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Pato Fu e Orquestra Ouro Preto em concerto no Palácio das Artes

"Rotorquestra de Liquidificafu", que une o pop rock à música de concerto, será apresentado no dia 14 de março, às 20h30, com ingressos a preços populares  

 O tão celebrado encontro entre o Pato Fu e a Orquestra Ouro Preto, o concerto “Rotorquestra de Liquidicafu” retorna ao Palácio das Artes, um dos mais emblemáticos equipamentos culturais de Belo Horizonte, em única apresentação no dia 14 de março, às 20h30, com patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Realização do Instituto Ouro Preto e Governo de Minas Gerais. 

Em "Rotorquestra de Liquidificafu", o pop rock e a música de concerto se unem em uma explosão de criatividade musical, celebrando os 30 anos de carreira da banda mineira. A primeira música do espetáculo, uma versão surpreendente de "Rotomusic de Liquidificapum", sintetiza o espírito do projeto: ousadia, versatilidade e multiplicidade de referências, características marcantes de ambas as formações.

Com um repertório equilibrado entre as canções mais conhecidas do grande público e outras preciosidades menos populares da banda, pinçadas dos 13 álbuns gravados em sua trajetória, a “Rotorquestra” foi acolhida de forma calorosa e afetuosa pelo público. “A receptividade foi incrível! A parceria com a Orquestra nos levou a revisitar músicas antigas, emocionando os fãs e a nós também”, afirma John Ulhôa. “A gente não podia, ao tocar com uma orquestra, perder a chance de experimentar”, completa.

“Tocamos todos os sucessos do Pato Fu, mas também várias músicas que foram pinçadas dessa nossa carreira de 30 anos que são muito importantes. Algumas nunca haviam sido tocadas ao vivo em turnê, mas que a gente achava que mereciam ganhar a luz da orquestra”, conta Fernanda Takai.  

E o resultado desse experimentalismo à mineira foi mais que aprovado pelos fãs que vibram ao longo de todo show a cada nova canção do repertório, entre elas os sucessos “Perdendo os Dentes”, “Ando Meio Desligado” e “Simplicidade”, assim como para outras pérolas como “Eu sou o umbigo do mundo”, “Água”, “Spoc” e muito mais.   

Para o Maestro Rodrigo Toffolo, fã confesso da banda, a união entre Orquestra e Pato Fu passa por linhas históricas construídas entre ousadia e versatilidade. “Lembro de ouvir o ‘Hino do Pato Fu’ em alguns encontros com amigos em Ouro Preto. Era fantástico. Assisti a muitas apresentações da banda e sempre enxerguei similaridades com a Orquestra. O experimentalismo, a ousadia, a falta de pudores em arriscar. Tudo sempre feito com muita qualidade, leveza e toques de humor”, afirma o regente.

“Rotorquestra de Liquidificafu" transcende gêneros e oferece uma experiência musical única, com arranjos inovadores e performances emocionantes. A união da Orquestra Ouro Preto e do Pato Fu é um presente para a cultura mineira e brasileira.

HISTÓRICO

Ao longo de toda a turnê de estreia do concerto pelo interior de Minas Gerais, em 2022, os artistas foram recepcionados em praças lotadas por todas as cidades visitadas – Nova Lima, Caeté, Sabará e Santa Bárbara, além de um show inesquecível cercado pelas belezas de Inhotim.

O encerramento da turnê se deu numa noite memorável com o público belo-horizontino no Palácio das Artes, com ingressos totalmente esgotados para acompanhar a gravação do álbum, que ainda será lançado.

Em 2023, em um lindo palco montado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, a Rotorquestra recebeu cerca de 10 mil pessoas em mais um encontro memorável.

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SERVIÇO

“Rotorquestra de Liquidificafu: Pato Fu e Orquestra Ouro Preto”

 

Local: Palácio das Artes

Data: 14 de março de 2024, quinta-feira

Horário: 20h30

Ingressos: www.eventim.com.br

Informações: www.orquestraouropreto.com.br

Orquestra Ouro Preto celebra "As Quatro Estações" de Vivaldi

Formação mineira realiza concerto em homenagem aos 300 anos da publicação de uma das obras mais conhecidas da música universal e promete surpreender o público com participações especiais e estreia de versão musicada inédita dos sonetos também atribuídos ao gênio italiano.

