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O menu degustação está diferente

Muito associado a espaços refinados, o menu degustação aparece em novos formatos em restaurantes casuais

Desde setembro, a chef Agnes Farjasvölgyi oferece um menu degustação pouco usual em seu restaurante, A Casa da Agnes. Ao sentar à mesa, o cliente não encontra um menu detalhado com todos os passos, pelo contrário. É ele quem monta com a chef, na hora, a sequência ideal de pratos.

“É um menu degustação exclusivo, feito no formato ideal para cada cliente, com o que temos disponível no cardápio da casa. Assim, é possível experimentar diversas entradas e pular o principal, se for o caso, conhecer todas as sobremesas. Tudo é possível!” conta Agnes.  

Já na Na Cozinha Santo Antonio, a chef Ju Duarte criou o mini-menu para agradar quem quer provar de tudo um pouco. “São três porções pequetitas, três pratos do nosso cardápio, um jeito de você provar mais da nossa Cozinha de uma só vez”, explica.

Os pratos são:

  1. Bacalhau Honório Brás, versão abrasileirada do tradicional bacalhau à Brás. Com batata doce palha, palmito pupunha, ovos caipira e couve fritinha.
  2. Arroz de pato, ora pois! Tem pato confit, paio, laranja Bahia e um croquete. É molhadinho, mas não é caldoso!
  3. Maria da Cruz, sse prato celebra a história na pessoa de uma mulher rebelde e corajosa que viveu no século XVIII, na beira do rio São Francisco. Peito de Angus Carapreta meia cura, milho e mandioca com requeijão moreno. E para aproximar tudo isso, as águas do rio São Francisco.

 

Sobre Agnes Farkasvölgyi

Comida e arte, a chef e banqueteira - e artista plástica - Agnes Farkasvölgyi leva seu universo lúdico para cozinha de três empreendimentos: A Casa da Agnes, Chafariz e Bouquet Garni. "Enquanto chef uso a cozinha e seu entorno como ferramentas para contar uma história construída sobre um tripé de memória/afeto, curiosidade e diversão", explica. "Minha cozinha se parece muito comigo. É colorida, alegre, misturada. Todos os pratos que faço tem uma história por trás. As que vivi e ainda vivo, as que ouço e aprendo. Desde quando comecei em 1989 ``, completa ela. 

 A Casa da Agnes abriu as portas dia 29 de janeiro de 2020. O projeto nasceu a partir de um desejo de diminuição da estrutura do bufê e de um contato mais direto com os comensais. "Eu sempre gostei do tet a tet com o cliente, da conversa" conta. Ali, Agnes divide as panelas e o atendimento com sua filha Camila. Sua mãe Lelete, depois de anos inserida no mundo da moda, também está por lá, cuidando de cada detalhe da casa. No menu, pratos frescos que mudam com a estação e algumas clássicas criações. 

 Seu mais recente projeto é no restaurante Chafariz, em Ouro Preto. Desde setembro deste ano, Agnes é chef executiva do tradicional restaurante da cidade histórica, colocando seu toque contemporâneo e criativo na culinária mineira. 

 "Eu pratico uma cozinha atenta a minhas referências, ao mesmo tempo aberta e curiosa ao novo. Acredito e uso a tecnologia nos preparos e acho que cozinha pode ser arte, desde que,  quem a faz, assim queira. Quanto mais misturamos tecnologia com histórias e conhecimento, mais estamos aptos a criar enredos com os pratos", explica a chef, que nos seus mais de 30 anos na gastronomia criou pratos que se tornaram icônicos e que vez ou outra precisa relembrar para seus fiéis clientes do Bouquet Garni. Caso do lombinho de porco com espaguete com couve e torresmo, o camarão empanado harumaki sobre caldinho de feijão branco, os bolinhos de arroz com ovas, a feijoada com pequi… a lista é grande!

 "O processo de criação/ construção de um prato ou um menu é muito parecido com meu processo artístico - seja para pintar, desenhar, escrever ou montar. Se desconheço um assunto ou tema, faço uma pesquisa. Anoto e desenho o que acho relevante e vou construindo um caminho. Todas as referências me interessam: forma, cor, textura e conteúdo ``, conta. 

 Prestes a completar 60 anos, Agnes Farkasvölgyi está em seu auge criativo, com muitos planos e ideias. "Com A Casa da Agnes comecei a construir um sonho. Um espaço que abrigasse cozinha e arte, jantares e almoços inusitados, todo o meu trabalho com o buffet e ainda um bistrô". A comemoração de seu aniversário, um evento eat art, será o início dessa nova fase. 

 

Sobre a Cozinha Santo Antônio

Em uma esquina charmosa, em um dos bairros mais tradicionais da cidade, a Cozinha Santo Antônio chama atenção logo de cara pela arquitetura. Ao mesmo tempo mineira e cosmopolita, com garimpos e peças de design e uma imponente e acolhedora cozinha aberta.

Uma ótima tradução para a comida feita ali. “Estamos completamente conectados com as nossas origens e com a nossa história, mas temos os pés no presente e o olhar no futuro”, diz Juliana Duarte, que comanda tudo no espaço.

A Cozinha Santo Antônio tem por principio o respeito à sazonalidade dos ingredientes, por isso o cardápio muda de acordo com o que se tem de mais fresco e gostoso para cozinhar, além de possuir também um menu a la carte com clássicos da casa. Os insumos são orgânicos, de origem e chegam através de pequenos produtores.

