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Programação do MM Gerdau em agosto mescla universos da ciência, da culinária e da literatura

Programação de agosto oferece bate-papo sobre educação, experiências gastronômicas e literatura infantil. Museu também segue apostando em atividades que valorizam o aprendizado da ciência e iniciativas que promovem a inclusão.

O Educativo do MM Gerdau oferece Visitas Virtuais Mediadas para qualquer pessoa que queira matar um pouquinho a saudade do Museu! Com duração média de 50 minutos e traduzidas em Libras, as Visitas Virtuais Mediadas acontecem diretamente nos espaços expositivos do Museu e podem ser acompanhadas ao vivo pela plataforma Zoom, além de serem traduzidas em LIBRAS.

As visitas também são abertas a grupos de pessoas (escolares ou não). O visitante pode escolher entre os quatro roteiros criados exclusivamente para a Visita Virtual Mediada:
  • Diversidade Mineral
Os minerais são substâncias inorgânicas de arranjo químico definido, que surgem naturalmente na crosta terrestre. Possuem propriedades e características que provocam a curiosidade e o encantamento em muitas pessoas, como formas, cores, brilhos e texturas singulares. Nosso acervo é composto por relevantes coleções de amostras minerais que representam a diversidade mineral existente em nosso planeta. Esta Visita Virtual Mediada tem o objetivo de apresentar algumas dessas amostras e discutir sobre as suas características, propriedades e curiosidades.
  • O Prédio Rosa
Arquitetura, memória e patrimônio são os principais temas desta visita, que irá revelar as belezas arquitetônicas de um edifício histórico de 1897 e que, hoje, abriga o MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal. Inaugurado junto com a capital mineira, o Prédio Rosa já foi Secretaria do Estado de Interior e, posteriormente, de Educação, passando por um meticuloso trabalho de restauro! O processo arquitetônico para a sua nova finalidade foi feito pelo renomado arquiteto Paulo Mendes da Rocha.
  • Trem das Minas (público infantil)
Um roteiro inteiramente criado para o público infantil. A proposta é convidar os visitantes os visitantes a embarcarem em uma viagem que atravessa montanhas, rios e cidades, despertando o olhar para as pedras, pessoas e suas histórias. Cada paisagem percorrida por esta LoooucoMotiva abrirá caminhos para novas experiências e descobertas. Uma aventura fora dos trilhos! A visita é conduzida pelo Tetê, um personagem criado especialmente para receber o público durante este passeio.
  • Vetor Vivo: corpo, aço e estruturas em movimento
Inspirados na exposição “Vetor Vivo”, do arquiteto João Diniz, em cartaz no museu, o Educativo do MM Gerdau convida o público a fazer uma imersão virtual mediada pelos educadores na própria exposição, por meio de linhas que nos atravessam, sustentam e inspiram. Os pontos se interligam: arquitetura, arte, ciência e você! A partir de um olhar atento entre as estruturas que compõem nosso corpo, os minerais e prédios da cidade, a proposta deste roteiro é mostrar que encontramos vetores em tudo, e por que não vivos?
 
  • Visita Virtual Mediada ao vivo (acessível em Libras)
 
Dia 26/08, quinta-feira, às 19h, ao vivo no YouTube, roteiro O Prédio Rosa, em homenagem ao Dia do Patrimônio.
Arquitetura, memória e patrimônio são os principais temas desta visita, que irá revelar detalhes das belezas arquitetônicas de um edifício histórico de 1897 e que, hoje, abriga o MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal. Inaugurado junto com a capital mineira, o Prédio Rosa já foi Secretaria do Estado de Interior e, posteriormente, de Educação, passando por um meticuloso trabalho de restauro para receber o projeto arquitetônico da nova finalidade Museu, que foi desenvolvido pelo renomado arquiteto Paulo Mendes da Rocha. 
Minuto Libras

Fixo nos destaques do Instagram do MM Gerdau, ao longo do mês.  
Com o compromisso de promover a democratização e divulgação científica com acessibilidade, a série Minuto Libras, criada para o Instagram, apresenta pessoas surdas atuantes na produção científica e artística. Com temáticas mensais e periodicidade semanal, a proposta é reconhecer e dar visibilidade ao protagonismo de pessoas surdas e suas contribuições para as ciências, além de inspirar o caminho de muitos outros surdos e surdas. O Minuto Libras valoriza histórias de vida com perspectiva de inclusão e acessibilidade! Durante o mês de agosto, a série apresenta o químico estadunidense George T. Dougherty. Ele foi o primeiro cientista surdo de sucesso a se formar em uma escola estadual para surdos. Por conta de seu protagonismo, foi um dos fundadores da Associação Nacional dos Surdos e também foi líder no Congresso Mundial de Surdos e no clube Pas-a-Pas de Chicago.
 
Encontro entre Educadores

17/08, 10h30
Inscrições pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 
Por se tratar de um museu amplamente visitado por grupos escolares, o Educativo do do Museu propõe um momento para o compartilhamento de experiências, discussões e reflexões acerca das possibilidades de interação entre os visitantes e o corpo técnico, explorando o acervo da instituição. A pergunta que norteará o encontro é “O que podemos construir juntos? Quais são os caminhos que levam a um museu para todos?”   Por conta disso, este encontro é aberto a professores, educadores, membro de instituições ligadas às pessoas com algum tipo de deficiência, líderes de ONG’s ou qualquer pessoa interessada em mediação e construção coletiva. O encontro virtual contará inclusive com tradução em LIBRAS.
 
e-ducativo ateliê científico
Oficina de Pigmento
25/08, no YouTube do MM Gerdau e no site do MM Gerdau
No espaço chamado Ateliê Científico, são realizadas inúmeras experiências voltadas para estabelecer um diálogo com nossas vivências cotidianas. Em função do isolamento social, as atividades estão sendo oferecidas por meio de tutoriais em vídeos, reunindo experiências e oficinas que também envolvam temáticas escolares.  Dessa maneira, o museu contribui para ampliar as possibilidades de aprendizado. Durante este mês, o e-ducativo ateliê científico está de volta e desta vez vai ensinar a fazer em casa tintas elaboradas a partir dos pigmentos minerais.  A ideia é aproximar o público do universo mineral com atividades lúdicas e divertidas, que envolvam toda a família. Além do vídeo, um material didático-pedagógico sobre uso de minerais na produção de pigmentos, usados em tintas, será disponibilizado para download no site do MM Gerdau, na seção Educativo.
 

