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Boulevard Shopping BH ganha lojas voltadas para o setor de beleza e bem-estar

Empreendimento amplia suas operações e vai além um centro de compras 

Um dos setores que segue em franca expansão no Brasil é o de saúde, beleza e bem-estar. Dados mais recentes divulgados pela Associação Brasileira de Franchising – ABF, apontam que o segmento encerrou o último trimestre de 2023 com aumento de 17,5% no faturamento em relação ao mesmo período do ano anterior. Até 2027, é esperado um crescimento adicional de 57%. Alinhado com as tendências do mercado, o Boulevard Shopping BH amplia o seu mix com a chegada de duas novas operações: Sense Spa e Laser Rosa.

A entrada das novas lojas, reflete o posicionamento do mall de proporcionar a melhor experiência para os clientes, e ir além de um centro de compras. Voltado para os cuidados com a saúde e bem-estar, o Sense Spa, no piso 2, une tecnologia de ponta com técnicas milenares de massagens para uma experiência sensorial exclusiva, além de produtos e serviços que reduzem dores, tensões e melhoram a circulação. Terapias manuais, reflexologia podal e acupuntura estão entre as técnicas aplicadas no espaço.

No setor de estética, a Laser Rosa incrementa a experiência do cliente no shopping. Com máquinas padrão ouro e referência mundial, ponteira de ultra resfriamento, e tecnologia Triple Wave, o local se torna um ponto para todos os públicos, pois segundo pesquisa da Allergan, em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, 82,5% dos homens no país desejam realizar algum tipo de procedimento estético. Entre os mais procurados estão a depilação a laser – especialmente barba.

"Essas marcas chegam para expandir a experiência do cliente no shopping. O Boulevard possui um qualificado mix de lojas, mas vai além sendo um lugar de convivência e experiência, trazendo inovação e estando alinhado com o mercado", comenta a gerente de marketing do Boulevard Shopping, Nadinne Matos.

 

Mais informações:

https://boulevardshopping.com.br/

https://www.facebook.com/BoulevardShoppingBH/

https://www.instagram.com/boulevardbh/

 

 

Sobre o Boulevard Shopping BH

Em 2024, o Boulevard Shopping completa 14 anos em Belo Horizonte. Inaugurado em 2010, foi o primeiro grande centro de compras da região centro-leste da cidade. Administrado pela ALLOS, o mall se destaca pela beleza do projeto arquitetônico, o Boulevard Corporate Tower – torre comercial de 17 andares –, a rede de cinema Cineart com a única sala IMAX de Minas Gerais, o mix de lojas diferenciado e as constantes novidades e eventos fizeram com que ele se tornasse um dos preferidos dos consumidores mineiros. É sede da BeGreen, a primeira fazenda urbana da América Latina. Em sua trajetória, o empreendimento já conquistou 18 prêmios, sete deles internacionais.

 

Sobre a ALLOS

Somos a mais inovadora plataforma de experiências, entretenimento, serviços, lifestyle e compras do Brasil. Nosso portfólio tem 58 shoppings próprios e administrados - referência em todas as regiões do país, hubs de soluções para as cidades e destinos de convivência e experiência fígital. Somos ainda um grande espaço de oportunidades para os empreendedores de varejo e serviços. Continuaremos trabalhando com o compromisso de servir e encantar nossos consumidores e parceiros todos os dias, promovendo momentos que encantam e transformam. Nossa nova companhia integra o Mercado Novo da Bovespa, com mais alto nível de Governança Corporativa, e possui iniciativas com certificações internacionalmente reconhecidas, como o Índice de Sustentabilidade (ISE) da B3 e melhor avaliação do setor no Carbon Disclosure Project (CDP), além da adesão ao Pacto Global da ONU. A empresa também foi reconhecida com o selo I-Diversa (B3) e o selo ouro GHG Protocol.

 

Meditação: confira dicas para meditar mais e melhor

Pesquisas mostram o aumento de pessoas que meditam pelo mundo desde o início da pandemia. Estudos científicos comprovam sua eficácia. Confira aqui dicas simples para meditar mais e melhor.

A meditação é uma prática muito difundida no Oriente, há milhares de anos, e que vem ganhando cada vez mais usuários no Ocidente, sobretudo nas últimas décadas. A própria medicina já comprovou vários dos seus benefícios.