“Todo início de semana planejo o cardápio dos próximos dias com base no que os produtores têm disponível” conta Juliana. Durante a semana os pratos são de uma comida mais caseira, que eu defino como sendo ‘que nem a da casa da gente’. No final de semana temos pratos mais elaborados e sempre há opção vegetariana. A comida varia de receitas de família bem mineiras a pratos da cozinha do mundo, como a francesa e a do Oriente Médio que eu gosto muito e estudo”, completa.

Juliana é uma chef, historiadora e pesquisadora da história da gastronomia mineira. Mas antes disso tudo trabalhava na publicidade enquanto paralelamente estudava gastronomia e vendia seu disputado paté na Feira Fresca.

Do seu jeito, vem fazendo comida com história e afeto, transformando algo aparentemente banal em “extraordinário”. Comida que valoriza a cultura alimentar mineira e que faz bem para o corpo e para a alma.

 

Serviço

Rua São Domingos do Prata, 453 – Santo Antônio

Funcionamento de terça a domingo de 12:00 às 14:30 nos dias de semana e de 12:30 às 16:00 nos finais de semana.

Delivery e o “buscaqui”

Cozinha Santo Antônio celebra 2 anos

Charmoso restaurante da chef Ju Duarte prioriza ingredientes locais na sua gastronomia cheia de história e referências globais

A Cozinha Santo Antônio é endereço certo para quem busca uma refeição que preenche a barriga e a alma. Instalada em uma charmosa casa no bairro de mesmo nome, é local de comida afetiva, preparada com esmero pela chef Ju Duarte, historiadora de formação que leva para o prato todo seu amplo conhecimento de gastronomia e bem viver.

Neste mês de fevereiro, a chef celebra 2 anos de restaurante, aberto um pouco antes da pandemia começar. “Todo dia, antes de vir trabalhar, eu olho no espelho e engato uma conversa comigo: tem brilho no olho? Tem. Então pode ir”, conta Ju. Neste mês de aniversário, é tempo de renovar os compromissos, agradecer e abraçar os fornecedores-parceiros-amigos que cuidam da terra e trazem produtos frescos e livres de veneno. “Mas primeiro à equipe da cozinha, umas mulheres incríveis que colocam vida e alegria aos dias e as horas que a gente passa junto. Aqui tem muita risada, às vezes tem choro, mas sempre tem muito comprometimento com a comida que a gente faz” conta Ju.

E para os clientes, tem comilança! Pra comemorar, o cardápio vai rodar completo todos os dias da semana, com todas as opções à lá carte e a refeição à minuta de cada dia. É que na Cozinha Santo Antônio tem prato novo todo dia e cardápio fixo apenas no fim de semana.

“Na Cozinha é assim, cada dia é um dia novo de novo. Quando a gente desce a escada pra começar mais um dia de serviço meu coração sempre dispara. Ver as pessoas chegando, a primeira comanda. O prato feito. A expectativa do gosto. O encontro em volta da mesa, as histórias acontecendo. É gostoso demais da conta!”, finaliza a chef.

Sobre a Cozinha Santo Antônio

Em uma esquina charmosa, em um dos bairros mais tradicionais da cidade, a Cozinha Santo Antônio chama atenção logo de cara pela arquitetura. Ao mesmo tempo mineira e cosmopolita, com garimpos e peças de design e uma imponente e acolhedora cozinha aberta.

Uma ótima tradução para a comida feita ali. “Estamos completamente conectados com as nossas origens e com a nossa história, mas temos os pés no presente e o olhar no futuro”, diz Juliana Duarte, que comanda tudo no espaço.

A Cozinha Santo Antônio tem por principio o respeito à sazonalidade dos ingredientes, por isso o cardápio muda de acordo com o que se tem de mais fresco e gostoso para cozinhar. Os insumos são orgânicos, de origem e chegam através de pequenos produtores.

Por conta da pandemia, o restaurante tem funcionado no sistema delivery e “buscaqui”, no horário de almoço, de terça a domingo. “Todo início de semana planejo o cardápio dos próximos dias com base no que os produtores têm disponível” conta Juliana. Durante a semana os pratos são de uma comida mais caseira, que eu defino como sendo ‘que nem a da casa da gente’. No final de semana temos pratos mais elaborados e sempre há opção vegetariana. A comida varia de receitas de família bem mineiras a pratos da cozinha do mundo, como a francesa e a do Oriente Médio que eu gosto muito e estudo”, completa.

Juliana é uma cozinheira, historiadora e pesquisadora da história da gastronomia mineira. Mas antes disso tudo trabalhava na publicidade enquanto paralelamente estudava gastronomia e vendia seu disputado paté na Feira Fresca.

Do seu jeito, vem fazendo comida com história e afeto, transformando algo aparentemente banal em “extraordinário”. Comida que valoriza a cultura alimentar mineira e que faz bem para o corpo e para a alma.

 

Serviço

Rua São Domingos do Prata, 453 – Santo Antônio

Funcionamento de terça a domingo de 12:00 às 14:30 nos dias de semana e de 12:30 às 16:00 nos finais de semana.

Delivery e o “buscaqui”

Whatsapp: (31) 9-8218-6427

https://www.instagram.com/cozinha_santoantonio

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