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Aplicativo IDSYNC desenvolvido pela Gateware registra presença por meio de Reconhecimento Facial

Validação das fotos é feita mediante análise biométrica por Inteligência Artificial e Algoritmos de Aprendizado de Máquina

Pensando em diminuir o número de fraudes no momento de registrar presença em concursos públicos e eventos, a empresa de tecnologia Gateware, em parceira com o Bexpo, desenvolveu o app IDSYNC, que registra presença por meio de Reconhecimento Facial. A plataforma pode ser utilizada por empresas que realizam eventos no geral, concursos públicos, vestibulares e escolas.

De acordo com a coordenadora da área que desenvolve o app na Gateware, Lucineile Glonek, o registro de presença pode ser realizado apenas por pessoas cadastradas como operadores no painel administrativo e é liberado somente no horário determinado.

“O operador poderá digitar o CPF ou escanear o código disponibilizado para o candidato, para encontrar sua inscrição e então realizar o registro fotográfico. Se a pessoa estiver na lista de candidatos esperados e a foto corresponder, sua presença pode ser confirmada automaticamente”, explica a coordenadora.

A validação das fotos é feita mediante análise biométrica por Inteligência Artificial (IA) e algoritmos de aprendizado de máquina. “Caso seja fornecida uma foto como matriz de validação anteriormente à foto via aplicativo, esta foto será utilizada como referência e permitirá confirmar a identidade da pessoa analisada. Do contrário, a Inteligência Artificial analisará as características da biometria do participante, permitindo inferir se conferem com os dados fornecidos como idade e sexo”, pontua Lucineile.

Além de reduzir consideravelmente o número de fraudes, com a utilização da plataforma, também será possível diminuir as filas de entrada, facilitar a visualização das presenças e ausências lançadas em tempo real, além de poder consultar no painel de gestão as informações do candidato e as suas fotos. 

“A contagem estatística de candidatos será feita de forma automática e disponibilizada no painel de gestão para acompanhamento, sendo mais fácil acompanhar as ausências. O organizador do evento também pode comparar facilmente as fotos registradas dos candidatos em cada uma das etapas, se for necessário”, afirma Glonek.

Lucineile explica que os dados informados no app são tratados conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). No caso de menores de idade, cabe à instituição contratante a coleta do consentimento dos responsáveis para o tratamento dos dados. “Os dados de menores somente podem ser acessados por seus responsáveis legais e pelos funcionários da escola encarregados da gestão do sistema devidamente autorizados e credenciados no sistema”, diz.

O aplicativo também está preparado para fazer a verificação de irmãos gêmeos e pessoas muito parecidas que participem do mesmo evento. “Nossas aplicações possibilitam a confirmação de dados pessoais, como nome, CPF e data de nascimento, antes do lançamento da presença, evitando esse tipo de dificuldades”, explica a coordenadora.

É possível realizar o registro fotográfico do candidato mesmo sem conexão com a internet. “Assim que houver conexão, o aplicativo realizará a sincronização com o sistema, que retornará o status do reconhecimento facial das fotos recém enviadas”, finaliza Lucineile Glonek.

O aplicativo está disponível para Android e para iOS nas suas respectivas lojas de aplicativo. Para mais informações, acesse: idsync.com.br e gateware.com.br

Sobre a Gateware –  Focada em tecnologia, inovação e participante do Pacto Global da ONU no Brasil, a Gateware foi fundada em 2000. Com matriz localizada em Curitiba, no Paraná, também possui unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Argentina e EUA. Atualmente, possui 170 funcionários e atua em quatro suites: GW Value Strategy (PMO Gestão de Projetos e GMO Gestão de Mudanças), GW Outsourcing (Alocação de Profissionais de TI), GW Solution (Aplicativo LivID que realiza Prova de Vida e Recadastramento Digital por meio do reconhecimento facial e inteligência artificial, além da funcionalidade de Consulta de Óbito em todo território nacional) e GW Labs (Fábrica de Softwares Multiplataforma).