Por isso, no mundo todo, durante a pandemia, o número de pessoas que começou a meditar para combater problemas como estresse, solidão, insegurança e ansiedade cresceu muito.

Um bom exemplo é o canal Ser Felicidade, desenvolvido pela terapeuta Catia Simionato, que ganhou milhares de seguidores, especialmente no primeiro ano da pandemia, e se tornou o maior espaço da Internet brasileira voltado para a expansão da consciência. O canal reúne quase 1,3 milhão de seguidores no YouTube, Instagram, Facebook, Telegram e Spotify.

“Um assunto muito comum entre meus alunos e seguidores é sobre a dificuldade com a meditação. Muita gente acha que meditação é algo complicado. Só a palavra meditação já assusta e acham que não sabem ou não conseguem meditar”, explica Catia.

MEDITAÇÃO: O QUE É?
Basicamente, meditação é o nome que se dá quando a gente não está dando atenção aos próprios pensamentos.

“A primeira coisa a notar é que os pensamentos acontecem. Pensar não exige uma ação da nossa vontade. A gente está andando por aí e, de repente, os pensamentos simplesmente aparecem. Às vezes nem queremos pensar em algo, mas os pensamentos voltam o tempo todo. Os pensamentos não são reais e, mesmo assim, nos deixam malucos, nervosos, com medo, ansiosos e atormentados. A meditação é uma prática que nos afasta temporariamente dos nossos pensamentos, colocando nossa atenção em outra coisa, como a respiração”, acrescenta a terapeuta.

“Durante a meditação, paramos de pensar no passado e no futuro, como acontece o tempo todo, e ficamos mais atentos ao momento presente. Esse é o segredo da meditação”, afirma Catia.

DICAS PARA MEDITAR MAIS E MELHOR

  • Meditação significa tirar a atenção da enxurrada de pensamentos da mente e colocar a atenção em outra coisa. O mais simples de qualquer meditação é simplesmente direcionar a atenção para a respiração. “Isso coloca a pessoa no momento presente e, quando isso acontece, a mente tende a desacelerar e até silenciar completamente”, destaca a terapeuta.

  • Não vá meditar se você estiver muito cansado, pois você pode acabar dormindo. Descanse bem antes. “Meditação é para a gente acordar, e não para dormir”, diz Cátia.

  • Principalmente para iniciantes: não exija demais de você. Comece com alguns minutos. Não é fácil tirar a atenção da mente. Comece praticando de um a três minutos nas primeiras sessões, colocando toda a sua atenção na sua respiração. Quando você ficar confortável, dias depois, aumente para 5, depois para 7 e assim sucessivamente.

  • Se você é agitado demais para praticar a meditação tradicional, parado, que é chamada de meditação passiva, tente a meditação ativa, que é quando você está em movimento fazendo algo, como lavando louças ou caminhando. “Eu mudei a minha vida praticando uma caminhada meditativa todas as manhãs”, revela Catia Simionato. Na caminhada meditativa, a dica é caminhar diariamente por qualquer lugar uns 10, 15 ou 20 minutos, prestando muita atenção no que encontra pelo caminho, como se fosse a primeira vez que a pessoa vê tudo aquilo. Isso vai tirar a atenção da mente e levar para as coisas ao seu redor.

  • Seja gentil consigo mesmo. “Durante a meditação, a sua mente logo vai começar a criticar a forma como você medita, te dizendo que você precisa meditar melhor. Não caia nesses pensamentos. Durante a meditação, trate-se como uma criança pequena que está aprendendo alguma coisa. Tenha paciência”, alerta a especialista.

  • “Nas meditações guiadas, é comum o profissional que está guiando a meditação, como eu faço no meu canal Ser Felicidade, pedir para as pessoas imaginarem algo ou que estão em determinado lugar, como um caminho cheio se árvores. Nessa hora, muitas pessoas dizem que não conseguem ver nada”, conta a terapeuta. Aqui a dica é: não é para você realmente ver nada com seus olhos, mas simplesmente imaginar aquilo e, nesse caso, a mente pode ajudar. “Se eu te disser ‘pense num abacaxi’, a sua mente vai imediatamente te mostrar um abacaxi. É assim, simples, que funciona”, exemplifica Catia.

