Banner Top

Log in

Carnaval do Distrital apresenta a 9ª edição do Baile de Máscaras Bem te Viu, Bem te Vê

Folia acontece neste sábado (26) e os ingressos estão disponíveis por meio da plataforma Sympla

Os antigos bailes de máscaras, também chamados de espetáculos à fantasia ou ‘Bals Masqués’, originados da Veneza e Florença na Itália, foram os eventos pioneiros do carnaval moderno em terras brasileiras, marcando muitas festas momescas, principalmente em Belo Horizonte nos anos de 1950, 60 e 70. Mas ao contrário do que muita gente pensa, eles não saíram de moda e continuam mais vivos do que nunca e o Baile de Máscaras Bem te Viu, Bem te Vê, é prova disso. O evento, que chega em sua 9ª edição, integra a programação do Carnaval do Distrital (Rua Ouro Fino, 452 - Cruzeiro, BH – MG), neste sábado (26), a partir das 20h30, trazendo muita animação com clássicas marchinhas carnavalescas, frevos, rock'n frevos, axés afetivos e outras. Os ingressos estão disponíveis pelo: www.sympla.com.br.

De acordo com Ricardo Cateb, DJ e produtor da festa, o evento segue mantendo a tradição. “O baile foi fundado por mim e pela minha amiga Ana Flávia Rodrigues, no ano de 2013, quando o Carnaval de rua de BH explodiu, para a felicidade de tanta gente. A ideia era promover um bloco-baile que oferecesse uma infraestrutura para que pessoas de todas as idades pudessem desfrutar da festa que deveria ser reconhecida pela qualidade musical. Com o tempo ganhamos a atenção do público e hoje chegamos a 9ª edição muito felizes por ter alcançado o nosso sonho”, comenta.

Segundo Cateb, o baile vai proporcionar muita animação para o público. “Tem muita coisa boa para os foliões. Isso porque vamos contar com o talento dos nossos queridíssimos Rodrigo Borges, cantor e compositor, e Wilson Lopes, maestro da nossa orquestra e do Milton Nascimento. Estarão juntos, os cantores Ana Rodrigues (Anabio) e Beto Reis e uma superbanda formada por Felipe Vilas Boas e Di Lopes nas guitarras, Pedro Aristides e Gleisson Queiroz nos metais, Mauro Beleu e Rodrigo Silva na bateria e percussão, e nosso mestre, Beto Lopes no baixo. No repertório, teremos as clássicas marchinhas carnavalescas, frevos, rock'n frevos, axés afetivos e, claro, Bituca, como não poderia deixar de ser”, salienta.

Quem quiser se divertir no Baile Bem Te Viu, Bem te Vê precisa se adiantar, pois os ingressos são limitados. “Lembrando que nesse ano de 2022 vamos ter capacidade reduzida, para manter maior segurança e conforto para nosso glamoroso público”, conclui.

Carnaval do Distrital

Sucesso total nas edições anteriores, o Carnaval do Distrital traz atrações para toda a família, blocos e muita diversão em 5 dias de festa, de 25 de fevereiro a 1º de março. Totalmente à prova de chuva, o evento, que acontece no Distrital (Rua Opala, sem número, Cruzeiro), começa na sexta-feira, com a festa Uau de Carnavrau, segue no sábado, com o Baile de Máscaras Bem te Viu, Bem te Vê, entra no domingo com a Festa da Insanidade, invade a segunda-feira com o Baile do Distrital e encerra a folia de 2022 na terça-feira, com o Baile do Secreto.

 

Serviço:
Carnaval do Distrital -  
25/02 a 01/03

Local: Distrital – Rua Opala, s/n, Cruzeiro, Belo Horizonte, MG

 

Sexta-feira - 25/02 - Uau de Carnavrau

Horário: 20h às 04h

Atrações: Banda Pipa, Juventude Bronzeada, Djs Eddy Alves e Kriok

Ingressos: https://www.sympla.com.br/uau-de-carnavrau__1482256

 

Sábado 26/02 - Baile Bem te Viu, Bem te Vê - Baile de Máscaras

Horário: 20h30 às 03h

Atrações: Rodrigo Borges, o maestro do Milton Nascimento, Wilson Lopes, além dos cantores Ana Rodrigues (Anabio) e Beto Reis acompanhados por Felipe Vilas Boas e Di Lopes nas guitarras, Pedro Aristides e Gleisson Queiroz no metais, Mauro Beleu e Rodrigo Silva na bateria e percussão, e Beto Lopes no baixo.

