programação completa III Festival de Música Histórica de Diamantina
 
23 de abril - sexta-feira
 
19h - Diálogo de abertura do Festival "O acervo somos nós" - Saberes e memórias na produção de dramatizações coletivas, com Suzel Reily e Evandro Archanjo
 
20h15 - Abertura da exposição virtual: “Traços sonoros”, de Elisa Grossi
Descrição: Um ofício de convicção inspirado nos textos do músico Evandro Archanjo. As imagens das telas surgem retiradas do denso 'caldo' cultural da musicalidade diamantinense e de seu cenário. Em suas propostas pictóricas, a amálgama de igrejas, sobrados, elementos de arquitetura contemporânea, ruas, janelas e varandas aliam-se a seus personagens em todos os planos. Todos são protagonistas e coadjuvantes, sujeitos e objetos, ícones e símbolos.
 
20h30 - Concerto com Quarteto Diamantino e músicos convidados: “A reconstrução viva dos acervos de partituras de Diamantina”
Formado pelos músicos Evandro Archanjo (flauta e direção musical), Mateus Figueiredo (violino), Vitor de Abreu (viola) e Gláucia Furtado (violoncelo), o Quarteto Diamantino tem como objetivo divulgar a música de acervos históricos de Minas Gerais, com ênfase na produção oitocentista de Diamantina, época de vasta criação da chamada música de salão, composta de repertórios como valsas, polkas, mazurcas, modinhas, tanto instrumentais como cantadas. Para este concerto também foram convidados o violonista Álvaro Maia e a cantora Fabíola Protzner.
 
24 de abril - sábado
 
10h - Roda de conversa com Fábio Viana e Sérgio Santos: A Rádio Inconfidência na paisagem sonora da cidade de Belo Horizonte
A Rádio Inconfidência começou sua transmissão em 1936 e segue ativa até hoje. É, portanto, parte da paisagem sonora da cidade de Belo Horizonte, sendo construída com a participação de compositores e músicos locais, ao mesmo tempo em que conquistou ouvintes em todo o país, segue em seu papel formador de públicos para a produção musical mineira. Seu acervo de partituras e documentos históricos, neste diálogo visto pelo pesquisador Fábio Vianna com lente sobre as décadas de 50 e 60, está abrigado na Universidade Estadual de Minas Gerais. Ao mesmo tempo, a Inconfidência cresceu contemporânea junto à cidade e segue ativa na consolidação de carreiras de toda uma geração de músicos mineiros, como nos testemunha o artista Sérgio Santos.
 
15h / Roda de conversa “Paisagem sonora e patrimônio comunitário: a música como memória social”, com Miguel Mahfoud e Ana Flávia Figueiredo
A música é mais do que o som. É também silêncio e expressão ancestral. Instituinte da paisagem, memória corporificada que ecoa em múltiplas formas de acervos e de repertórios. Os imaginários instituintes – ancorados nas sonoridades identitárias, no território e na dimensão coletiva – mobilizam sentidos e restabelecem uma compreensão sonora a partir de nossos corpos e de nossas trajetórias.
 
17h30 - José Miguel Wisnik: “Elias, o sino de Carlos Drummond de Andrade”
Tomando como ponto de partida a obra de Carlos Drummond de Andrade, o músico, professor e pesquisador José Miguel Wisnik retoma a presença emblemática do sino companheiro de parede da casa do poeta para nos lembrar, com palavras e com canções, os sinos que seguem soando mesmo quando as torres desabam.
 
- 20h30 - Concerto com a organista Josinéia Godinho no Órgão Histórico Almeida e Silva – Lobo de Mesquita, Igreja Nossa Senhora do Carmo de Diamantina
Após séculos de desconfiança devida à sua origem e uso considerado profano, os órgãos, primeiro de forma tímida e com muitas restrições, foram ganhando espaço nas igrejas. No sec. XVI os órgãos são reconhecidos pela igreja como único instrumento chancelado para o uso litúrgico, ajudando a acrescentar afetos de piedade e solenidade às celebrações. Com o passar dos anos, desenvolveu-se toda uma linguagem sonora litúrgica rica e elaborada. Desde então, a diversidade de sons de órgão enchem os ritos de sons e trazem para a música sacra a atualidade dos estilos musicais de cada época.
 