  • Existem dúvidas sobre a melhor posição para meditar. “Pela minha experiência eu não recomendo que a pessoa tente meditar deitado porque, desse jeito, ela relaxa e há um condicionamento mental para dormir nessa condição”, diz Catia. Segundo ela, o corpo deve estar relaxado, porém não deitado. Há também outro ponto importante, que remete às mais antigas tradições da meditação no Oriente: sentado, todos os centros de força (chacras) tendem a se alinhar e formar um fluxo de energia que facilita a meditação.

  • Se você está em um local barulhento, saiba que é possível meditar nessas condições. “O externo não tem nada a ver com meditação. Eu aprendi a meditar, aos 13 anos, no mais absurdo barulho, com rádio ligado o tempo inteiro e do lado da oficina mecânica do meu pai. Então, não importa o que esteja acontecendo fora, o silencio deve ser interno”, recorda.

  • Algumas frequências musicais ajudam a induzir à meditação, como as de 528 Hz – umas das frequências de Solfeggio, escala de seis tons popularmente utilizada pela Igreja Católica em alguns hinos e, principalmente, no Canto Gregoriano. Esta frequência também é chamada de frequência do amor e contribui para tornar as ondas cerebrais maiores, saindo das ondas Beta (que é o normal no nosso dia a dia) e indo para as ondas Alfa, que são responsáveis por um estado de relaxamento profundo.

Para assistir a um vídeo de Catia Simionato com dicas simples sobre meditação, clique nesse link: https://www.youtube.com/watch?v=Z3wFKZW9jlk.

MEDITAÇÃO NA PANDEMIA

Uma pesquisa divulgada em julho mostrou que, durante o primeiro ano da pandemia, 61,7% dos brasileiros entrevistados fez uso de alguma Prática Integrativa e Complementar (PIC), como yoga, fitoterapia, reiki, aromaterapia e meditação, entre outras.

O estudo foi uma parceria entre pesquisadores do Observatório Nacional de Saberes e Práticas Tradicionais, Integrativas e Complementares em Saúde (ObservaPICS) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) e da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP/Unifase), no Rio de Janeiro.

A meditação, junto com a fitoterapia, liderou o ranking entre os entrevistados, com um percentual de 28% de usuários entre os pesquisados.

ESTUDOS CIENTÍFICOS PELO MUNDO

Ao longo dos últimos anos, foram realizados vários estudos científicos sobre a meditação pelo mundo. Um trabalho realizado por pesquisadores da Universidade de Binghamton, nos Estados Unidos, por exemplo, acompanhou como a prática da meditação afetou os padrões cerebrais de 10 alunos da universidade.

Os resultados mostraram que, em apenas oito semanas de meditação, os cérebros dessas pessoas já estavam mais rápidos. O estudo foi publicado na revista científica Scientific Reports.

Grandes personalidades já elogiaram a meditação. Steve Jobs, por exemplo, dono de uma das mentes mais inovadoras dos nossos tempos, começou a praticar meditação em 1973, antes da criação da Apple. Além disso, muitas empresas importantes, como Google e Ford, também passaram a ensinar os seus funcionários a formar grupos de meditação.

“A ciência já comprovou que a meditação é eficiente contra o estresse, que melhora a memória e o raciocínio confuso, aumenta a disposição, aumenta a concentração e ajuda as pessoas desequilibradas emocionalmente a melhorarem”, explica Catia.

“Com a meditação, em resumo, a pessoa fica mais atenta à realidade. Essa prática nos conduz a um estado de presença no agora, cada vez de uma forma mais consciente, deixando de lado lembranças negativas do passado e parando de traçar cenários negativos para o futuro. Com isso, quando somos mais presentes na realidade, nós percebemos nossas benções ou situações positivas da nossa vida com muito mais facilidade. Ficamos mais atentos para não entrar em confusão com outras pessoas ou para não cair em mentiras ou manipulações criadas por nossa mente ou por outras pessoas. E saímos da atividade cerebral da constante sensação de falta e insatisfação”, conclui Catia.