Comunicação, liderança e visão holística: habilidades essenciais para atuar com projetos, análise de dados e business intelligence

A Project Management Officer (PMO) da Gateware, Karina Sena, revela a importância das chamadas soft skills para profissionais de TI

Mesmo as empresas mais bem-sucedidas do mercado não fogem da necessidade de estar em constante inovação e uma gestão de projetos eficiente se faz crucial. É esta gestão de projetos eficiente que auxilia na definição de metas claras, alocação de recursos de forma satisfatória, monitoramento de progresso e garantia de sucesso das entregas.

Nada disso acontece, se não houver a liderança de um gestor de projetos – Project Manager (PM) ou liderança com suporte de um Project Management Officer (PMO) – que domine as habilidades essenciais para a função. A qualidade técnica é fundamental, porém, engana-se quem acredita que gestor de projetos lida apenas com dados e indicadores. “Se ele não souber falar com pessoas, o projeto pode fracassar”, decreta a PMO da Gateware, Karina Sena.

A profissional da Gateware presta suporte, atualmente, à gestão de projetos de uma das maiores fabricantes de eletrodomésticos do mundo, instalada em Curitiba, e garante que tem um trunfo nas mãos – e no currículo – o gestor de projetos que domina as quatro habilidades (soft skills) essenciais, que fazem brilhar os olhos das chamadas dream companies (empresas dos sonhos), pela garantia das melhores entregas e resultados do seu time.

De todas as soft skills fundamentais, uma está no topo: a comunicação. É justamente nela que se encontra a grande parte dos problemas em projetos, avalia a PMO da Gateware. “Para evitar conflitos, a comunicação tem que ser clara na transmissão do que é preciso entregar. A gestão, quando trabalha em projetos, trabalha com pessoas, e elas não são máquinas”, afirma.

Além disso, Karina lembra que, não somente o time envolvido, mas outras pessoas do time serão impactadas pelo resultado final do projeto. Segundo a PMO, essas são essenciais para o bom andamento do projeto e para evitar possíveis bloqueios ao longo do caminho. “Na implementação de um sistema em uma fábrica, por exemplo, as pessoas que vão utilizá-lo diariamente precisam se sentir parte desta implementação e trabalhar a favor dela. Se isso não acontece, não vai valer de nada, terá sido um investimento que não gerou valor para a empresa.”

Por isso, a PMO da Gateware recomenda que o gerente de projetos saiba em quem focar e em que tipo de comunicação. Quem serão as pessoas impactadas diretamente pelo projeto? Quais os cargos? O quanto são influentes dentro da empresa? “Estas são pessoas atuarão como engajadores. Pode ser um diretor de fábrica, um CEO, enfim, serão os verdadeiros defensores do projeto e as primeiras pessoas que o gestor de projetos precisa ter ao seu lado”, orienta Karina.

Outra soft skill bastante importante é a liderança. Esta é a habilidade que mostra como o gestor de projetos inspira e motiva as pessoas a trabalharem por um objetivo que não é o hard core delas.

A PMO sugere que um membro da equipe, por exemplo, com dificuldades ou problemas particulares que possam interferir no processo, seja motivado. Ou mesmo tentar identificar outras questões. “É possível que a pessoa não esteja motivada porque não está atuando em sua área de atuação direta ou que gostaria de atuar. O gerente de projetos precisa ter sensibilidade e técnica para identificar as causas e agir, isso é essencial”, diz.

A gestora de projetos destaca ainda como terceira habilidade essencial a visão holística, ou seja, de enxergar o processo de forma panorâmica. “Entender o fluxo do todo, o que impacta o projeto e o que pode angariar, a parceria que entrega valor e facilita a execução das partes envolvidas. Ou seja, é preciso avaliar as oportunidades, os chamados riscos positivos. São esses profissionais que consideramos os melhores, pois entregam o que não esperamos, aquela entrega excepcional.”

Nesse cenário, a formação do profissional não é o principal requisito. Ele pode ter sido de qualquer área, seja de exatas, humanas ou jurídica. O fundamental, segundo a PMO, é que seja uma pessoa curiosa e questionadora, porque estará olhando para a amplitude, de onde e para onde, a quem impacta, para o que pode acontecer e que não foi previsto ainda, seja bom ou ruim. “Para trabalhar com gestão de projetos, consideramos a personalidade do profissional e a capacidade de buscar os conhecimentos técnicos necessários.”

