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Ossel Assistência reforça apoio a atletas nas Olimpíadas em evento da Acisa

Boxeador Luiz Gabriel do Nascimento de Oliveira é destaque entre os esportistas patrocinados pela marca para os Jogos de 2024

No evento promovido pela Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André) nesta manhã, dia 3, para reforçar a importância do incentivo empresarial ao esporte, a Ossel Assistência destacou seu patrocínio a oito atletas olímpicos que estarão nos Jogos de 2024. Entre os esportistas presentes e patrocinado pela marca, estava o boxeador Luiz Gabriel do Nascimento de Oliveira, conhecido como Bolinha.

O atleta já conquistou importantes títulos, incluindo medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de 2023, medalha de ouro nos Jogos Sul-Americanos de 2022 e bronze nos Jogos Olímpicos da Juventude de 2018.

A diretora de Marketing da Ossel Assistência, Luciana Patara, e a diretora da Ossel Esporte, Karyn Paiva, ressaltaram os benefícios de associar a marca ao esporte, enfatizando a credibilidade adquirida no mercado ao apoiar atletas de alto rendimento. “Patrocinar esses talentos é mais do que uma ação de marketing, é um compromisso com o futuro do esporte nacional”, afirmou Patara.

Além dos atletas, o evento contou com a presença de treinadores e outros representantes do esporte, que reforçaram a importância do incentivo ao esporte desde a infância para um desenvolvimento integral.

O presidente da Acisa, Evenson Robles Dotto, enfatizou o papel fundamental da classe empresarial no apoio aos atletas, destacando o impacto positivo do esporte na educação e na construção de valores éticos.

OSSEL Assistência – Há 36 anos no mercado, a OSSEL Assistência foi criada em 1987 na cidade de Sorocaba e idealizou projeto inovador no segmento funerário, com o Plano Familiar, custo-benefício diferenciado com assistência 24 horas. No fim dos anos 90, passou a ser presidida por Cesar Andre Marchetti, filho de Arany Marchetti, fundador da marca. Atualmente, a OSSEL Assistência também se faz presente nas cidades de Votorantim, Araçoiaba da Serra e Salto de Pirapora, além da Capital Paulista, cidades do Grande ABC e da Grande São Paulo, com unidades de velório e funeral, estruturas administrativas, de atendimento e venda, além de um centro de treinamento. A empresa prima pelo acolhimento psicológico das pessoas que passam pela dor do luto. Desde o seu fundador, a OSSEL incentiva tanto práticas esportivas, quanto atletas, com aporte acima de um milhão por ano. A marca OSSEL Assistência foi avaliada em 166,8 milhões de reais em valor de marca e recebeu o título de Top of Mind Sorocaba 2022. Líder na América Latina, é reconhecida mundialmente pela humanização no atendimento, contando com mais de 1 milhão e meio de associados no Estado de São Paulo, onde é a primeira no segmento. No Brasil, a marca está em terceiro lugar, dentre as maiores, segundo pesquisa realizada pela RHCouto Consultoria, em julho deste ano.

Olimpíadas de Tóquio é a mais cara da história, revela estudo

As Olimpíadas de Tóquio é considerada as olimpíadas mais caras em volume financeiro já investido por um país para sua preparação. No total, o Japão investiu mais de 28 bilhões de dólares, quase 30% a mais que a segunda olimpíadas mais cara já produzida (Rússia, em 2014), e mais que duas vezes a média gasta pelos outros países (12 bilhões de dólares).

É o que revela um estudo divulgado pela plataforma CupomValido.com.br que reuniu dados do Comitê de Olimpíadas Internacional e Statista, sobre as olimpíadas.

O Brasil não ficou muito para trás, com as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016, o país ficou em 4ª posição com um dos maiores gastos envolvendo as olimpíadas, totalizando 13.7 bilhões de dólares.
 

 
Por que as Olimpíadas de Tóquio saíram tão caro?
O alto custo pode ser explicado principalmente por dois motivos.

O primeiro motivo está relacionado ao orçamento previsto inicialmente para o investimento nas olimpíadas. Como existem diversas variáveis, o orçamento está sujeito a incertezas, que resultada em grandes estouros de gastos.