SOBRE CATIA SIMIONATO
Catia Simionato, responsável por todos os conteúdos do canal Ser Felicidade, é especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência e meditação, além de ser professora espiritual. Conta com cerca de 2.000 alunos e os seus vídeos no YouTube (www.youtube.com/c/SerFelicidade) já tiveram mais de 107 milhões de visualizações desde 2016.

 

  • Publicado em Saude

O incômodo das tendinites em tempos de reclusão

Segundo ortopedistas e especialistas em cirurgia do pé e tornozelo, Daniel e Tiago Baumfeld, inflamação é mais comum no punho e tornozelo, mas outras áreas do corpo também podem ser afetadas                                            
 
Você já ouviu falar de tendinite, certo? Na maioria das vezes, ela está relacionada a atividades laborativas e esportivas, mas a inatividade também pode ser um fator propulsor. De acordo com o ortopedista Daniel Baumfeld, especialista em cirurgia do pé e tornozelo, em um passado não muito distante a doença foi responsável por inúmeras aposentadorias. “Muitas pessoas precisaram ser afastadas em função da conhecida “LER” (lesão por esforço repetitivo). Com o amadurecimento e conhecimento sobre suas causas e consequências, este nome passou a não ser mais utilizado”, esclarece.
 
O especialista explica que nosso corpo apresenta diversos tendões, alguns deles recobertos de bainha sinovial para lubrificação e hidratação. Os mais comuns, que apresentam essa bainha e se inflamam, são os do punho e do tornozelo. “No punho, essas inflamações estão relacionadas à sobrecarga, excesso de atividade, postura incorreta para digitação, uso de celular, escrever por longo tempo ou até mesmo usar o mecanismo de pinça com muita força”. Ainda segundo Daniel, quanto mais alongados e resistentes, menor será a chance de os tendões se inflamarem.
 
O também especialista em cirurgia do pé e tornozelo, o ortopedista Tiago Baumfeld, alerta que, por ser uma inflamação ligada à falta de resistência local e sobrecarga, para a recuperação são abordadas duas linhas: “gelo, repouso e uso de anti-inflamatórios para iniciar o processo. Em um segundo momento precisamos capacitar os tendões para exercer a sua função. Isso é realizado com fisioterapia e preparação física”.
 
Mas como nem todos os tendões do corpo possuem bainha sinovial, nem toda inflamação dos tendões pode ser chamada de tendinite. “O tendão patelar, tendão de Aquiles, tendões do manguito rotador do ombro, não têm essa forma de lubrificação por meio da bainha. Sua proteção é realizada por um tecido diferente da sinóvia e por nutrição vinda de outros tecidos locais. Portanto, a sobrecarga e inflamação destes tendões não têm o nome de tendinite, mas sim tendinopatia”, completa Tiago. Sendo assim, é mais comum ocorrer nesses tendões uma degeneração do que uma inflamação. “Não é raro ouvirmos que houve ruptura do tendão de Aquiles ou tendões do manguito rotador do ombro”.
 
O tratamento das tendinopatias também se difere do protocolo adotado em casos de tendinites. “Quando há degeneração, precisamos, antes de mais nada, buscar a causa da sobrecarga do tecido, que pode estar associada a uso de medicações, fraqueza da musculatura estabilizadora e até mesmo excesso de atividade esportiva sem preparo especial”, pontua Daniel Bamfeld.
 
Os ortopedistas reforçam que o mais importante é estar atento às formas de apresentação das tendinites e tendinopatias. “Recomendamos que todos mantenham sempre sua musculatura adaptada a uma rotina laborativa e esportiva”, aconselham.
 
Os irmãos e médicos ortopedistas dr. Daniel Baumfeld e dr. Tiago Baumfeld são especialistas em cirurgia do pé e tornozelo, proprietários da Clínica Vicci e mestres em ortopedia pela UFMG. Daniel é superintendente médico do Cruzeiro Esporte Clube e Tiago é supervisor médico.

  • Publicado em Saude

Entenda a importância de manter o corpo hidratado durante o inverno

Além da água, outras bebidas e alimentos favorecem a hidratação do corporal, como isotônicos naturais, chás e frutas e legumes; descubra quais

 
Com a chegada do inverno, muitas pessoas passam a ingerir menos líquido podendo desencadear um quadro perigoso de desidratação, que pode causar dores de cabeça, cansaço e tonturas. É nesse período que a atenção deve estar voltada para idosos e crianças, já que a vontade de matar a sede está mais ligada ao calor e eles frequentemente relatam não sentir necessidade de consumir líquidos para hidratar o corpo.