E, como uma quarta soft skill, a PMO da Gateware aponta a habilidade em negociação. Isso porque o gestor de projetos lida o tempo todo com fechamento de acordos de parcerias, para ter suporte, apoio e para a conclusão de projetos. Seja presencialmente ou virtualmente. “As pessoas precisam se sentir parte de um time, mesmo estando em lugares diferentes. Isso é desafiador para um gestor, mas, até para isso, existem técnicas de integração que preservam a unidade e a leveza do processo”.

Metodologias

Para saber atuar com as metodologias que melhor se adequam à gestão de projetos, Karina recomenda que os profissionais estejam próximos ao PMI – Project Management Institute, por ser a associação líder global em projetos e prezar por um olhar amplo para a atividade. Ao todo são oito certificações ofertadas, sendo uma delas a mais reconhecida, chamada de PMP – Project Management Professional, na opinião da PMO da Gateware. “PMP é a certificação que recomendo e endosso, porque o PMI está sempre olhando para o futuro e mescla com técnicas diversas, conforme o que for melhor para o momento”, afirma.

Uma das técnicas às quais Karina se refere é a chamada Metodologia Ágil, que tem objetivo de entregar valor no menor tempo possível, com flexibilidade para mudanças. Nela, o desenvolvimento de software não precisa obrigatoriamente seguir uma sequência, como pedem os projetos de engenharia, por exemplo. “Não há como testar algo sem um protótipo físico”, exemplifica.

No caso de um software, é possível construir vários códigos em paralelo e eles podem ter conexões, com pessoas diferentes construindo, e conseguimos colocar todos eles juntos para rodar, ao mesmo tempo. Em outros momentos, porém, haverá projetos que não vão sair de uma cascata, porque depende do governo, de uma liberação ou de uma burocracia, como em um banco. “Às vezes, o gestor não tem conhecimento de uma metodologia, mas consegue se adaptar e fazer a entrega, porque essa base de escopo, gestão de risco, de mudança, das partes interessadas, o PMI dá.”

Sobre a Gateware – Focada em tecnologia, inovação e participante do Pacto Global da ONU no Brasil, a Gateware foi fundada em 2000. Com matriz localizada em Curitiba, no Paraná, também possui unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Argentina e EUA. Atualmente, possui 170 funcionários e atua em quatro suites: GW Value Strategy (PMO Gestão de Projetos e GMO Gestão de Mudanças), GW Outsourcing (Alocação de Profissionais de TI), GW Solution (Aplicativo LivID que realiza Prova de Vida e Recadastramento Digital por meio do reconhecimento facial e inteligência artificial, além da funcionalidade de Consulta de Óbito em todo território nacional) e GW Labs (Fábrica de Softwares Multiplataforma)

Gateware abre vaga de Engenheiro e Arquiteto de IA Generativa com salário de até R$ 20 mil

Candidato deve dominar inglês para fala e ter compreensão de leitura

A Gateware, empresa de tecnologia e inovação, está com vaga aberta para o cargo de Engenheiro e Arquiteto de Inteligência Artificial Generativa, com remuneração de até R$ 20 mil. O candidato deve ter nível fluente em inglês para fala e ter compreensão de leitura. A atuação é remota.

O Engenheiro e Arquiteto de Inteligência Artificial Generativa, com foco em Azure Cloud e DevOps, desempenha um papel fundamental no avanço das iniciativas de Inteligência Artificial Generativa. Ele será responsável pelo design de sistemas de alto nível, desenvolvimento de arquitetura de software e infraestrutura escalável.

Colaborando de perto com equipes centrais, o profissional fomentará a integração entre áreas, capacitando equipes por meio de treinamento. Além disso, esse papel assegura a adesão aos padrões de qualidade, gerencia riscos, monitora o progresso e facilita a adaptação aos requisitos em mudança.

Para a vaga, a Gateware exige que o candidato tenha mais de 7 anos de experiência e comprovada expertise em Arquitetura de Software, Engenharia, Projetos de Dados e Análise, Machine Learning e Deep Learning. Também é requisito o domínio em Azure Cloud e DevOps, Python, C#, e capacidade de contribuir para o desenvolvimento de uma plataforma Gen AI multiagente.