Desde 1960, todas as olímpiadas realizadas, sem exceção, tiveram um gasto superior que orçamento inicial planejado. No caso de Tóquio, houve um aumento de três vezes o custo inicial planejado.

O segundo motivo pode ser explicado pela postergação do evento pelo COVID, com data inicialmente programada para 2020.

Estima-se que o Japão teve uma perda de mais de 5,7 bilhões de dólares, com gasto adicionais com manutenção, custo com cancelamentos e reorganização do evento. 

Além do custo para produção do evento sair maior, a receita caiu significativamente, pois mais de 800.000 ingressos foram reembolsados por solicitado de cancelamento pelos compradores.

A pandemia afetou também o método de preferência para assistir as olimpíadas. Diferentemente dos anos anteriores que a preferência era assistir o evento no local, neste ano 59,8% das pessoas preferiram assistir de casa, contra 7,6% no local do evento.

Grande parte da população ainda é contra a realização das olimpíadas num panorama de contaminações do COVID. Segundo a pesquisa, 57% da população é contra a realização das Olimpíadas de Tóquio, e no Brasil este número é ainda maior, 68% da população é contraria.
 

 
Medalhas feitas de celular
Diferentemente de todas as olimpíadas, as medalhas das Olimpíadas de Tóquio foram confeccionadas a partir de celulares e outros pequenos aparelhos reciclados, como câmeras, notebooks e videogames.

O Japão realizou uma campanha onde foram arrecadadas 78 toneladas de equipamentos e 6.2 milhões de telefones usados.

Isso resultou em 32kg de ouro puro, 3.500kg de prata e 2.200kg de cobre, que depois foram utilizados para a fabricação das medalhas.

Um fato curioso, é que a medalha de ouro contém 550 gramas de prata e somente 6 gramas de ouro. No total a medalha de ouro vale R$4.109, a de prata R$2.288 e a de bronze R$21 (cobre é um material extremamente barato).

Lembrando que este é o custo levando em consideração somente os preços dos metais utilizados na fabricação. É possível encontrar medalhas nos sites de leilões por até R$250.000. No entanto, para muitos atletas, o preço de uma medalha é impagável.
 


Novas modalidades esportivas
As Olimpíadas de Tóquio terão 33 modalidades de esportes, e 22 na Paraolimpíadas. O atletismo é o esporte mais popular, seguido de beisebol e futebol, respectivamente.

Recentemente foram adicionadas as modalidades karatê, skate, escalada esportiva e surfe. Nas Paraolimpíadas, foram recentemente adicionados o badminton e taekwondo.

No total 11.500 atletas irão participar das olimpíadas, sendo o atletismo o esporte com mais participantes, no total são 1.900 atletas. Esportes aquáticos e ciclismos seguem em segunda e terceira posição, com 1.410 e 528, respectivamente.
 
Fonte: Comitê de Olimpíadas Internacional, Cupom Válido, Statista

Atletas do Time Ajinomoto participam de importantes competições na reta final da preparação para Tóquio

A poucos dias para a abertura dos Jogos de Tóquio, os atletas do Time Ajinomoto terão uma agenda agitada em competições importantes nesta reta final. Neste mês, começa no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro (RJ), o Campeonato Pan-Americano de ginástica artística, com a presença dos ginastas Arthur Nory, Caio Souza e Francisco Barretto. Já em Budapeste ocorrerá o Campeonato Mundial de judô. Integram a equipe brasileira os judocas Rafael Silva, o Baby, Eduardo Katsuhiro Barbosa, Gabriela Chibana e Larissa Pimenta.
 
O Pan de ginástica artística será a primeira competição oficial que os atletas disputarão desde o início da pandemia da Covid-19, há mais de um ano, e servirá como preparação final da equipe masculina, que já tem lugar assegurado em Tóquio. “Muito grande a expectativa para disputar o Pan-Americano, depois de quase dois anos desde a minha última competição. Será um evento importante para ajustarmos nossa preparação rumo a Tóquio e buscar mais uma vaga na equipe. Será um teste muito importante”, afirma Arthur Nory. “Por ser a primeira competição depois de muito tempo, estamos indo com a cabeça bem tranquila para realizar o melhor trabalho possível”, explica Caio Souza.