A ingestão de líquidos se torna ainda mais indispensável devido à incapacidade de armazenamento hídrico do corpo humano. É por isso que a recomendação de ingestão de pelo menos dois litros de água é comum nos consultórios médicos e de nutrição para adultos. Além da água, outras bebidas e alimentos podem favorecer a hidratação do corpo como isotônicos naturais, chás, frutas e legumes com grande concentração de líquidos como a melancia, o abacaxi e a abobrinha.

O uso de isotônicos naturais pode também ser uma alternativa para manter os níveis de hidratação, mas é preciso ficar atento ao rótulo e na presença de ingredientes que podem ser nocivos para a saúde, como os aditivos artificiais, açúcares e nutrientes isolados provenientes de origem sintética. Esse produto, quando consumido com frequência, pode agravar doenças como diabetes, hipertensão e disfunções reais. Por isso, é importante escolher as versões naturais, como é o caso do isotônico Jungle que tem uma composição fácil de ser reconhecida, como a água de coco orgânica, a tapioca e o suco de frutas.

Outra dica para aqueles que têm dificuldade em manter a hidratação em dia durante os dias mais frios é ter uma garrafa de fácil acesso, sempre próxima.
 

Sobre Jungle:
A primeira marca brasileira de hidratação esportiva que possibilita aos atletas uma opção 100% natural e sem aditivos alimentares, como corantes ou aromas artificiais. Os primeiros produtos lançados da Jungle são repositores hidroeletrolíticos para o corpo com embalagens a base de plástico pós-consumo e neutralizadas do meio ambiente pelo sistema Eu Reciclo.

Conheça e pratique meditação para minimizar os sintomas da ansiedade

* Cláudio Brito

Você só tem um momento em que pode trabalhar e ser útil, que é o presente, o aqui e o agora. Algumas pessoas têm o foco em problemas e situações do passado, que quando mal resolvidos podem levar à depressão, mas é importante lembrar que não é possível agir sobre uma situação que já ocorreu. Em contrapartida, outras pessoas são fixadas no futuro, visualizam e projetam cenários do que podem acontecer, sejam positivos ou negativos, e são esses indivíduos que podem ser chamados de ansiosos.

Alguns métodos podem ajudar a melhorar a qualidade de vida de pessoas ansiosas, como a organização, auxílio terapêutico, prática de atividades físicas e meditação, que podem ser direcionados para o problema. É possível praticar a meditação em qualquer ambiente, sem nenhum tipo de equipamento e, com o desenvolvimento do hábito, fica ainda mais simples melhorar os sintomas da ansiedade.

Uma delas trabalha na presença, uma vez que no presente o passado não existe e o futuro ainda vai acontecer. Para meditar basta sentar ou deitar em uma posição confortável, fechar os olhos e trabalhar a imaginação: visualize a terra em seu formato global e os seus pés tocando o chão, sentindo a vibração deste planeta. 

Com o decorrer da prática, imagine uma bolha envolvendo o seu corpo de maneira suave e devagar, expulse da bolha pensamentos negativos e do futuro, onde você não pode agir. Mande embora as reflexões relacionadas ao rancor ou ódio de pessoas e de situações que não levam a nada de bom.

Dentro da bolha que imaginou há segurança e sentimentos positivos, de amor e de gratidão, energias de expansão que trazem benefícios, gerando calma e equilíbrio para a sua mente. Ao contemplar essas energias, sua mente também é elevada a um novo cenário, além do que existe a sua volta. Para finalizar e retornar ao seu estado de espírito e ambiente físico, é importante levar consigo as sensações de paz e os pensamentos positivos, que garantem um dia mais tranquilo, além de oferecer mais saúde mental para os praticantes.