AÇÕES CULTURAIS
 
Dias: 17, 18 e 19/08, às 19 horas
 
Caminhos do Patrimônio: contemporaneidade e novos horizontes
A ciência na cozinha mineira
(acessível em Libras)
 
17 de agosto, terça-feira, 19h - Bate papo: Café, Queijo e Ciência, no YouTube do MM Gerdau
18 de agosto, quarta-feira, 19h - Memórias do Museu: o Prédio Rosa e o acervo mineral, no YouTube do MM Gerdau.
19 de agosto, quinta-feira, 19h - Aula show Mixologia molecular: Nem tudo é o que parece, No YouTube e Twitch TV do MM Gerdau
 
O Dia Nacional do Patrimônio Cultural, comemorado em 17 de agosto, homenageia o nascimento de Rodrigo Melo Franco, mineiro, pioneiro na formulação e implementação da política pública de reconhecimento da diversidade da cultura nacional (SECULT 2021). O MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal realiza três ações relacionadas ao Patrimônio que compõem a programação realizada pelo Circuito Liberdade, IEPHA e a SECULT.
 
Durante a Semana do Patrimônio, entre os dias 17 e 19 de agosto, o MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal abre espaço para falar sobre a cozinha mineira e as ciências. A Epamig - Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais é convidada do programa coMciência para falar sobre a ciência na produção de itens da Cozinha Mineira com o bate-papo: Café, Queijo e Ciência. Convidamos também o Caneca Sincera e a Cachaçaria Itinerante para nos ensinar sobre a mixologia molecular na preparação de drinks com ingredientes da cozinha mineira. E ainda um bate-papo sobre memória e patrimônio do MM Gerdau: o acervo do museu e o edifício histórico que o abriga, o Prédio Rosa!
 
 
17 de agosto, terça-feira, 19h - no canal do YouTube do MM Gerdau
Bate papo: Café, Queijo e Ciência
 
O programa coMciência, em parceria com a Epamig - Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, promove uma roda de conversa sobre a ciência na produção de dois itens muito importantes para o nosso estado: o café e o queijo. Além disso, o público terá a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a pesquisa agropecuária e como ela gera conhecimentos e ativos tecnológicos, que são transformados em inovação e se materializam na prática da agricultura e em produtos usados pelo mercado ou consumido pelos cidadãos. O encontro ainda será traduzido em LIBRAS.
 
Sobre os convidados:
 
Fernanda Fabrino - jornalista, chefe de comunicação da EPAMIG (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), representante da EPAMIG na Rede Mineira de Comunicação Científica
 
Marcelo Malta - agrônomo pela Universidade Federal de Lavras (1998), mestre em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas) pela Universidade Federal de Lavras (2000) e doutor em Ciência dos Alimentos pela Universidade Federal de Lavras (2007). É pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais/EPAMIG. Tem experiência na área de Ciência dos Alimentos/Química e Análise de Alimentos, com ênfase em Pós-Colheita e Qualidade do Café. Atualmente, é Chefe do Departamento de Pesquisa da EPAMIG.
 
Junio de Paula - pesquisador de base tecnológica, coordenador do Programa Estadual de Pesquisa em Processamento de Leite e Derivados da EPAMIG. Professor do Instituto de Laticínios Cândido Tostes em Juiz de Fora /MG. Orientador e professor do Programa do Mestrado Profissional em Ciência e Tecnologia do Leite e Derivados, parceria entre (UFJF, EMBRAPA e EPAMIG) e doutor em Ciências e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal de Viçosa.
 
 
18 de agosto, quarta-feira, 19h - no canal do YouTube do MM Gerdau
Bate papo: Memórias do Museu: o Prédio Rosa e o acervo mineral
 
As convidadas Michele Arroyo, historiadora e doutora em Ciências Sociais e especialista em patrimônio, e Vitória Régia, doutora em Geologia Geral e Aplicada, participam de uma conversa sobre o Prédio Rosa, o Patrimônio Histórico, o acervo mineralógico do Professor Djalma Guimarães, acervo e memória. A mediação será realizada pela diretora do MM Gerdau, Márcia Guimarães.
 
Sobre os convidados:
 
Michele Arroyo - Michele Abreu Arroyo, historiadora, mestre e doutora em Ciências Sociais, especialista em patrimônio cultural, memória, arquivos e museus, atuou como Diretora de Patrimônio Cultural da Prefeitura de Belo Horizonte, Superintendente do IPHAN em Minas Gerais e Presidente do IEPHA-MG. Atualmente, atua como consultora na área de Patrimônio Cultural, Urbanismo, Reabilitação de espaços de Memória, Educação para o Patrimônio Cultural e Gestão da Cultura e do Patrimônio Cultural.
 
Vitória Régia - Graduação em História Natural obtida na Universidade Federal de Minas Gerais (1968), especialização em Ensino de Geologia na UnB - Universidade de Brasília, em 1974, mestrado pela USP - Universidade de São Paulo em Mineralogia e Petrologia (1985), doutorado em Geologia Geral e Aplicação pela Universidade de São Paulo (1996). Dirigiu o CPMTC do IGC - Centro de Pesquisa Prof. Manoel Teixeira da Costa do Instituto de Geociências por um mandato de dois anos. Dirigiu o Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimarães, da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, por 10 anos. Ingressou na UFMG como professora temporária por concurso público em 1970. Atingiu a posição de professor assistente por concurso público em 1977 e a de professor adjunto por concurso de títulos, sendo aposentada como professor adjunto R-4. Desenvolveu projetos na área de Mineralogia e Geoquímica de Pegmatitos, atuando principalmente nos seguintes temas: Província Pegmatítica Oriental do Brasil, geoquímica mineral, feldspatos, micas, berilos, turmalinas e niobo-tantalatos. Atuou nas áreas de popularização da Ciência e ação educativa em museus no período em que dirigiu o Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimarães
 
Márcia Guimarães - Geóloga pela UFMG (1999), especialista em Gestão Ambiental pela FUMEC e FEAM (2003). Atua na gestão de museus e na popularização da ciência desde 2002. Foi diretora de Acervo e Pesquisa do Museu de Mineralogia Prof Djalma Guimarães entre 2002 e 2004; coordenadora de Meio Físico de Estudos Ambientais da CSL Consultoria de Engenharia S/C entre 2005 a 2010. Curadora de Geociências do Museu das Minas e do Metal entre 2010 a 2015. Diretora do MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal desde 2015.
 