25 de abril - domingo
 
15h - Roda de conversa com Adelson Fernandes Murta Filho(Adelsinho) e Lydia Hortélio: Os acervos sonoros da infância
A Música está diretamente ligada à infância. Não somente a música entendida como melodia, ritmo e harmonia (nas suas infinitas possibilidades), mas a música silenciosa e os barulhinhos bons que entremeiam os movimentos da infância. Brincar é também fazer música...?
 
17h -  Concerto com Coral Ribeirão de Areia
O coral Ribeirão de Areia, formado por jovens da comunidade Ribeirão de Areia, de Jenipapo de Minas, apresenta canções de autores do Vale do Jequitinhonha como Josino Medina, Dêner Pinheiro, Karen Antônia, Maiolino Thomaz, Luciano Tanure, além de obras de domínio público, da própria comunidade e da região.
 
27 de abril - terça
 
09h às 11h - Minicurso - A Conservação de documentos musicais, com a Profa. Mary Angela Biason
A partir da história da música brasileira, os participantes terão a oportunidade de discutir, em dois encontros, o significado de patrimônio e os movimentos de preservação. Também serão abordados mais especificamente sobre a produção dos papéis de música, onde se encontram e porque foram preservados.
Inscrições gratuitas(até 13/04) :
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSewbs46ZjzB3xh3BHqlF57EeT0lNJmE0-xdVZHfO4YOGejDhw/viewform  
 
09h às 12h - Minicurso "O sino da igrejinha faz belém blem blom": O soar e os sentidos dos sinos e de seus toques na África Central ocidental e no Brasil Centro-African, com o Prof. Rafael Galante
Dividido em dois encontros, o curso visa discutir a história, as musicalidades e os significados da tradição sineira afro-brasileira, especialmente a afro-mineira, como parte dos desdobramentos culturais da grande diáspora centro-africana no Brasil.
Inscrições gratuitas (até 13/04):
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSewbs46ZjzB3xh3BHqlF57EeT0lNJmE0-xdVZHfO4YOGejDhw/viewform
 
17h - Roda de conversa com Chiquinho de Assis:  A linguagem dos sinos em Minas Gerais
A partir de trechos do documentário Entoados, produzido no Registro da Linguagem de Sinos como Patrimônio Imaterial de Minas Gerais, Chiquinho de Assis nos convida a conhecer e compreender a linguagem de sinos a partir da formação humana de Minas Gerais e suas perspectivas de continuidade e permanência na experiência musical comunitária.
 
28 de abril - quarta-feira
 
09h às 11h – Sequência do minicurso “A Conservação de documentos musicais” - Profa. Mary Angela Biason
 
09h às 12h - Sequência do  Minicurso "O sino da igrejinha faz belém blem blom": O soar e os sentidos dos sinos e de seus toques na África Central ocidental e no Brasil Centro-Africano, com Prof. Rafael Galante
 
17h - Roda de conversa com Sérgio Pererê e Joana Correa: Apagamentos e resistências na música afromineira
Oralidades, saberes e modos tão diversos de viver. Formas de fazer, jeitos de cantar, camadas do tempo, poesias do falar. Gentes e culturas que são acervos vivos, museus preciosos da infinitude criativa da humanidade.
 
29 de abril - quinta-feira 
 
15h -  Roda de conversa com Gil Amâncio e Ana Gomes: Música Brasileira: memória e registro
Um encontro para conversar sobre as diferentes formas de fazer e de aprender música na diáspora.
 
17h -  Roda de conversa com Odette Ernest Dias e Berenice Menegale: Vida como acervo e o som da cidade
Do acaso da chegada em Diamantina a ações em prol da conservação e difusão do patrimônio musical material e imaterial diamantinense, Odette Ernest e Berenice Menegale contam como a história e a tradição musical de Diamantina se incorporaram em suas vidas através da convivência com os músicos e os diversos projetos que desenvolveram juntas na cidade, como os festivais de inverno da UFMG, as residências artísticas, a conservação e difusão de acervos musicais e as constantes convivências com artistas da cidade. História que começou no início da década de 1980, tendo como personagens principais os seresteiros e chorões que compõem os sons da cidade.
 
20h -  Concerto com o músico Sérgio Pererê: Áfricas de mim
Áfricas de mim é o nome dado ao show intimista de Sérgio Pererê, onde o artista destaca vários traços de  sua ancestralidade e sua relação com a musicalidade e a poesia que vêm do reinado, dos terreiros e das vozes dos velhos mestres. Trazendo instrumentos como  tama, djembé, mbiras, ilimbas e flauta fula o artista mostra um pouco das várias Áfricas que vivem no seu  interior e se apresentam através de sua música.
 