A Orquestra Ouro Preto reverencia a obra-prima de Antonio Lucio Vivaldi tendo a companhia de grandes nomes da música de concerto. Para celebrar os 300 anos da publicação das partituras de “As Quatro Estações”, responsável por imortalizar o compositor italiano na história da música universal, a formação mineira terá a companhia do solista Winston Ramalho, um dos mais destacados violinistas brasileiros de sua geração, em concerto especial que acontece no dia 21 de outubro, às 20h30, no Sesc Palladium.

Mas quando se trata de Orquestra Ouro Preto, pode-se sempre esperar ousadia, algo que a grandiosidade da ocasião merece. Não bastasse a execução do programa completo de “As Quatro Estações”, a noite reserva ainda a estreia de uma versão musical inédita, assinada pelo pianista e arranjador André Mehmari, dos sonetos atribuídos ao compositor italiano e que estão registrados e acompanham cada concerto na partitura original. Intitulada “Quatro Canções para as Estações”, a homenagem será interpretada pela soprano Marília Vargas, uma das mais importantes e talentosas cantoras líricas do país.

Compostas em 1723 e publicada em 1725, numa coleção de doze concertos que formam um conjunto único, “As Quatro Estações” são os primeiros concertos desse conjunto e tornou-se a obra mais popular de Vivaldi, tendo a rara qualidade de, mesmo passados três séculos desde sua criação e as milhares de gravações e adaptações ao longo dos anos, manter seu frescor original e a capacidade de emocionar o ouvinte.

“Os grandes autores da humanidade têm sempre de ser revisitados. Não dá para passar por este mundo sem conhecer Shakespeare, Vivaldi e muitos outros. Artistas assim são parte da nossa formação como seres humanos”, afirma o Maestro Rodrigo Toffolo, regente titular e diretor artístico da Orquestra.

Vivaldi escolhe “A Primavera” para começar a obra. No soneto que acompanha a partitura, anuncia a chegada das flores, a saudação alegre dos pássaros como em um grande despertar da natureza. “O Verão”, o segundo concerto, traz o calor e junto a ele um novo ritmo, em que o sol brilha sobre os campos, mas precipita no anúncio da tempestade.

Já na terceira parte, “O Outono”, Vivaldi parece celebrar a colheita, a fartura e a prosperidade que vem junto à queda das folhas. Chegando ao quarto e último concerto, “O Inverno”, estação em que coexistem o frio intenso e o prazer de se sentar próximo ao fogo quente.

O público pode esperar uma noite especial, em que o passado e o presente estão conectados pela obra imortal e única de Vivaldi, capaz de emocionar a todos por mais de três séculos.

ESTREIA

Conectar-se com a música de outros tempos e trazer uma nova luz a ela é uma constante na produção de André Mehmari, seja como compositor ou pianista. Apaixonado pela música barroca, em especial a italiana, e com dois cravos em seu acervo pessoal de instrumentos musicais, o criador de “Quatro Canções para Estações” busca o diálogo direto com Vivaldi e sua potente música atemporal.

“Foi uma composição das mais prazerosas e fluentes que fiz em tempos recentes”, conta Mehmari. “A estética das ‘Quatro Canções’ aqui apresentadas é profundamente conectada com o gestual barroco e o uso do baixo contínuo, no cravo ou órgão, é uma prova clara disso. A linha vocal escrita para Marília Vargas, grande maestra de canto ‘historicamente informado’ também é profundamente enraizada e justificada. A própria escrita para as cordas também procura espelhar, amplificar e refletir o afeto, o espírito do soneto musicado, à melhor maneira da prática instrumental vigente no tempo de Vivaldi”, explica o músico que volta a colaborar com a Orquestra Ouro Preto, com a qual criou, em 2021, “O Canto do Curupira”, obra para piano e cordas com participação de Cristian Budu.

Em comum, a crença de que é possível gerar conexões nos mais distantes universos musicais. “Para mim é um presente poder colaborar com uma orquestra tão vigorosamente criativa e ativa e sonhar música para este grupo mineiro estimulante e único. Espero que nossa parceria se prolongue por muitos e muitos anos e gere ainda muitos frutos bonitos”, celebra Mehmari.