19 de agosto, quinta-feira, 19h - ao vivo na Twitch TV e gravado no canal do YouTube do MM Gerdau
Aula show Mixologia molecular: Nem tudo é o que parece!
 
O Caneca Sincera, perfil social que conecta apreciadores de café e seu ecossistema, se uniu à mixologista Marcela Azevedo, criadora d’A Cachaçaria Itinerante para promover experiências gastronômicas, turísticas e culturais. Dentro da programação da Semana do Patrimônio, realizada pelo MM Gerdau, a equipe fará um encontro intitulado “Nem tudo é o que parece!”, que apresentará ao público uma experiência inovadora: refletir sobre a mixologia como ciência! Durante a apresentação, os ingredientes mineiros serão as estrelas. Marcela apresentará a mixologia em um drink comestível utilizando azeite, café, queijo, cachaça e muita inovação. O foco é trabalhar com poucos ingredientes e muito sabor. Cabe destacar que todos os produtos são naturais!Quando a arte de selecionar, preparar, servir e saborear uma boa bebida se torna a ciência de fazê-la.

Sobre os convidados:

Caneca Sincera - O Instagram @CanecaSincera completou 4 anos em maio e já publicou mais de 300 resenhas sobre cafés, cafeterias, viagens e produtos, em 40 cidades de 19 países visitados (pelas idealizadoras e por parceiros colaboradores). Além disso, Janine Avelar e Jussara Paim produzem eventos relacionados ao tema do café - Workshops e Rolês com Caneca, realizam consultorias para cafeterias, produtores de café e afins para qualificação de marca, redes e outras ações que apoiem a cadeia produtiva.  

Cachaçaria Itinerante - Capitaneada pela mixologista Marcela Azevedo, A Cachaçaria Itinerante é focada no mercado do turismo de experiência, criando diversas propostas inusitadas na produção de drinks, cachaças e gastronomia molecular.  Marcela é historiadora e pesquisadora científica que há 10 anos se apaixonou pelo mundo da cachaça e há 4 anos pela mixologia. Criou @acachacariaitinerante, em que se diverte criando inusitados licores e drinks, mergulhados nos sabores do cerrado brasileiro e com a beleza das PANCS  (Plantas Alimentícias Não Convencionais), ingredientes bem mineiros e a mixologia molecular. Seu slogan é “Entre criar e consumir arte, eu escolho os dois!”
Todas as atividades culturais e educativas do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal são gratuitas. A programação completa está disponível no Instagram (@mmgerdau) e diversas atividades, assim como outros conteúdos educativos, estão disponíveis gratuitamente no canal do Youtube Oficial (https://www.youtube.com/watch?v=Qv9wh8j6hqM).
 
Em caso de dúvidas, informações ou interesse de participar das atividades o público deve entrar em contato pelos telefones (31) 9 8516-8710 ou (31) 9 9131-9545.
 
 
:: SOBRE O MM GERDAU O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal ::
 |@mmgerdau |  
 
MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, integrante do Circuito Liberdade desde 2010, é um museu de ciência e tecnologia que apresenta de forma lúdica e interativa a história da mineração e da metalurgia. Em 20 áreas expositivas, estão 44 exposições que apresentam, por meio de personagens históricos e fictícios, os minérios, os minerais e a diversidade do universo da Geociências.
 
O Prédio Rosa da Praça da Liberdade, sede do Museu, foi inaugurado em 1897, juntamente com Belo Horizonte. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA), o edifício passou por meticuloso trabalho de restauro, que constatou que a decoração interna seguiu o gosto afrancesado da época, com vocabulário neoclássico e art nouveau.  O projeto arquitetônico para a nova finalidade do Prédio Rosa, que já foi Secretaria do Interior e da Educação, foi feito por Paulo Mendes da Rocha e a expografia, que usa a tecnologia como aliada da memória e da experiência, é de Marcello Dantas.
 
O Museu está aberto parcialmente desde 09/07, no Nível Liberdade, de terça a sábado, das 11 às 18h, e nas quintas-feiras, das 11 às 21 horas.
 
O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal é patrocinado pela Gerdau, via lei Federal de Incentivo à Cultura, com o apoio da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM).

PROGRAMAÇÃO e INFORMAÇÕES COMPLETAS: www.mmgerdau.org.br
 
Programação MM Gerdau Agosto 2021
Visitas Virtuais Mediadas
Roteiros: Diversidade Mineral, Prédio Rosa, Trem das Minas
Todas as quartas, 10h30
Quartas, quintas e sextas, 14h30.
Link: https://mmgerdau.org.br/visitas-virtuais-mediadas/

 
17/08 - terça-feira - Encontro entre educadores
Horário: 10h30
Transmissão via plataforma Zoom
Encontro virtual com tradução em LIBRAS.
Inscrições pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.    
 
17, 18 e 19/08 - terça, quarta e quinta-feira - Caminhos do Patrimônio: contemporaneidade e novos horizontes - A ciência na cozinha mineira
(acessível em Libras)
 
17 de agosto, terça-feira, 19h - Bate papo: Café, Queijo e Ciência, no YouTube do MM Gerdau
18 de agosto, quarta-feira, 19h - Memórias do Museu: o Prédio Rosa e o acervo mineral, no YouTube do MM Gerdau.
19 de agosto, quinta-feira, 19h - Aula show Mixologia molecular: Nem tudo é o que parece, No YouTube e Twitch TV do MM Gerdau.
 
25/08 - Oficina de Pigmento
Ficará disponível no YouTube
 
26/08  - quinta -  Visita “O Prédio Rosa, em homenagem ao Dia do Patrimônio”
Horário: 19h, ao vivo, no YouTube

Fafá de Belém comemora aniversário com show virtual

No próximo dia 09, Fafá de Belém completa 65 anos e resolveu comemorar do jeito que mais gosta: cantando. A cantora recebeu muitos pedidos de uma apresentação virtual do último álbum lançado, o “Humana”, e decidiu fazer disso sua festa de aniversário.

O show será transmitida pela plataforma Sympla, a partir das 19h, com venda de ingressos através do link https://www.sympla.com.br/fafa-de-belem---humana__1289226.  Após a apresentação, Fafá vai ficar para um bate-papo com a plateia.