30 de abril - sexta-feira
 
10h - Relato de experiência com Daniel Magalhães: Bandas de taquaras do Vale do Jequitinhonha: da salvaguarda ao registro
As flautas tradicionais – o pífano e a gaita – estão em processo de inventário e registro como patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais. O Encontro de Flautas do Jequitinhonha, festival anual que reúne as bandas de taquara, teve papel fundamental na articulação que levou à formulação deste pedido de registro junto ao Iepha-MG.
 
15h - Relato de experiência com Alê Fonseca: Coleções de sons e ruídos: os sintetizadores eletrônicos
Como a paixão pela abstração dos sons eletrônicos levou à construção de um acervo único com sintetizadores que formaram a história da música eletrônica e como eles se conectam às memórias auditivas presentes.
 
17h - Roda de conversa com Antônio Nóbrega: Rima: onde mora o acervo das palavras cantadas
No mundo cultural popular brasileiro a poesia é uma das expressões que mais se desenvolve. Diversas modalidades poéticas são praticadas em cantorias, roda de versos, sambadas de maracatu etc que se realizam pelo país, sobretudo na região nordestina. Como se constituiu esse acervo? De onde vem essa memória?
 
20h - Sarau “Numa cidade de pedra”,  com Sebastião Leite, Sharle Ailton, Jéssica Gaspar, Ethany Cícero e Marcelo Brant - Gravado na Gruta do Salitre, em Diamantina.
O sarau reúne artistas diamantinenses de diferentes linguagens compondo um vasto mosaico sobre as tradições artísticas da cidade, cada qual se apresentando como acervo vivo do movimento dos saberes das transmissões familiares e geracionais, étnicas e ambientais.
 
01º de maio  - sábado
 
15h -  Roda de conversa com Isael Maxakali, Delcida Maxakali e Rosângela Tugny: Memórias que caminham: a música do povo Maxakali
Cantar e lembrar um inestimável repertório poético musical é um gesto cotidiano de cada homem, mulher e criança Tikmũ'ũn. Ainda que tenham iniciado várias iniciativas que os permitem registrar e estender suas práticas cantadas pelos meios audiovisuais e pela escrita alfabética, os Tikmũ'ũn estão sempre atentos à verdadeira forma de manter viva esta prática que é considerada sua maior riqueza: os encontros cantados com multiplicidades de agentes do cosmos vivo. Isael Maxakali (artista, cineasta, professor e liderança da Aldeia Nova de Ladainha, MG) e sua mãe, Delcida Maxakali, guardiã dos cantos e de diversos conhecimentos do seu povo, estarão presentes neste encontro para nos aproximarem destes temas.
 
17h - Roda de conversa com o grupo Mukuá Laboratório sobre vissungos: Vissungo(s): Travessias Afro-Atlânticas
História, memória, ritual e performance em torno dos cantos em língua africana de origem Bantu encontrados na região de Serro e Diamantina, em Minas Gerais. As pesquisas enfocam a história, os trânsitos e as apreensões sociais do Vissungo ao longo dos séculos XIX, XX e XXI, compreendendo-os como cantos de travessia que desenham percursos afro-atlânticos relacionados ao interesse nacional e internacional acerca do africanismo diaspórico em Minas Gerais e a música negra no Brasil e no mundo.
 
19h -  Escuta do acervo do grupo Collegium Musicum de Minas, com Mary Angela Biason e os membros do Collegium
Uma escuta do acervo com o grupo “Collegium Musicum de Minas”, por Mary Angela. Entrevista com três integrantes do grupo “Collegium Musicum de Minas” que se dedicou a divulgação do repertório da música brasileira dos séculos XVIII  e XIX baseado nos trabalhos de catalogação e transcrição de obras depositadas nos acervos brasileiros, nomeadamente em Minas Gerais. Vamos explorar os três CDs produzidos pelo grupo entre 1997 e 2000.
 