Claudio Brito é mentor de mentores e CEO Global Mentoring Group, um grupo internacional focado na alta performance de mentores, baseado nos Estados Unidos. Especializado em Marketing Digital pela Fecap-SP e em Dinâmica dos Grupos pela SBDG, tem 21 anos de experiência e treinou com mestres como Alexander Osterwalder, Steve Blank e Eric Ries. Além disso, é frequentador assíduo de treinamentos de alto impacto em Babson, Harvard e MIT – Massachusetts Institute of Technology. Para saber mais, acesse https://globalmentoringgroup.com/ ou pelo @claudiombrito ou @globalmentoringgroup

Sobre Global Mentoring Group
O programa de mentoring, da GMG, é baseado nos grandes centros mundiais de estudo e desenvolvimento como MIT, Stanford, Harvard e nos processos de aceleração de startups do Vale do Silício, consiste numa orientação estruturada em que um profissional mais experiente (mentor) orienta um menos experiente (mentee ou mentorado).  É um processo de transmissão de conhecimento, que tem como objetivo provocar insights no mentee e é utilizado tanto para estimular alguém em início de carreira, quanto quem precisa se destacar no cargo em que ocupa, um colaborador que acabou de ingressar em uma corporação, ou um profissional sênior que esteja enfrentando, ou vai enfrentar, novos desafios na empresa ou fora dela. Para saber mais, acesse https://globalmentoringgroup.com/ ou pelo @claudiombrito ou @globalmentoringgroup

Saxofonista vence a Covid-19 com a ajuda da música



Depois de perder mais de 25% da capacidade pulmonar, os treinos diários de saxofone ajudam na reabilitação após a doença

O saxofonista Caetano Kraemer, de 45 anos, é um dos brasileiros que conseguiu vencer a Covid-19 após um intenso período no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba (PR). Internado com um quadro de comprometimento do pulmão entre 25 e 50%, classificada pelos médicos como Covid-19 grave, teve o agravante de uma asma grave disparada pela doença.

De acordo com a equipe que atendeu o saxofonista, a capacidade pulmonar foi reestabelecida em um tempo menor devido aos mais de 20 anos de prática diária do saxofone. Hoje, já em casa, o músico prepara-se para retomar as atividades em meio ao lançamento do primeiro álbum da Ensax Orquestra, única do Brasil com apenas saxofones, e disseminar a importância da música como cultura, mas também como saúde.

“Pacientes que tiveram a Covid-19 precisam melhorar a mecânica respiratória e a força muscular após a doença. O treino diário que Caetano manteve com o safoxone durante a vida deu a ele uma maior força muscular que evitou inclusive a instalação de deformidades”, explica Wilson Marcos Wansaucheki, fisioterapeuta responsável pelo tratamento do saxofonista.

Durante grande parte do internamento, Caetano precisou ficar sentado ou em pé para evitar trombose ou coágulos no corpo, além de sofrer com crises intermináveis de tosse, perda de memória, falta de ar e de energia, e cansaço intenso. “Quando começaram as fisioterapias respiratórias comecei a escutar jazz, Miles Davis, John Coltrane, Stan Getz e como conhecia as músicas, fazia o movimento de respiração e solfejava as músicas como se estivesse tocando com eles. Isto me ajudou muito a acelerar minha recuperação ainda no hospital e depois em casa”, detalha Caetano.

Para Caetano, a música foi essencial na recuperação, tanto pelo físico, como pelo lado emocional. “Montei uma rotina para conseguir passar o dia, pois quando se está muito debilitado você não vê o tempo passar, não entende o que está acontecendo. Dormia muito, tinha uma exaustão enorme e quando melhorei tinha que lidar com o fato que estava num quarto sozinho o dia todo. A música acabou funcionando para mim de várias maneiras, como meditação, como fisioterapia, para passar o tempo, depois fui descobrir que ainda me ajudava na recuperação do pulmão”, conta.

Os mais de 20 anos de saxofone e uma rotina rígida de exercícios aeróbicos deixaram no músico uma consciência respiratória e técnicas de aproveitamento dos pulmões bem acima da média. “Segundo meu fisioterapeuta isto salvou minha vida pois mesmo quando sai do hospital só tinha respiração torácica, aquela bem curta e rápida”, diz.

Hoje, Caetano mantém uma rotina de treino diário no saxofone, o que exige mais dos pulmões e colaboram para a cura completa da Covid-19. “Nos primeiros dias mal conseguia soprar o instrumento e tocar alguns compassos, agora já consigo tocar por dez ou 15 minutos seguidos. Ainda longe das quase duas horas que duram um show, mas mostra uma evolução e é isto que importa. Meu desejo é que a pandemia acabe logo para retomar os shows com a Ensax Orquestra e comemorar em grande estilo”, finaliza.