 

SERVIÇO

Orquestra Ouro Preto: As Quatro Estações, de Vivaldi

Data: 21 de outubro de 2023

Horário: às 20h30

Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046, centro)

Ingressos: www.sympla.com.br ou na bilheteria do teatro

Informações: www.orquestraouropreto.com.br

Orquestra Ouro Preto estreia "Lendas do Rock"

Concerto une clássicos do Queen, Pink Floyd, Metallica, Guns N' Roses, entre outros, na próxima atração da série Domingos Clássicos, no Sesc Palladium, dia 9 de julho, às 11h  

Se depender da Orquestra Ouro Preto, o rock está mais vivo do que nunca! A prova disso são as plateias sempre lotadas para assistir aos tributos a grandes ícones do gênero que a formação mineira vem homenageando ao longo de sua trajetória. Para elevar à máxima potência essa experiência nasceu “Lendas do Rock”, que reúne os maiores clássicos de algumas das maiores bandas de todos os tempos. O concerto estreia no dia 9 de julho, às 11h, pela série Domingos Clássicos, do Sesc Palladium, com ingressos a preços populares.

Fãs de diversas bandas que marcaram a história da música do século XX, de Beatles a Nirvana, já foram presenteados com as versões sempre surpreendentes e com a marca da excelência e da versatilidade que a Orquestra imprime. Mas não foram nada raros os pedidos para que o próximo tributo fosse a este ou aquele outro grupo. A solução foi unir um verdadeiro panteão de roqueiros para criar um repertório que desfila sucessos que ultrapassaram a barreira do tempo.

O setlist abre espaço para o quarteto de Liverpool, que nunca pode faltar a uma celebração dessas, assim como para os Rolling Stones, que já foram homenageados pela Orquestra em outros trabalhos. Mas soma a eles a força dramática do Queen em sua “Bohemian Rapsody”, a genialidade de Jimmy Page e Robert Plant no Led Zeppelin, que em 1971 deram à luz a nada menos que “Stairway To Heaven”, que passeia entre o acústico e o elétrico com a simplicidade dos gênios.

O repertório ganha peso com “Enter Sandman”, do Metallica, e já convida o Deep Purple e um dos riffs mais icônicos de guitarra presente em “Smoke on the Water” para entrar em cena, seguidas por canções do Guns N’ Roses e do Pink Floyd, mostrando toda a diversidade e qualidades musicais desse tal de rock n’ roll que simplesmente mudou a história.

“O espírito rock n’roll permeia a história da Orquestra Ouro Preto. Acredito que o que define o gênero está relacionado com a atitude transgressora, com a personalidade. E essa ousadia está incrustada em nossa direção artística e ações que visam quebrar barreiras e vencer tabus”, afirma o maestro Rodrigo Toffolo, regente titular e que, vez ou outra, é visto com suas camisas do Nirvana, Beatles e outras bandas.

A ORQUESTRA  

Uma das mais prestigiadas formações orquestrais do país, a Orquestra Ouro Preto tem como diretor artístico e regente titular o maestro Rodrigo Toffolo. Premiado nacionalmente, o grupo vem se apresentando nas principais salas de concerto do Brasil e do mundo. Criada em 2000, a Orquestra Ouro Preto tem atuação marcada pelo experimentalismo e ineditismo, sob os signos da excelência e da versatilidade.

Em sua trajetória, destaca-se a presença em todo o território nacional e nas principais capitais do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, João Pessoa, Salvador e Natal. No exterior, sua qualidade foi comprovada em turnês de sucesso, com presença de grande público em apresentações na Inglaterra, Portugal, Espanha, Argentina e Bolívia.

Possui diversos trabalhos registrados em CD e DVD: “Latinidade” (2007), “Oito Estações – Vivaldi e Piazzolla” (2013), “Valencianas: Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto (2014)”, “Antonio Vivaldi – Concerto para Cordas” (2015), “Orquestra Ouro Preto – The Beatles” (2015), “Latinidade: Música para as Américas” (2016), “Música para Cinema” (2017), “O Pequeno Príncipe” (2018), “Suíte Masai” (2019), “Quem Perguntou Por Mim: Fernando Brant e Milton Nascimento” (2019), “Gênesis: João Bosco e Orquestra Ouro Preto” (2022) e “Valencianas II” (2022).