20h - Concerto com os músicos Felipe José, Yuri Velasco, Paulo Sartori e João Paulo Drummond: O acervo de instrumentos de autor: Marco Antonio Guimarães.
Há cerca de 5 anos, todos os instrumentos construídos pelo músico inventor Marco Antonio Guimarães estão abrigados na sala batizada com seu nome, no estúdio New Doors Vintage Keys, em Belo Horizonte. Neste concerto, estes instrumentos ganham novas composições e arranjos, numa homenagem musical afetiva ao seu autor, Marco Antônio Guimarães, nas mãos dos músicos Felipe José, Yuri Vellasco, Paulim Sartori e João Paulo Drumond, com direção musical de Felipe José.
 
21h - Bate-papo livre de encerramento do Festival
 
SERVIÇO
Inscrições para os minicursos gratuitos do III Festival de Música Histórica de Diamantina
Inscrições gratuitas até 13/04 por meio do formulário disponível no site do festival:  www.musicahistoricadiamantina.com.br/minicursos
Divulgação dos selecionados: 16/04
 
Inscrições para demais atividades no site: https://musicahistoricadiamantina.com.br/inscreva-se

Festival de Solos Online traz artistas renomados para falar sobre diversidade

Com curadoria do ator Lázaro Ramos, o evento busca diversidade étnica, racial, social e de gênero nas diversas linguagens artísticas

MINISTÉRIO DO TURISMO, SECRETARIA ESPECIAL DE CULTURA, GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, POR MEIO DA SECRETARIA DE CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA E, BR PRODUTORA APRESENTAM: FESTIVAL DE SOLOS ONLINE

Com o propósito de reunir artistas e pensadores de áreas e gêneros diversos, para todos os públicos, que habitualmente não tem oportunidade de ver o tema diversidade, o Festival de Solos Online traz programação variada nos dias 23, 24 e 25 de abril, tudo transmitido online pelo link: www.youtube/brprodutora e também via www.facebook.com/brprodutora

O projeto foi contemplado pelo Edital Proac Expresso Lei Aldir Blanc nº 40/2020 e, conta com apoio do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, junto do Ministério do Turismo e da Secretaria Especial de Cultura, Governo Federal. O projeto tem como curadores o ator, escritor, diretor e produtor Lázaro Ramos e a bailarina, coreografa, professora, consultora de imagem, produtora cultural e ex-diretora do Teatro de Dança do Governo do Estado de São Paulo, Viviane Procópio, com colaboração do ator, diretor e produtor Kiko Mascarenhas.

O festival conta com personalidades do cenário nacional nas áreas de teatro, dança, música, contação de histórias, diálogos e reflexão, abrangendo várias linguagens e diversidades étnicas, raciais, sociais e de gênero.

Considerando as medidas de distanciamento social, provindas de políticas de combate ao COVID-19, as apresentações estão sendo feitas pelos artistas e influenciadores no formato online, visando à segurança de todos os envolvidos e a realização do projeto em meio ao isolamento e as restrições impostas pela pandemia.

O formato online é também uma forma da arte se expressar em tempos tão difíceis e do artista continuar trabalhando com o uso de novas plataformas para realizar apresentações via internet em tempos de teatros e espaços fechados, sendo que a arte se demonstrou tão necessária para acolher e enfrentar o momento.

“Este festival de solos é um respiro neste momento tão difícil, mas que comprova que a arte resiste, se transforma e se adapta para permanecer na vida das pessoas”, define Lázaro Ramos.

ProAC (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo) é um programa de incentivo cultural que visa apoiar e patrocinar a divulgação artística e cultural do Estado de São Paulo. Atualmente, junto da Lei Aldir Blanc, o ProAC se mostra de suma importância, na forma do Festival de Solos Online, para a preservação de eventos e grupos artísticos, que se vêem em momentos de dificuldades provindas da necessidade de cuidados contra o atual cenário de pandemia. Por compreender o momento de crise, o curador Lázaro Ramos, optou por doar seu cachê. A Casa de Cultura Tainã, na cidade de Campinas, no interior de São Paulo, que engloba diferentes projetos com crianças e adolescentes fortalecendo a cidadania e inclusão social, será a entidade beneficiada.