O Mundial de judô, em Budapeste, também tem uma importância estratégica no planejamento da equipe brasileira. Será a última chance para os atletas obterem pontos decisivos para assegurar um lugar nos Jogos, praticamente às vésperas da abertura oficial em Tóquio.

“Será um Mundial bem diferente por causa da questão da classificação olímpica. Acredito que será uma competição de nível técnico muito alto e, para mim pessoalmente, mais uma etapa em minha preparação para Tóquio. Me sinto em evolução física e técnica após bons resultados nas últimas três competições”, diz Rafael Silva, o Baby, que compete na categoria + 100 kg.
 
“Para mim, esse Mundial é fundamental para assegurar minha vaga na seleção em Tóquio. Tudo dependerá do meu desempenho em Budapeste, mas após um estágio de treinamento forte e intenso que fiz na Rússia, estou muito confiante para este Mundial”, diz Eduardo Katsuhiro, da categoria – 73 kg.

Apoio na preparação 
Todos os atletas do Time Ajinomoto concordam que, na rotina pesada de treinamentos que tiveram antes dessas competições, o apoio por meio da suplementação com aminoVITAL® GOLD e pelo programa Alimentação para Vencer – Kachimeshi® foi fundamental. “O aminoVITAL® GOLD contribuiu demais na minha preparação. Vou usar na competição e colocarei na minha mala para Tóquio. Nesta reta final, alimentação e suplementação fazem toda a diferença”, afirma Arthur Nory.

“Os pilares do programa Kachimeshi® são fundamentais. A alimentação faz parte do ciclo do alto rendimento e, sem dúvida, a utilização do aminoVITAL® GOLD como suplementação, aliado a uma alimentação balanceada e saudável foram essenciais para eu treinar bem e competir bem” explica Rafael Silva.
 
Projeto Vitória
O Time Ajinomoto faz parte do Projeto Vitória, iniciativa criada pela empresa em 2003, no Japão, e que chegou ao Brasil em 2019 com o objetivo de contribuir para o fortalecimento do esporte nacional. Atualmente, 32 atletas olímpicos e paralímpicos compõem o grupo e recebem suporte relativo à nutrição e aos benefícios da ingestão de aminoácidos por esportistas de alto rendimento.

 
Sobre a Ajinomoto do Brasil
Presente no Brasil desde 1956, a Ajinomoto é uma multinacional japonesa e referência mundial em aminoácidos. A empresa oferece produtos de qualidade tanto para o consumidor como insumos para as indústrias alimentícia, cosmética, esportiva, farmacêutica, de nutrição animal e agronegócios. Atualmente, a unidade brasileira é a terceira mais importante do Grupo Ajinomoto fora do Japão, atrás apenas da Tailândia e dos Estados Unidos. A linha de produtos da empresa voltada ao consumidor é composta pelo tempero umami AJI-NO-MOTO®, AJI-SAL®, Tempero SAZÓN®, Caldo SAZÓN®, SAZÓN® Tempera & Prepara, RECEITA DE CASA™, HONDASHI® e SABOR A MI®, além das sopas individuais VONO® e da linha de sopas cremosas e claras VONO® Chef. Também se destacam os refrescos em pó MID® e FIT Zero Açúcar, o azeite de oliva extra virgem TERRANO™ e o azeite de oliva tipo único TERRANO™, o SATIS!® Molho Shoyu, além de aminoVITAL® GOLD, produto composto por nove aminoácidos essenciais para a recuperação de atletas e entusiastas do esporte. No Brasil, a companhia também atua no segmento de food service (alimentação fora do lar). Com quatro unidades fabris, localizadas no estado de São Paulo, nas cidades de Limeira, Laranjal Paulista, Valparaíso e Pederneiras, e sede administrativa na capital, emprega cerca de 3 mil funcionários e atende tanto ao mercado interno como ao externo. O Grupo Ajinomoto obteve faturamento global de US$ 10,1 bilhões e nacional de R$ 2,6 bilhões no ano fiscal de 2020. Atualmente, está presente em 35 países, possui 121 fábricas e cerca de 32 mil funcionários em todo o mundo. Para saber mais, acesse www.ajinomoto.com.br.