Em sua discografia, destaca-se o Prêmio da Música Brasileira 2015, na categoria Melhor Álbum de MPB, a indicação ao Grammy Latino 2007, como Melhor Disco Instrumental por “Latinidade”, e a distribuição mundial dos discos “Latinidade – Música para as Américas” e “Antonio Vivaldi – Concerto para Cordas” pela gravadora Naxos, a mais importante do mundo dedicada à música de concerto. Com foco na pesquisa e valorização de referências musicais, a Orquestra Ouro Preto tem como proposta a oferta de uma programação permanente e o desenvolvimento de repertório diversificado em gênero e época, buscando a formação e a ampliação de público.

 

SERVIÇO

Orquestra Ouro Preto: Lendas do Rock

Data: 9 de julho de 2023

Horário: 11 horas

Local: Grande Teatro do Sesc Palladium

Ingressos: No Sympla e na bilheteria do teatro.

Informações: www.orquestraouropreto.com.br

Orquestra Ouro Preto celebra os 90 anos de Rufo Herrera

Concerto comemorativo acontece no dia 7 de maio, às 11h, no Sesc Palladium, e contará com a participação especial do próprio aniversariante

Em 2023 o compositor, bandoneonista e cofundador da Orquestra Ouro Preto, Rufo Herrera, completará 90 anos. A data é mais que especial e merece ser comemorada em grande estilo, afinal, poucos criadores têm seu nome e capacidade artística tão intrinsecamente ligados a projetos que marcam a cultura mineira. Para celebrar sua vida e sua obra, a Orquestra preparou um concerto que pretende explorar toda a genialidade do músico argentino, que poderá ser conferido no dia 7 de maio, às 11h, no Sesc Palladium. A apresentação integra a série Domingos Clássicos e os ingressos já estão à venda.

Com a participação especial do próprio Rufo e prevendo estreias de obras inéditas compostas ao longo da sua longeva e brilhante carreira, o repertório transita entre tangos, milongas e até mesmo uma missa, reverenciando uma trajetória das mais ricas e criativas, que mudou, e continua transformando, o cenário da música sul-americana.

Argentino radicado em Minas Gerais há quase 60 anos, Rufo Herrera é referência mundial no bandoneón, mesmo instrumento no qual Piazzolla, ícone do tango argentino, também demonstrava sua genialidade. Durante toda sua carreira, desenvolveu seu trabalho e pensamento em busca de uma linguagem artística ampliada que pudesse integrar a multiplicidade e a universalidade das manifestações artístico-culturais. Sua discografia contempla 8 discos e diversas participações em parceria com outros músicos e musicistas.

O menino de família simples nascido em Córdoba nos anos 30, após um trajeto de dificuldades, superação e muitos países percorridos, chegou ao Brasil nos anos 60 e, desde então, deixa sua marca registrada. Espécie de farol na cultura mineira, Rufo Herrera se notabilizou não apenas por sua virtuose no instrumento, mas também por sua atuação de experimentação e pesquisa nas mais variadas linguagens, atuando nos campos da música, do teatro e do audiovisual, além de sua influente presença como professor e educador.

Cofundador da Orquestra Ouro Preto ao lado de Ronaldo Toffolo, tem sua identidade cravada no DNA da formação mineira, sendo um dos principais responsáveis pela constante quebra de paradigmas pela qual a Orquestra regida por Rodrigo Toffolo é reconhecida, aliando sem contradições a tradição e a contemporaneidade.

“Tudo veio da cabeça do Rufo. A cara que a Orquestra Ouro Preto tem hoje, o caminho que ela percorreu ao longo desses 23 anos, foi um caminho vislumbrado e desenhado por ele. Crescemos musicalmente tocando sua música, então, cada nota é muito especial”, aponta o Maestro Rodrigo Toffolo.