A importância do cuidado com os pés para pacientes com Diabetes

Especialistas em cirurgia do  e tornozelo, os irmãos e médicos ortopedistas Daniel e Tiago Baumfeld destacam os principais hábitos necessários às pessoas com a doença

 
Atualmente, apenas no Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas possuem diabetes, mas a boa notícia é que alguns cuidados, especialmente relacionados aos pés, podem ajudar a prevenir as complicações da doença. De acordo com os irmãos e médicos ortopedistas Daniel e Tiago Baumfeld, especialistas em cirurgia do  e tornozelo, uma série de alterações pode ocorrer nos pés de pessoas com diabetes não controlado, como a perda de sensibilidade. “O ‘ diabético’ é ocasionado pelo Diabetes Mellitus e acontece quando uma área machucada ou infeccionada nos pés desenvolve uma lesão ou ferida mais grave”, explica Daniel Baumfeld.
 
De acordo com o ortopedista, com o passar do tempo, as sensações de dor e tato, chamadas de sensibilidade protetora, desaparecem.  “Essa ‘proteção’ conferida pela dor é o que nos faz identificar pequenos ferimentos e evitar com que os mesmos avancem, por exemplo”, completa Baumfeld. Em função da falta dessa proteção, pequenos machucados nos pés em pacientes com diabetes podem progredir rapidamente para grandes feridas, comprometendo, em alguns casos, a viabilidade do membro, sendo necessária sua amputação.
 
Mas, segundo o ortopedista Tiago Baumfeld, não há motivos para pânico. Existem várias atitudes que, quando praticadas no dia a dia, contribuem para evitar essa evolução catastrófica, sendo a mais importante delas o controle dos níveis de glicose. “Não adianta tomar qualquer medida preventiva local nos pés se os níveis de glicose não estiverem controlados. Esse é o primeiro e mais importante passo”, salienta.
 
Sobre os cuidados necessários com os pés, os irmãos ortopedistas destacam os mais importantes:
 
- Todos os pacientes diabéticos devem examinar os pés diariamente. Se necessário, pedir ajuda a familiar ou usar espelho, lembrando sempre de observar os espaços entre os dedos;
 
- Avisar o médico se tiver calos, rachaduras, alterações de cor ou úlceras. A abordagem precoce no aparecimento de qualquer uma dessas alterações é essencial para o sucesso do tratamento;
 
- Vestir sempre meias limpas, preferencialmente de lã, algodão, sem elástico, a fim de evitar pontos de pressão e favorecer o controle da umidade local;
 
 - Calçar sapatos que não apertem, de couro macio ou tecido. Não usar sapatos sem meias;
 
- Sapatos novos devem ser usados aos poucos. Usar inicialmente, em casa, por algumas horas por dia. Qualquer ponto de pressão deve motivar a adaptação ou troca imediata do calçado;
 
- Nunca andar descalço, mesmo em casa. Uma ferida por um acidente perfurocortante pode não terminar bem;
 
- Lavar os pés diariamente, com água morna e sabão neutro. Evitar água quente. Secar bem os pés, especialmente entre os dedos;
 
- Após lavar os pés, usar um creme hidratante à base de lanolina, vaselina líquida ou glicerina. Não usar entre os dedos para evitar acúmulo de umidade local;
 
- Cortar as unhas de forma reta, horizontalmente. Nunca "cutucar" as bases das unhas, essa pode ser uma porta de entrada significativa para infecções;
 
- Nunca remover calos ou unhas encravadas em casa;
 
Por fim, Tiago Baumfeld reforça a importância de os pacientes serem acompanhados por profissionais especializados. “O paciente com diabetes precisa de acompanhamento multidisciplinar, que um endocrinologista, ortopedista especialista em pés, cirurgião vascular, enfermeiros especialistas em feridas, psicólogos, entre outros profissionais”, finaliza o médico.
 