“Nunca estivemos tanto tempo separados fisicamente como agora, então vamos usar a tecnologia para nos aproximar um pouco. Desde o início da pandemia, já foram mais de 23 lives, abraçando a minha equipe e meu repertório. E para comemorar meus 65 anos, quis fazer um show virtual de “Humana”, como um objeto de reflexão, mas também uma mensagem de esperança para um povo fabuloso. Apesar da contramão e das elites tortas, o Brasil é uma país único, de um povo único e um povo só”, reflete Fafá. “Vou unir as três coisas que me deixam muito feliz: música, celebrar a vida e meus fãs”, completa.

O repertório, claro, é baseado no álbum “Humana”, lançado em 2019, com concepção da cantora ao lado de Paulo Borges, e direção musical de Arthur Nogueira. Entre as canções estão “Alinhamento Energético”, composta por Letrux e que tem tudo a ver com a realidade que o mundo vive, e “Revelação”, single que ficou conhecido na foz de Fagner e “Toda Forma de Amor”, de Lulu Santos.

“O álbum foi concebido a partir de um questionamentos sobre onde foi que nós nos perdemos. Isso era julho de 2018 e a gente podia observar que o mundo estava entrando em uma onda radical sem nenhuma base ideológica. Comecei a escrever sobre isso em Portugal e quando cheguei aqui, encontrei com meus parceiros Zé Pedro e Paulo Borges, e falamos sobre a angústia que vivíamos, sobre falar mais ao pé do ouvido e sobre não perder a esperança”, conta Fafá. Para 2020, a cantora planejava terminar a turnê no Brasil e partir para a Europa, mas a pandemia mudou seus planos. Agora, tem a oportunidade de levar a mensagem de fé e esperança que permeou o lançamento de “Humana”.

Mallu Magalhães lança álbum "Esperança"

O novo disco chega acompanhado do clipe de "Quero-Quero"


Mallu Magalhães chega ao quinto álbum de estúdio aos 28 anos. A quem se perguntar como atingiu tamanha maturidade jovem assim, note que metade da vida ela passa/ou como artista. E note também a dimensão da beleza na retrospectiva musical e pessoal que é traduzida nas 12 faixas de “Esperança”, disco que é lançado agora em todas as plataformas digitais. Ouça aqui.

Entre os seis anos de “Pitanga” (2011) e “Vem” (2017), Mallu teve uma filha e (re)descobriu o que a fez artista desde a infância até a maternidade. A sorte nos brinda com o talento da musicista de traduzir a própria trajetória em formato musical.

“Esperança” abre com o piano, guitarra e vocal da própria traçando sua origem em “America Latina”. O produtor Mário Caldato Jr. (que dividiu o trabalho com ela) construiu camadas de efeitos sobre a sutileza melódica de Mallu, até que a identidade brasileira ganhasse tom de manifesto latino.

Deixa a Menina” é a primeira ode à filha, Luisa. Era como Luísa falava quando alguém a tentava parar ou impedi-la de fazer algo que queria. No piano Rhodes e no sintetizador revela-se uma crocância MPB jazzística, ainda mais com o dueto vocal com Preta Gil.

Pé de Elefante” também leva o Rhodes em certo desabafo antigo de Mallu, que é vertido em canção de leva mais antiga da artista (o álbum foi gravado antes da pandemia, em 2019). Já “Barcelona” vem a seguir como certo outro lado da moeda, em texto aspiracional qual sopro de frescor acentuado pelo timbre grave de Nelson Motta, que declama poema no meio desta.

Mallu considera “Regreso” um pouco “chorosa”. Talvez pela letra em espanhol. Mas a Bossa MPB é docemente conduzida no violão e trompete. Traça uma certa escala otimista para “As Coisas”, que é igualmente “chorosa” para Mallu, mas em outro sentido. “Ainda me emociono quando a escuto”, diz. A progressão de acordes em ascendente e harmonia com o vocal são a senha de beleza vertida em lágrimas.

Mesma beleza e convite hedonista de “Cena de Cinema”, que flerta com Jazz e Blues qual a Tropicália tão bem fez. Ainda tem a artista arriscando um lap steel no miolo.
I´m Ok” dá um passo adiante no flerte surf-rock e vem em formato de roquinho saboroso, com toda a sutileza que marca a obra da artista.

Assim como “Fases da Lua” caminhou para um viés meio Trip Hop inesperado. Explica-se: na hora de gravar, ela começou a cantar à capela e músicos foram improvisando sobre, tecendo até mesmo os arranjos da versão do disco.

Você Vai Ver” tem cheiro de mar, dobra de ska com reggae embalada na melodia e assobios de assinatura reconhecível em segundos de Mallu.

Quero-Quero” traz novamente as combinações de Rhodes e trompete, MPB e Jazz, e “Enjoy the Ride” dá um laço no pacote (auto)referencial da obra como uma carta de amor e melhores desejos à filha – é uma subversão musical como se emulasse o melhor do indie rock prestando homenagem à música brasileira.

Além disso, a faixa ganhou um clipe filmado no auge do lockdown. “Ele surgiu da vondade de dançar em casa e, de certa forma, fugir um pouco da realidade que se apresentava (e ainda se apresenta)”, conta Mallu. “Fiz uma campanha no Instagram e o pessoal me enviou vários videos dançando a música ou apenas curtindo algum hobby em casa, e foi uma delícia receber vídeos tão lindos e divertidos”, completa. Por meio de um sorteio, foram escolhidos mais de 60 participações que fazem parte do clipe. “Depois disso, pedi ao Bruno Ilogti, que fez os clipes do álbum, editar um vídeo totalmente caseiro e cheio de amor, carinho e esperança”, completa a cantora.

Assista aqui.

Afinal, Mallu é todos os lados de tudo o que foi colocado acima – em gêneros, números e graus.
 

Assessoria de Imprensa | Mallu Magalhães
Perfexx Assessoria | www.perfexx.com.br

Serenata imprime seu DNA na fachada da loja e leva arte ao centro de BH

 

Quem passar pela Avenida Olegário Maciel, no centro de BH, vai vivenciar a beleza de uma obra de arte que deu vida e cor à fachada da tradicional loja de música Serenata. Os irmãos Rogério, Marco Aurélio e Daniela Garcia, segunda geração que está à frente da empresa, convidaram o artista visual paulista Rogerio Pedro, de Campinas, para assinar o painel que é carregado de cores e brasilidade e traduz a musicalidade em imagem. A ideia é democratizar o acesso à arte de qualidade e colocar um pouco mais de cor na rotina da capital.