Confira a programação completa:
1ºdia – Sexta-feira: 23/04
19h - Marcella Gozzi em “O que me habita” (Dança)
20h - Gero Camilo em “A Casa Amarela” (Teatro)
21h30 - Virgínia Rosa em “Faz escuro mas eu canto” (Música)
23h – Majur (Música)
 
2º dia – Sábado: 24/04
11h - Wellington Nogueira em “Como tudo começou” (Contação de história)
17h - José Carlos Arandiba – Zebrinha em “O corpo negro da dança brasileira” (palestra)
19h - Rui Moreira em “Co ês” (Dança e Contação de história)
21h - Silvero Pereira em “BR Trans” (Teatro)
23h – Coral em AoCoral (Música)
 
3º dia – Domingo: 25/04
10h - Ailton Krenak (Palestra)
17h - Valdo Matos em “A árvore e a aranha” (Contação de histórias)
18h – Veri Weinlich em “Navegar é Saber” (Música)
20h - Rosa Marya Colin (Música)
 
Ficha Técnica do Festival
Curadoria – Lázaro Ramos e Viviane Procópio
Colaboração – Kiko Mascarenhas
Diretora de Produção – Viviane Procópio
Assistente de produção – Igor Dib
Arte – Ivana Cubas Estúdio
Assessoria de Imprensa – Luciana de Almeida/Confraria da Informação
Assessoria Contábil e Jurídica – Datecon
Concepção e Produção – BR Produtora
Realização – BR Produtora, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo 
 
Serviço:
Festival de Solos Online
Datas: 
23, 24 e 25 de abril em diversos horários, conforme a programação
Transmissão online: 
www.youtube.com/brprodutora e www.facebook.com/brprodutora
Redes sociais: facebook e instagram @brprodutora e youtube/brprodutora

Sesc Mulheres promove cinco encontros para discutir a atuação feminina no setor cultural

Sesc PR

Novo projeto do Sesc PR realiza em 2021 mesas-redondas virtuais que vão abordar o universo feminino e a relação com a cultura. O primeiro encontro será realizado no dia 20 de abril
 
Ninguém com mais propriedade do que mulheres para discutir temas relevantes sobre o universo feminino, a condição das mulheres, suas demandas e a relação com a cultura. Por isso o Sesc PR promove a partir do dia 20 de abril o projeto Sesc Mulheres. Ao longo de 2021, serão cinco os encontros, ao vivo e transmitidos pelas mídias sociais do Sesc PR.

A proposta do projeto é abrir um espaço de debates e conversas apresentado por mulheres mas destinado aos mais variados públicos. “Queremos apresentar e discutir o protagonismo feminino no setor cultural com o Sesc Mulheres. Há, em muitas cadeias produtivas do setor, a presença de mulheres empreendedoras não só lutando por seu espaço, mas inovando em diversos campos e possibilitando que outras mulheres possam ser inseridas no setor”, destaca a analista da Gerência de Cultura do Sesc PR, Mayara Elisa de Lima Cirico.

De acordo com o Gerente de Cultura do Sesc PR, Marcio Norberto, será uma oportunidade para viabilizar debates importantes no campo da cultura a partir do olhar de mulheres que trabalham e vivem o setor cultural no Brasil.
 
Mercado de Trabalho
No dia 20 de abril, a partir das 19h, terá início o primeiro encontro do Sesc Mulheres, com o tema Mercado de Trabalho e com a participação da filósofa, psicanalista e poeta, Viviane Mosé e, da atriz, iluminadora e diretora teatral, Nadja Naira.
 

Viviane Mosé é poeta, filósofa e psicanalista, graduada em Psicologia, especialista em Elaboração e Implementação de Políticas Públicas, doutora em Filosofia. Autora de 12 livros, com duas indicações do Prêmio Jabuti. De 2005 a 2008 escreveu e apresentou a série Ser ou não Ser, no programa Fantástico, na Rede Globo e na TV Cultura, trazendo temas de filosofia em uma linguagem cotidiana. Durante sete anos fez comentários diários na Rádio CBN com Carlos Heitor Cony e Arthur Xexéu. Além disso, é comentarista no programa Encontro, com Fátima Bernardes.

Nadja Naira trabalha há mais de 25 anos em teatro como iluminadora, diretora e atriz. Mora em Curitiba, mas mantém parcerias artísticas em todo o país. Tem diversas criações premiadas, trabalha com importantes diretores e grupos de teatro, colabora com companhias de dança e performance e com diversos grupos de música. Integra a Companhia Brasileira de Teatro desde 2020, tendo participado de todas as produções.
 
Serviço:
Projeto Sesc Mulheres
1º Encontro com Viviane Mosé e Nadja Naira
Data: 20 de abril de 2021 (terça-feira)
Horário: às 19h
Transmissão ao vivo pelo canal do Sesc PR no Youtube
Mais informações www.sescpr.com.br