 

Os irmãos e médicos ortopedistas dr. Daniel Baumfeld e dr. Tiago Baumfeld são especialistas em cirurgia do  e tornozelo, proprietários da Clínica Vicci e mestres em ortopedia pela UFMG. Daniel é superintendente médico do Cruzeiro Esporte Clube e Tiago é supervisor médico.

Autocuidado é um forte aliado na luta contra a ansiedade



Atividades de beleza e bem-estar contribuem para a saúde mental, se tornando uma das prioridades dos brasileiros durante a pandemia

 
Se 2020 foi um ano em que a população experimentou restrições para ir ao salão, ao barbeiro e outras atividades de bem-estar, 2021 veio consolidar a demanda por esses serviços em domicílio e como prioridade. 

Segundo um estudo recente realizado pelo Ideia Big Data, milhões de brasileiros anseiam pelo fim da pandemia para, antes de tudo, investir nos cuidados físicos e emocionais. Isso inclui desde o retorno às igrejas até os cuidados com a beleza, que foram indicados como prioridade por 24% dos entrevistados. 
 
"Muita gente já deu um jeito de fazer isso de forma segura. Quem nunca viu meme sobre o boom da yoga na pandemia, por exemplo? Não é à toa. A demanda por essa atividade no formato online só cresce. O mesmo acontece com os serviços de beleza em domicílio", relata Gabriella Garcia, fundadora do app BNYOU, conhecido como o "uber da beleza" e que cresceu 985% de 2020 para cá. 

São incontáveis os estudos que mostram que cuidar do corpo impacta positivamente a saúde mental. Essa tendência é observada de perto pelos profissionais do aplicativo. “Com a pandemia, passei a atender minhas clientes exclusivamente em casa e percebo como isso fez diferença na qualidade de vida delas. Clientes mães, que estão sobrecarregadas com filhos e home office, quando fazem um corte relatam que a autoestima aumenta, se sentem confiantes e isto colabora para que todo o resto funcione melhor”, conta a cabeleireira Juliana Lima, que atende pelo BNYOU.

“Poder manter a beleza e o bem-estar em dia, e com segurança, é um grande diferencial. Uma tendência que veio para ficar, mesmo após a pandemia. Os clientes se surpreendem com a gama de serviços que podemos oferecer em domicílio, o que inclui manicures, cabeleireiros e barbeiros, a yoga, a massoterapia, depilação, personal stylists, entre outros”, elenca Gabriella, que é sócia do BNYOU ao lado de Fabio Rigoni.

Cuidados com a aparência e a saúde mental
 
Quadros de ansiedade e depressão se tornaram mais frequentes na pandemia. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UEFJ) comprovam esta tendência por meio de estudos que indicam que 80% da população brasileira está mais ansiosa, com um aumento de 90% nos casos de depressão. O número de pessoas com crises de ansiedade e sintomas de estresse agudo praticamente dobrou.

Para a especialista em saúde integral Karen Klocker, do Plunes Centro Médico, de Curitiba (PR), os cuidados pessoais podem estimular a autoestima, o empoderamento e a autoconfiança. “Uma pessoa se olhar no espelho e gostar do que vê é o início de uma cura interior. É preciso ressaltar as características positivas dentro de si para driblar os mecanismos sabotadores. Desta forma, é possível trabalhar a confiança, perceber o que faz mal e avançar sem culpa”, explica.

A empresária Luísa de Figueiredo, cliente do BNYOU, também acredita no autocuidado como estímulo para uma boa saúde mental e faz uso do aplicativo com frequência. “Para mim, o autocuidado está nas pequenas coisas e priorizo esses momentos. São compromissos que tenho comigo mesma. Seja fazer uma massagem para relaxar depois de um dia intenso de trabalho, fazer as unhas ou uma limpeza de pele. Isto vai muito além da estética, é um cuidado de fora para dentro. E o app me traz segurança e qualidade dentro de casa”, detalha.

Segundo os dados do BNYOU, atrelar os cuidados pessoais à saúde mental é uma tendência não só entre os clientes, mas também nas empresas. “Cada vez mais recebemos pedidos de empresas em busca de serviços de beleza e bem-estar para seus colaboradores. São pequenos gestos que refletem rapidamente na autoestima, ânimo, produtividade e felicidade no ambiente corporativo. Tudo se torna mais ativo e saudável”, finaliza Gabriella.