Belo Horizonte vem se destacando no cenário da arte urbana com dezenas de graffitis, murais e intervenções artísticas que tornam a cidade uma verdadeira galeria de arte a céu aberto. É neste contexto que a Serenata coloriu sua fachada para deixar a cidade mais viva e bonita.


O artista Rogerio Pedro, é reconhecido internacionalmente, com obras em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Miami, Fort Lauderdale, Nova York, Viena e Buenos Aires, entre outras.

 

PBH convoca artistas da cidade para edição on-line da Virada Cultural 2021

Estão abertas as inscrições para artistas interessados em compor a programação.

A Secretaria Municipal de Cultura e a Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Instituto Periférico, realizarão em setembro a sexta edição da Virada Cultural de Belo Horizonte, em formato totalmente digital. A partir desta sexta-feira, dia 2, serão abertas as inscrições para artistas interessados em compor a programação. As propostas devem ser enviadas por meio de formulário disponível no site da PBH, onde também poderá ser acessado o regulamento de participação. O cadastro de propostas artísticas e culturais permanecerá aberto até as 23h59 de 20 de julho.

A programação da Virada Cultural de Belo Horizonte está aberta para atrações de artes cênicas e visuais, audiovisual, bem-estar e saúde, cultura popular, feiras digitais, gastronomia, intervenções e instalações urbanas, literatura, moda e design, música e outros segmentos indicados pelos candidatos, sendo aceitas propostas direcionadas ao público de todas as idades.

O objetivo é que atrações que habitualmente são apresentadas em palcos espalhados pelo hipercentro da cidade sejam levadas a ambientes inovadores, e que intervenções e instalações, principalmente as que trazem legado, ocupem os espaços do hipercentro da cidade em apresentações gravadas, sem público presencial.

A programação será realizada seguindo todos os protocolos de prevenção à Covid-19 vigentes em Belo Horizonte, com todo o conteúdo disponibilizado na web durante as intensas e aguardadas 24 horas do evento.

A inscrição para a Virada Cultural 2021 é destinada preferencialmente a artistas da capital, mas serão aceitas propostas das cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte. As propostas cadastradas serão avaliadas por uma comissão paritária, com igual número de representantes do poder público e da sociedade civil. Como critérios de seleção, estão a relevância da proposta, a adequação técnica e estrutural à Virada e a viabilidade financeira e documental para a contratação. Serão selecionadas o mínimo de 100 atrações para compor a programação. Os cachês são de até R$ 3 mil por cada atração cultural.

A realização da Virada Cultural de Belo Horizonte em 2021 reafirma o compromisso da Prefeitura com o setor cultural e artístico, somado às diversas políticas públicas municipais de cultura promovidas na cidade, adaptadas diante do desafiador contexto da pandemia de Covid-19. O formato proposto está em consonância também com as demandas do setor cultural da cidade em relação aos festivais públicos municipais, que está priorizando o setor cultural da cidade.

Ao longo de 2020 e 2021, a Secretaria Municipal de Cultura e a Fundação Municipal de Cultura vêm realizando reuniões virtuais com artistas, produtores e coletivos de diversos segmentos da cadeia produtiva de Belo Horizonte, com uma escuta atenta às questões relativas às consequências da pandemia para os trabalhadores da cultura.

“O festival injetará R$1,5 milhão de forma direta na economia da cultura em Belo Horizonte, ao mesmo tempo que permitirá à população da cidade usufruir dos mais diferentes tipos de atrações, de forma segura, fomentando também espaços culturais da cidade”, destaca a secretária Municipal de Cultura e presidenta interina da Fundação Municipal de Cultura, Fabíola Moulin.


Sobre a Virada Cultural de Belo Horizonte
Parte integrante da política pública de cultura da Prefeitura de Belo Horizonte, a Virada Cultural de Belo Horizonte é um dos mais importantes eventos culturais do município. Sua programação gratuita é composta por diversas linguagens artísticas, tais como artes cênicas, visuais e plásticas, cultura popular, literatura, moda, design e música, entre outras, com atividades realizadas durante 24 horas ininterruptas.

O evento tem como premissa proporcionar a democratização do acesso à arte e à cultura, bem como o estímulo à formação de público para os artistas da cidade. Já foram realizadas, até o momento, cinco edições da Virada Cultural, que somam a participação de mais de 15 mil artistas e profissionais da cultura, 2.445 atrações realizadas, alcançando um público de mais de 2,2 milhões de pessoas. A edição mais recente, em 2019, contou com 26 horas de programação, com mais de 440 atrações, alcançando um público de cerca de 520 mil pessoas, que passaram por 25 espaços do evento, no hipercentro da capital.
 
RELACIONAMENTO COM A IMPRENSA
Árvore - Cristina Sanches – (31) 9 8489 2098
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SERVIÇO
Virada Cultural de Belo Horizonte 2021
Inscrições para artistas interessados em compor a programação.
Período para envio das propostas: 02 a 20 de julho
Envio pelo site da PBH: https://prefeitura.pbh.gov.br/fundacao-municipal-de-cultura/festivais/viradacultural

Regina Souza promove lançamento do álbum "Chegaí"

Em junho completou um ano que a cantora e compositora mineira Regina Souza lançou o seu quarto álbum solo e o primeiro totalmente autoral. Mas só agora, um ano depois, divulga nacionalmente esse novo trabalho. A pausa entre o lançamento e a divulgação se deu em função do avanço da pandemia, impactando significativamente o setor cultural.

Gravado durante os meses de janeiro e fevereiro de 2019, Chegaí, título do álbum, veio depois de uma bem-sucedida temporada de shows realizados na Casa Outono, em Belo Horizonte, e antes da cantora embarcar para um período de Mobilidade Acadêmica na Universidade do Porto, em convênio com a PUC Minas, sua Universidade no Brasil, onde estuda Filosofia.

Em paralelo à rotina de estudos, Regina Souza preparava o lançamento do disco, a pandemia interrompeu os planos e a opção foi de postergar o lançamento, mas disponibilizar a obra nas plataformas e redes sociais sem nenhum alarme, aguardando o momento mais oportuno.