As inscrições podem ser feitas pelo link https://gateware.com.br/vaga/?id=55732&title=Arquiteto-de-IA-Generativa ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Sobre a Gateware – Focada em tecnologia, inovação e participante do Pacto Global da ONU no Brasil, a Gateware foi fundada em 2000. Com matriz localizada em Curitiba, no Paraná, também possui unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Argentina e EUA. Atualmente, possui 170 funcionários e atua em quatro suites: GW Value Strategy (PMO Gestão de Projetos e GMO Gestão de Mudanças), GW Outsourcing (Alocação de Profissionais de TI), GW Solution (Aplicativo LivID que realiza Prova de Vida e Recadastramento Digital por meio do reconhecimento facial e inteligência artificial, além da funcionalidade de Consulta de Óbito em todo território nacional) e GW Labs (Fábrica de Softwares Multiplataforma).

Gateware reforça segurança em Reconhecimento Facial e dados sensíveis com certificação cibernética

Aposta em oferecer mais segurança para usuários posiciona Gateware em elevados padrões de qualidade e responsabilidade no setor de tecnologia

A Gateware está fortalecendo sua abordagem de segurança cibernética, especialmente no aplicativo LivID, produto que executa Prova de Vida, Recadastramento Digital por meio de reconhecimento facial e inteligência artificial, e Consulta de Óbito em todo território nacional, e que agora ostenta o Selo de Cibersegurança da Resh, garantindo a proteção de informações contra invasões.

Com a certificação, a empresa especialista em TI se antecipa a uma dor do mercado. De acordo com um estudo realizado pela AllowMe em parceria com a OLX, as invasões virtuais no Brasil em 2022 somaram prejuízos estimados em R$ 551 milhões. A análise avaliou cerca de 20 milhões de contas em plataformas online e identificou que eletrônicos foram os alvos mais frequentes.

O LivID, conhecido por seu Reconhecimento Facial com dados criptografados e alto nível de segurança, passou por uma avaliação rigorosa. A Gateware contratou a Resh Cyber Defense para conduzir testes de invasão, incluindo 125 tipos distintos de avaliações seguindo as normas WASP (Web Application Security Project), CWE (Common Weakness Enumeration) e CVE (Common Vulnerabilities and Exposures). “O processo de 90 dias envolveu uma rotina intensiva de testes, correções, atendimento a demandas e garantias de conformidade com a LGPD”, explica João Recanello, arquiteto líder de tecnologia da Gateware.

O Selo de Proteção atesta a maturidade de segurança das suas aplicações web e certifica que suas aplicações passam por constantes testes de vulnerabilidades, seguindo os mais rigorosos padrões de segurança nacional e internacional.

“Instituições renomadas confiam no LivID devido à segurança da plataforma, que assegura o acesso somente às informações do usuário, aplicando criptografia robusta, boas práticas de codificação e implementação segura”, garante Recanello.

A certificação cibernética não apenas reforça a segurança contra vazamento de dados sensíveis, mas também coloca a Gateware na vanguarda da preocupação global com a vulnerabilidade de Reconhecimento Facial. “Em um cenário onde invasões e vazamentos de dados são crescentes, especialmente em setores financeiros, a Gateware destaca-se ao oferecer maior segurança para os usuários e contribui para elevar os padrões de qualidade e responsabilidade no setor de tecnologia”, enfatiza João Recanello.

Sobre a Gateware – Focada em tecnologia e inovação, a Gateware foi fundada em 2000. Com matriz localizada em Curitiba, no Paraná, também possui unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Argentina e EUA. Atualmente, possui 170 funcionários e atua em quatro suites: GW Value Strategy (PMO Gestão de Projetos e GMO Gestão de Mudanças), GW Outsourcing (Alocação de Profissionais de TI), GW Solution (Aplicativo LivID que realiza Prova de Vida e Recadastramento Digital por meio do reconhecimento facial e inteligência artificial, além da funcionalidade de Consulta de Óbito em todo território nacional) e GW Labs (Fábrica de Softwares Multiplataforma).