“A criação da Orquestra é uma dessas utopias que se realizam. Fui muito feliz no momento em que tive essa oportunidade de estar com esse grupo, de unir música de excelente qualidade sem nunca perder de vista o compromisso de dialogar e formar público”, afirma Rufo que, prestes a chegar aos 90, ainda tem muito a realizar.

 

SERVIÇO

Orquestra Ouro Preto: Rufo Herrera 90 anos

Data: 7 de maio de 2023 - domingo

Horário: 11 horas

Classificação: livre

Ingressos: R$15 e R$30

Vendas: www.sympla.com.br e bilheteria do teatro

Informações: www.orquestraouropreto.com.br

 

Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto apresentam "Valencianas II" em Brasília

Concerto retoma a parceria que foi sucesso de público e crítica, trazendo no repertório novas obras do cantor e compositor pernambucano em arranjos surpreendentes; espetáculo terá única apresentação em Brasília, no dia 27 de abril, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.  

O novo capítulo da bem-sucedida parceria entre a Orquestra Ouro Preto, o cantor e compositor Alceu Valença e o diretor de cena Paulo Rogério Lage, que deu origem a “Valencianas II”, agora poderá ser vista ao vivo pelo público de várias cidades do Brasil. O concerto iniciou sua turnê nacional em Salvador e a agora estará em Brasília. Depois segue para Belo Horizonte, João Pessoa, Olinda e Rio Janeiro. Em Brasília, a apresentação está marcada para o dia 27 de abril, às 20h30, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Os ingressos estão à venda no site da Bilheteria Digital(https://bit.ly/3UHRaYB).  

 Valencianas, criação inicial dessa parceria, rodou todo o país e Portugal, sempre com apresentações esgotadas. Agora, o trio celebra a continuidade do projeto e o sucesso do lançamento do álbum “Valencianas II”, em 2022, mostrando Brasil afora novas músicas, novos arranjos e ainda mais sucessos de Alceu.

Valencianas II

O cantor e compositor Alceu Valença e a Orquestra Ouro Preto, regida pelo Maestro Rodrigo Toffolo, apresentam a 2ª edição de Valencianas, com novas obras no repertório que pretendem surpreender os fãs da poesia de Alceu, com ainda mais beleza e sonoridades musicais. “Alceu é um ícone da música popular brasileira por sua eterna ousadia e, ao mesmo tempo, contemporaneidade. Por isso acreditamos que estava na hora de, mais uma vez, associar os ritmos do sertão e o folk da guitarra elétrica de Alceu à música de concerto impregnada de versatilidade da Orquestra Ouro Preto”,  conta o maestro Toffolo lembrando que a parceria entre a música de concerto e a música popular brasileira surpreendeu até seus produtores que viram, desde o início do projeto, teatros sempre com ingressos esgotados e plateias encantadas com a performance dos parceiros.

E o sucesso foi além dos teatros. Com a gravação do CD e DVD Valencianas, Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto tiveram o trabalho elogiado pela crítica levando-os a receber o Prêmio da Música Brasileira, em 2015, como melhor disco de MPB, categoria de maior prestígio da tradicional premiação.

No repertório novo, os inúmeros sucessos que ficaram de fora do primeiro espetáculo deixaram margem para que fosse árdua a tarefa de selecionar as canções que fariam parte desta segunda edição. O Maestro Rodrigo Toffolo revela algumas: “Como Dois Animais”, “Dia Branco”, “Solidão” “Tesoura do Desejo”, “Taxi Lunar” e “Pelas Ruas que Andei”. Escolhidas a dedo por Alceu, estas obras prometem emocionar o público, em arranjos especialmente confeccionados por Mateus Freire, que também propõe uma nova Suíte Orquestral para abertura do espetáculo”, revela Rodrigo Toffolo.

“Mais uma vez, o que queremos é proporcionar um encontro inesquecível entre a música de concerto e a música de Alceu Valença, com Valencianas II. Uma forma não só de homenagear este mestre da MPB, bem como a brasilidade que a obra de Alceu nos remete”, conclui Rodrigo Toffolo.

“Valencianas II” já nasceu com grande adesão do público, que lotou a estreia do concerto na praia de Copacabana, no Rio, no fim do ano passado, assim como a única apresentação do espetáculo na capital paulista, no Espaço das Artes, além de somar números significativos de acessos nas plataformas e canais de streaming.  