Com produção musical de Du Macedo e Regina, e co-produção de Felipe Fantoni, o álbum apresenta 13 canções autorais em ritmos como samba, baião, ijexá. Um caderno e um violãoPar perfeitoChegaíViva o agoraVentoMeu ser Galo cantou (que traz a incidental Pagode sem fim, de Du Macedo) chegam com esses ritmos e temas sobre o amor e reflexões pessoais sobre a vida. Adjutório tem uma sonoridade próxima do carimbó e uma brincadeira com essa palavra que já não faz parte do vocabulário cotidiano. Baladinha, traz um olhar sobre o mundo virtual, e Replay, um reggae, aonde as situações da vida parecem não sair do lugar. A sua ligação com a espiritualidade e sincretismo religioso aparecem em Pra IansãGira e Lua vermelha.

Chegaí é o primeiro álbum totalmente autoral da artista. Outonos, lançado em 2008 e produzido pelo carioca Rodrigo Campello, já trazia letras de Regina musicadas por Vander Lee, Lokua Kanza, Affonsinho, Flávio Henrique e Zeca Baleiro.

O álbum foi gravado no estúdio Leve Music, em Belo Horizonte, com Regina no violão e voz, Du Macedo no vilão, cavaquinho, guitarra e vocal, Cláudio Queiroz na percussão e bateria e Fred Jamaica no baixo e vocais. A mixagem e masterização foi de Felipe Fantoni.

Depois de um ano do lançamento, de quase um ano da sua volta ao Brasil, de algumas Lives realizadas, Regina Souza tem encontrado mais espaço para divulgação do seu novo trabalho 
 
Programação de lançamento do álbum Chegaí
No segundo semestre de 2021, Regina é convidada do Festival Para Sempre Vander Lee,  uma homenagem ao cantor e compositor que faleceu em agosto de 2016, com quem Regina foi casada de 1999 a 2013. No Festival, Maurício Tizumba recebe artistas mineiros interpretando canções do poeta.

O álbum Chegaí está disponível em todas as plataformas digitais, os clipes das canções Pra Iansã, Vento, Par perfeito e Baladinha estão disponíveis no canal do YouTube criado recentemente, www.youtube.com/c/reginasouzaoficial, e o álbum também é divulgado em suas redes sociais, Instagram e Facebook @reginasouzaoficial.
 
Sobre Regina Souza
Chegaí é o quarto álbum solo da cantora, que tem em sua discografia os discos Regina Spósito, com produção de Flávio Henrique (2001), Outonos (2008),  Inversões (2015), ambos com produção de Rodrigo Campello, sendo esse último com direção artística de Pedrinho Alves Madeira.

lém dos trabalhos solo, Regina gravou em parceria com Marina Machado o CD Hebraico (1997), com produção musical de Ivan Corrêa, um projeto da fotógrafa Márcia Charnizon,  e o CD Marionetes, uma homenagem ao seu tio, o compositor Francisco Mário, com produção do filho de Chico, o compositor e arranjador Marcos Souza. 

Regina participou dos CDs FaroSambarroco e DVD Entre, do cantor e compositor Vander Lee, e de vários shows e turnês do artista.

É atriz convidada do Grupo Galpão no espetáculo Os gigantes da montanha, de Luigi Pirandello, dirigido por Gabriel Villela, participou do musical Os Saltimbancos, da Cia. Odeon, com direção de Carlos Gradim, O mercador de Veneza, de William Shakespeare, dirigido pela britânica Catherine Paskell, um projeto do Fórum Shakespeare, do People's Palace Projects. Foi fundadora da Cia. Burlantins ao lado de Marina Machado e Maurício Tizumba, aonde permaneceu por 15 anos e atuou nos espetáculos da Cia., entre eles  O homem da gravata florida e a opereta O homem que sabia português, dirigidos por Chico Pelúcio, sendo a opereta com música e libreto de Tim Rescala.

Através de sua produtora, a Souza Produções, realizaou uma parceria com a Immagini Animation Studios Brasil, e lançou no ano de 2017 o filme de animação A Zeropeia, uma história de Herbert de Souza, o Betinho, com músicas originais de Vander Lee, Flávio Henrique, Chico Amaral, John Ulhoa e Affonsinho, e as vozes de Robertho Carlos Ramos, Sérgio Pererê, Regina Souza, Marina Machado, Marku Ribas, Maurício Tizumba, Fernanda Takai, Vander Lee e Laura Catarina. O filme ganhou o Prêmio FESTinha do Júri Popular de Melhor Filme Infantil, no 10º Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, em maio de 2019, em Lisboa.
 
Regina Souza atua na cena artística mineira desde 1991. É formada em Comunicação Social pela PUC Minas, e atualmente está na sua segunda graduação, no curso de Filosofia também na PUC Minas.
 
::SERVIÇO::
 
Regina Souza promove lançamento do álbum Chegaí
Disponível em todas as plataformas digitais e nas redes sociais da artista: @reginasouzaoficial
Os clipes das canções Pra Iansã, Vento, Par perfeito e Baladinha estão disponíveis no canal do YouTube: www.youtube.com/c/reginasouzaoficial

"Procurando Luiz", espetáculo inspirado no universo de Luiz Gonzaga, estreia dia 03.07

Bem avaliado pela crítica e sucesso de público, espetáculo - que tem concepção de Roberto Haathner, direção de Gustavo Kurlat e dramaturgia de Paulo Rogério Lopes - será transmitido pelo YouTube


O espetáculo infantil “Procurando Luiz”, visto e aplaudido por quase 23 mil espectadores desde a sua estreia em 2014 e com o reconhecimento da crítica especializada, será apresentado ao público no mês de julho em um novo formato: on-line, respeitando os protocolos de segurança devido à pandemia de Covid-19. As sessões integram o ProAC ICMS – Programa de Ação Cultural do governo do estado de São Paulo.

A peça inspirada na obra de Luiz Gonzaga (1912-1989) será encenada no Teatro da Cia de Revista em São Paulo e transmitida de forma gratuita, ao vivo, diretamente no Canal do YouTube do espetáculo, entre os dias 03 e 25 de julho (sábados às 11h e 15h e domingo às 11h). Vale ressaltar que, no dia 31 de julho, às 19h, haverá ainda um encontro do elenco com Joquinha Gonzagasobrinho do Rei do Baião, nascido na mesma cidade natal do tio, Exu (PE), que debaterão sobre a trajetória deste ícone da cultura brasileira.