 

Histórico

Valencianas, a primeira edição do espetáculo, foi concebida em 2010, para celebrar os 40 anos de carreira de Alceu Valença, fruto do encontro com Paulo Rogério Lage, que há tempos planejava proporcionar contornos orquestrais à sua obra, juntamente com o maestro da Orquestra Ouro Preto e o homenageado.

Até então, o trabalho do cantor e compositor pernambucano, não havia recebido tal tratamento, o que representou uma experiência inédita na carreira de Alceu. O sucesso da parceria foi absoluto, levando milhares de pessoas a teatros e praças no Brasil e em Portugal.

Com a gravação do CD e DVD Valencianas: Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto, em 2014, o trabalho, elogiado pela crítica e festejado pelo público, ganhou o Prêmio da Música Brasileira, em 2015, como melhor disco de MPB, categoria de maior prestígio da tradicional premiação. Já nas mídias sociais e em aplicativos de streaming, o sucesso da parceria alcançou números inimagináveis, tanto para artistas da MPB, quanto para Orquestras.

 

A Orquestra 

Uma das mais prestigiadas formações orquestrais do país, a Orquestra Ouro Preto tem como diretor artístico e regente titular o Maestro Rodrigo Toffolo. Premiado nacionalmente, o grupo jovem vem se apresentando nas principais salas de concerto do Brasil e do mundo. A orquestra foi criada em 2000 e seu trabalho é marcado pelo experimentalismo e ineditismo.

A essência da Orquestra Ouro Preto está em tornar a música de concerto acessível e interessante ao público, tirando a música erudita das salas de concerto e levando até o público em um exercício de popularização do estilo. Por isso, maestro e músicos estão sempre atentos ao exercício de desmistificar o estilo, tornando-o atraente aos ouvidos de todos.

A fórmula escolhida pela Orquestra Ouro Preto para isso é a junção entre a excelência e a versatilidade, a mistura entre o clássico e os estilos mais populares, fazendo um encontro milenar da música clássica com o rock, a MPB e até o hip hop, linguagens amplamente difundidas e repletas de contemporaneidade. Parte daí a especial atenção do grupo à efervescência cultural da américa Latina, com foco na música brasileira de concerto e nas demais manifestações musicais de países vizinhos, assim como à pesquisa e difusão do repertório vinculado à Escola Mineira de Compositores do Séc. XVII

Maestro Rodrigo Toffolo

Rodrigo Toffolo é diretor artístico da Orquestra Ouro Preto desde sua fundação, em 2000, e assumiu a regência titular do grupo em 2007, após formação junto ao Maestro Ernani Aguiar, um dos maiores compositores e pesquisadores brasileiros em atividade. Doutorando em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa (Portugal) e Mestre em Musicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo Toffolo imprime na Orquestra uma visão ampliada de gestão e musicalidade, que ele gosta de conceituar como “excelência e versatilidade”.

 

SERVIÇO

Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto apresentam “Valencianas II” em Brasília

Data: 27 de Abril - quinta-feira

Horário: 20h30

Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães - St. de Divulgação Cultural - Ulysses Guimarães, Brasília - DF, 70655-775

Ingressos: a partir de R$114

Vendas: Bilheteria Digital (https://bit.ly/3UHRaYB 

Informações: (61) 2196-9000/9089

Orquestra Ouro Preto lança álbum dedicado a Haydn e Mozart

Homenagem aos compositores austríacos contou com a participação dos renomados pianistas brasileiros Cristian Budu e Gustavo Carvalho e será lançada no dia 31 de março em todas as plataformas digitais

A excelência e a versatilidade que marcam a trajetória da Orquestra Ouro Preto são mais uma vez entoadas no mais novo projeto do conjunto mineiro, que imprime a sua assinatura na interpretação da obra de dois dos maiores compositores de todos os tempos: Haydn e Mozart. Com a luxuosa participação dos renomados pianistas brasileiros Cristian Budu e Gustavo Carvalho, o registro, gravado no Grande Teatro do Palácio das Artes, chega a público no dia 31 de março, com lançamento em todas as plataformas digitais e distribuição internacional da Naxos, mais valoroso selo dedicado à música de concerto.

A escolha por esses dois ícones da música mundial neste novo trabalho não foi aleatória. Diretor artístico e regente titular da formação mineira, o maestro Rodrigo Toffolo define os dois gênios como “pedras angulares da formação de uma Orquestra, onde os desafios técnicos e musicais são caminhos quase que obrigatórios no desenvolvimento de um grupo artístico”.

Contemporâneos e representantes do classicismo europeu, os compositores ganham agora as cores e as notas da Orquestra, nas interpretações do “Concerto para dois pianos, K.365”, de Mozart (1756-1791), e “Sinfonia nº 44 ‘Trauer’”, de Haydn (1732-1809). O projeto proporcionou grande satisfação ao maestro Rodrigo Toffolo, não só por registrar junto aos músicos obras que admira desde sua infância, mas também porque, em suas palavras, “a gravação nos ensina muito. A gente sempre sai melhor do que entrou”.

Diante de uma exímia formação, Cristian Budu e Gustavo Carvalho executam, lado a lado, o “Concerto para dois pianos, K.365”, único escrito por Wolfgang Amadeus Mozart para dois pianos e orquestra. Parceiros da formação mineira em outros projetos, os dois pianistas tiveram, nessa gravação, a oportunidade de se reencontrarem e comprovarem a sintonia musical entre eles.

“Mozart era essencialmente operístico, adorava o drama teatral presente na música. Essa obra carrega originalidade, arroubo, dramaticidade e teatralidade. É uma fase ainda jovem de Mozart, que começa a trazer esse lado mais dramático, com tantos humores e cenas diferentes”, comenta Budu.

Já Gustavo Carvalho destaca que esse é um concerto “extremamente refinado, com diversas dificuldades camerísticas, que tem essa provocação de manter a liberdade e nunca esquecer de que era uma música feita com espírito de improviso, para ser tocada naquele momento”, ressalta o pianista, mineiro de Belo Horizonte.

Além de Mozart, o álbum traz a “Sinfonia n° 44 ‘Trauer’” de Franz Joseph Haydn, que, segundo o maestro Rodrigo Toffolo, é uma obra “dramática e profunda”, que requer leveza e precisão, que combina com o aspecto sonoro que a Orquestra vem desenvolvendo ao longo dos anos. “É forte quando tem que ser forte e sensível quando tem que ser sensível”, avalia o regente.

“Orquestra Ouro Preto – Haydn & Mozart” é o 17º álbum da discografia da formação mineira e será distribuído pelo selo Naxos, a mais importante do mundo dedicado à música de concerto. O lançamento acontece no dia 31 de março em todas as plataformas digitais.

SOBRE A ORQUESTRA OURO PRETO

Uma das mais prestigiadas formações orquestrais do país, a Orquestra Ouro Preto tem como diretor artístico e regente titular o maestro Rodrigo Toffolo. Premiado nacionalmente, o grupo vem se apresentando nas principais salas de concerto do Brasil e do mundo. Seu trabalho ousado e plural é reconhecido com importantes premiações nacionais e aplausos efusivos do público nas salas e casas de espetáculo por onde passa.

Criada em 2000, a Orquestra Ouro Preto tem atuação marcada pelo experimentalismo e ineditismo, sob os signos da excelência e da versatilidade. Possui diversos trabalhos registrados em CD e DVD: Latinidade (2007), Oito Estações – Vivaldi e Piazzolla (2013), Valencianas: Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto (2014), Antonio Vivaldi – Concerto para Cordas (2015), Orquestra Ouro Preto – The Beatles (2015), Latinidade: Música para as Américas (2016), Música para Cinema (2017), O Pequeno Príncipe (2018), Suíte Masai (2019) e Quem Perguntou Por Mim: Fernando Brant e Milton Nascimento (2019), Gênesis- João Bosco e Orquestra Ouro Preto (2022) e Valencianas II: Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto (2022).

SERVIÇO

Orquestra Ouro Preto: Haydn & Mozart – Lançamento virtual

Data: 31 de março de 2023

Onde: Em todas as plataformas digitais

Informações: www.orquestraouropreto.com.br