Procurando Luiz é uma montagem do Grupo Cena Teatral, com concepção de Roberto Haathnerdireção de Gustavo Kurlat e dramaturgia de Paulo Rogério Lopes. Com elenco formado pelos atores Roberto HaathnerBruno Perillo e Iris Yasbek, o espetáculo reúne causos, brincadeiras populares e referências ao Nordeste brasileiro, ressaltadas pelos cenários, figurinos e adereços de Marco Lima e pelo projeto de luz de Kleber Montanheiro. De forma lúdica, esses elementos são capazes de entreter não só o público infantil como espectadores de todas as idades, despertando em cada um a nostalgia, o respeito e a saudade deste grande ícone.

A montagem recebeu indicações em cinco categorias do prêmio FEMSA 2014, principal premiação de para o teatro para crianças e jovens de São Paulo: Espetáculo Jovem, Figurino, Iluminação, Trilha Sonora Adaptada e Atriz Coadjuvante.

“Encenar Procurando Luiz no formato on-line abre uma nova possibilidade de levarmos o espetáculo para a casa das pessoas não só aqui de nossa cidade, mas sim para outros estados brasileiros e até mesmo países de língua portuguesa”, avalia o ator e idealizador do espetáculo, Roberto Haathner.

Concepção – A montagem do Grupo Cena Teatral traz como temas principais a amizade e a superação, fazendo alusão à obra de Luiz Gonzaga como o voo da Asa Branca, passagens pelo sertão do Cariri e o Riacho da Brígida, além da presença constante da Lua. De maneira poética, lúdica e bem-humorada, o espetáculo mergulha no imaginário popular com canções – parte interpretada ao vivo – e referências ao Nordeste brasileiro. “A principal mensagem para o público, principalmente o infantil, é a superação do medo, a coragem, a perseverança e a amizade que norteiam toda a dramaturgia”, explica Gustavo Kurlat.

Sinopse - Luiz e João são amigos inseparáveis, que moram no sertão e vivenciam uma amizade verdadeiramente infantil, sacramentada em um pacto: independente da distância ou do tempo passado, se um dia tivessem que se separar, se reencontrariam no riacho da Brígida, no sertão do Araripe. Um dia Luiz conta a seu amigo que terá que se mudar para outro lugar em busca de melhores oportunidades de vida, pois a seca castigava tudo e todos: seguiria com sua família o rumo da Asa Branca.

O tempo passa. João recebe a triste notícia que seu amigo deixou de viver neste mundo, e decide fazer valer o pacto. Como nunca havia deixado o povoado, decide inventar uma história e diz à filha, Das Dores, que está ficando cego e só poderá se curar se ficar uma noite inteira olhando para a lua cheia. Os dois partem e no percurso ganham companhia: um moço que também diz estar em busca de algo especial e que tem uma missão a cumprir.
Cangaceiros, dragões, desafios e surpresas – como uma flor milagrosa de Acácia Amarela, que pode curar os males do corpo e da alma – surgirão nesta jornada em que medos, sonhos e superação caminham juntos. Uma jornada misteriosa e, principalmente, divertida.

Grupo Cena Teatral - Foi fundado em 2001, pelos atores Roberto Haathner, Paulo Jordão e Melissa Nascimento. O grupo faz parte do quadro da Cooperativa Paulista de Teatro e tem como principal objetivo resgatar e valorizar a cultura popular, realizando pesquisa permanente de contação de histórias estimulando e fomentando contos, lendas, e outras manifestações populares.

Gustavo Kurlat - Autor, músico, compositor, tradutor, educador, locutor, diretor e diretor musical de teatro. Ganhou em 2004 o Prêmio SHELL de Teatro pela música de Pequeno Sonho em Vermelho; Prêmio APCA como melhor diretor musical de teatro infantil por Moinhos e Carrosséis (1988), com Rogério Costa, e de melhor diretor musical de teatro adulto por Antares (1990), com Zero Freitas; o prêmio FEMSA de Teatro Jovem pela direção musical de O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde (2007). Realizou trabalhos para mais de 50 peças teatrais, cinema (trilhas para Rita Cadillac – A Lady do Povo, Paulo Freire Contemporâneo, Garoto Cósmico, O Menino E O Mundo), discos e publicidade, tanto no Brasil como no exterior. Lecionou durante 12 anos na Escola Livre de Teatro de Santo André e foi diretor dos shows da Palavra Cantada (Prêmio APCA 2008 de Melhor Show) de 2000 a 2009. Escreveu, dirigiu e compôs (em parceria com Ruben Feffer) a música de Uma Trilha Para Sua História, prêmio APCA de melhor espetáculo de dança para crianças.

Paulo Rogério Lopes - Diretor e dramaturgo, com mais de 20 anos de trajetória, assinou  espetáculos como A La Carte (prêmios EmCena Brasil / Funarte, Panamco e APCA) e Piratas do Tietê (coautoria com Laerte, prêmios Coca-Cola / Femsa e APCA), ambos com a Cia. La Mínima, e o recente Crônicas de Cavaleiros e Dragões. Também recebeu o Coca-Cola / Femsa de melhor produção por O Tribunal de Salomão, de sua autoria, e o Mambembe de melhor autor por O Pallácio Não Acorda. Escreveu para companhias como Nau de Ícaros, Linhas Aéreas, Barracão Teatro e Cia. da Revista. Teve textos de sua autoria dirigidos por Ivaldo Bertazzo, Renata Mello, Carla Candioto e Tiche Viana.Participou do núcleo dramatúrgico da Cia do Latão e como dramaturgo da EAD/USP. É diretor e dramaturgo do projeto Aprendiz de Maestro. Atualmente encontra-se em fase de produção com Rita Lee Mora Ao Lado (direção de Débora Dubois e Márcio Macena), Classificados (com a Cia. La Mínima, com direção de Domingos Montagner), entre outros.

Marco Antônio Lima - Cenógrafo, figurinista e bonequeiro, formado em Artes Plásticas pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Com Eduardo Amos fundou a companhia de teatro de bonecos A Cidade Muda, realizando 10 espetáculos, entre eles Crack Circus, que receberam prêmios Shell, APCA, Mambembe e Coca-Cola/Femsa. Já trabalhou com diretores como José Possi Neto, Miriam Druwe, João Falcão, Elias Andreato, Naum Alves de Souza, Gabriel Villela e Ulysses Cruz, dentre outros.

Coleciona ainda outros prêmios, como o APCA de melhor figurino por Leonce E Lena, com direção de William Pereira; e o Coca-Cola Femsa na mesma categoria por Os Direitos da Criança A Arrombada e de melhor cenografia por A Bruxinha Atrapalhada, dirigido por Marcia Abujamra. Seus trabalhos mais recentes incluem a cenografia para Três Dias de Chuva (direção de Jô Soares), Camille e Rodin (direção de Elias Andreato), Vidas Privadas (direção de José Possi Neto) e La Sylphide (direção e coreografia de Mario Galizzi), com a Cia. São Paulo de Dança.

Roberto Haathner - Ator profissional, graduado em marketing e pós-graduado em jornalismo, é também pesquisador da arte do palhaço, interpretando o palhaço Maionese desde 1996. Foi ator e produtor executivo da Cia. Cênica Nau de Ícaros de 2006 a 2014, com quem já se apresentou em países como Bélgica, Espanha e Colômbia, além de circular pelo Brasil com o espetáculo Os Artistas. Com Menor Que O Mundo, também do grupo, recebeu cinco indicações ao prêmio Coca-Cola Femsa. Sua carreira inclui ainda atuações em espetáculos como Eles Não Usam Black-Tie (de Gianfrancesco Guarnieri, com direção de Célia Helena), Terror e Miséria no III Reich (de Bertolt Brecht, com direção de Cássio Scapin) e Dom Casmurro (de Machado de Assis, com direção de Luciano de Lira); assinou textos como Este Mundo É Uma Bola (com direção de Marco Vettore) e O Mundo do Pequeno Artista (que também dirigiu). No cinema, participou de curtasmetragens como Viver A Vida (direção de Tatá Amaral), Whole (direção de Cecílio Neto) e Anjos das Marquises (direção de Paulo Miranda).

Iris Yazbek - Bacharel em Comunicação e Artes pela PUC-SP, especializada em Mímica contemporânea e Teatro Físico na Cia. Luis Louis, atuou em espetáculos como Revistando 2003 (direção de Isser Korik), Brasil Deportado Elas Delas Pra Elas, todos pela companhia. Com o Clube da Sabotagem, esteve em A Melhor Fatia Ou O Que A Dorothy Quer, com direção de Pedro Garrafa, que permaneceu por três anos em cartaz. Foi indicada ao prêmio Coca-Cola Femsa de Melhor Atriz pelo infantil O Menino E O Burrinho, baseado na obra de Cecília Meireles, com direção de Bia Borin. Trabalhos recentes incluem ainda Quem Nunca, com direção de Renata Melo, O Conto do Anjo Caído (direção de Eduardo Alves, com a Cia. Bonecos Urbanos) e Nem Sonhando, com direção de Pedro Garrafa. Atuou ainda nos curtasmetragens A Ultima Ceia (direção de Laila Pas) e Céu de Infância (direção de Clara Guimarães).

Bruno Perillo - Pós-graduado em direção teatral na Escola de Teatro Célia Helena, começou sua carreira como ator no Grupo Tapa, participando de oficinas e atuando em montagens como A Serpente Vestido de Noiva (ambas de Nelson Rodrigues) e Morte e Severina (de João Cabral de Melo Neto), entre outras. Sob direção de Marco Antônio Rodrigues, atuou em uma série de montagens com o grupo Folias D’Arte, começando com Happy End, de Bertolt Brecht. Em 2009 foi indicado ao Prêmio Shell pela direção musical de Querô, Uma Reportagem Maldita, de Plínio Marcos. No cinema, atuou em curtas e longasmetragens, entre eles Salve Geral (de Sérgio Rezende), Onde Andará Dulce Veiga (de Guilherme de Almeida Prado) e Tanta (de Alexandre Charro). Na TV, atuou em novelas como Passione A Favorita (TV Globo) e séries como Surtadas na Ioga (GNT) e O Negócio (HBO). Trabalhos recentes no teatro incluem Dançando em Lúnassa, com direção de Domingos Nunes e Credores, com direção de Nelson Baskerville.

Kleber Montanheiro -Ator, diretor, cenógrafo, figurinista, iluminador. É formado pela Escola Superior de Artes Célia Helena e tem como mestres nomes como Gianni Ratto, Silnei Siqueira, Renato Borghi e a própria Célia Helena. Integra a Cia. da Revista desde 1995. Entre seus últimos trabalhos em teatro, estão os espetáculos Sonho de Uma Noite de Verão (prêmio APCA de melhor direção, em 2008), A Odisseia de Arlequino (prêmio Coca-Cola Femsa de melhor direção, em 2009), Kabarett (atuação e direção), Cada Qual No Seu Barril (direção), Carnavalha (direção) e Cabeça de Papelão (direção).
 
FICHA TÉCNICA
Elenco: Bruno Perillo (jovem), Iris Yazbek (Das Dores) e Roberto Haathner (João)
Direção artística e musical: Gustavo Kurlat
Dramaturgia: Paulo Rogerio Lopes
Cenários/figurinos e adereços: Marco Lima
Design de luz: Kleber Montanheiro
Concepção e Idealização: Roberto Haathner
Assistente de Direção: Suzana Rebelov
Produção Executiva e Administração: 12 por 8 Produções Artísticas
Assistente administrativo: João Gabriel Ferreira Hathner
Assistentes de produção: Rosangela Roberta Oliveira Pereira
Designer gráfico: Josiel Bastos
Fotografia: João Caldas
Operador de som: Jorge Eluiz
Coordenação técnica de montagem e contrarregra: Marcos Ribeiro
Operador de Luz: Rodrigo Oliveira
Patrocínio: ProAC ICMS / Tenda Atacado / Alfa - Tennant  
Realização: Governo do Estado de São Paulo e 12 por 8 Produções Artísticas
 
SERVIÇO
PROCURANDO LUIZ ON-LINE
Temporada: de 03 a 25 de julho - sábados às 11h e 15h e domingos às 11h
Transmissão: Canal do YouTube do espetáculo
Classificação Etária: A partir de 06 anos
Duração: 55 minutos
 
Bate-papo com elenco e Joquinha Gonzaga: Dia 31 de julho, sábado, às 19h, pelo Canal do YouTube do espetáculo