Ingressos: https://www.sympla.com.br/baile-bem-te-viu-bem-te-ve---baile-de-mascaras__1492477

 

Domingo - 27/02 - Festa da Insanidade - Baile de Carnaval

Horário: 16h às 04h30

Atrações: Bloco da Insanidade convida o Digão dos Raimundo. A banda Vem Cola chega com frevo e muitas marchinhas, seguida pelo Bloco do Clube da Esquina, fazendo as clássicas músicas em ritmo de carnaval. A cantora Nega Kely vai soltar a sua voz e o DJ Motoca e DJ Crases completam a programação

Ingressos: Link: https://www.sympla.com.br/festa-da-insanidade--baile-de-carnaval__1470217

 

Segunda-feira - 28/02 – Baile do Distrital (infantil e adulto)

Horário: 10h30 às 04h

Atrações:

Infantil: As Charanqueiras, Trupe Gaya, Pernafolia, Baianinhas Ozadas e DJ Cateb (Bentiviuzinho)

Adulto: Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro, Então Brilha e Juventude Bronzeada

Ingressos: https://www.sympla.com.br/baile-do-distrital-2022---segunda-de-carnaval__1487897

 

Terça-feira 01/03 – Baile do Secreto (infantil e adulto)

Horário: 10h30 às 04h

Atrações:

Infantil: As Charangueiras, Trupe Gaya, Pernafolia, Baianinhas Ozadas e DJ Cateb (Bentiviuzinho)

Adulto: Me Beija que Eu Sou Pagodeiro, Então Brilha, Chama o Síndico e Funk You

Ingressos: https://www.sympla.com.br/baile-do-secreto--terca-feira-de-carnaval__1491353

 

Mais informações e acesso direto para todos os dias de festa: www.carnavaldodistrital.com.br

8ª Edição do "Carnaval do Mirante" será de 25 a 27 de Fevereiro

 

EVENTOS TERÃO DENNIS DJ, WESLEY SAFADÃO, PEDRO SAMPAIO, MENOS É MAIS, LÉO SANTANA, JOÃO GOMES, BELO, ENTRE OUTROS

Com a impossibilidade do carnaval de rua, as festas privadas, liberadas pela Prefeitura de BH, serão a opção do público que não quer deixar mais um ano passar sem comemorar a data. Neste contexto, o Carnaval do Mirante, um dos principais do estado já em sua oitava edição, traz ainda mais novidades pra este ano, com uma cenografia inédita, serviço de qualidade pra curtir sem perrengue, atrações para além da música, e é claro, um line-up incrível.

A festa acontece de 25 a 27 de fevereiro, no Mirante Beagá (bairro Olhos D’Água). Em razão das novas portarias da Prefeitura de Belo Horizonte, que revogam o feriado, a organização do Carnaval do Mirante optou por cancelar os eventos de segunda (28) e terça-feira (1). Já as festas de sexta-feira (25), sábado, (26) e domingo (27) estão mantidas, com todas as atrações originalmente divulgadas. Para acesso ao evento, serão cumpridos todos os protocolos exigidos pela PBH, como apresentação de comprovante de vacinação ou teste negativo para Covid-19, entre outros.

“Queremos que todos possam curtir com tranquilidade, acreditamos na vacina e teremos ótimas novidades para 2022. Faremos o possível para que o nosso público tenha segurança para curtir essa festa, que promete ser épica”, comenta Guilherme Rabelo, um dos sócios, da Box. Bold Xperiences que organiza o Carnaval do Mirante, já reconhecido pelos serviços de qualidade e estrutura impecável.

Este ano as atrações passam pelo funk, axé, pagode, samba e sertanejo. Nomes como Wesley Safadão, Dennis, Pedro Sampaio, Belo, Menos é Mais, Leo Santana, João Gomes, entre, estão na programação. “Para esta que, talvez, seja a edição mais aguardada do evento, mesclamos artistas já consolidados da cena musical nacional e outros que estão em ascensão ou foram considerados revelação no último ano. Será possível curtir com segurança e aproveitar o carnaval de verdade novamente”, ressalta Carlos Magno, também organizador da festa.

Programação imperdível

Como manda a tradição, a programação começa com o Baile do Dennis, na sexta-feira, 25 de fevereiro. O DJ, que é um dos precursores do funk, com muitas parcerias com outros estilos musicais, é considerado um fenômeno e faz um verdadeiro baile para o público.

No sábado, dia 26 de fevereiro, a galera vai à loucura com Wesley Safadão, nome que já esteve presente em outras edições do Carnaval do Mirante e que traz algumas das músicas mais tocadas dos últimos anos.  Pedro Sampaio se consolidou como um dos grandes nomes do funk, com os melhores mashups da cena atual e também entra na festa. Menos é Mais, banda que despontou em meio à pandemia, completa a programação do dia e estreia em BH.

Para encerrar a programação 2022, no domingo, 27 de fevereiro, uma das atrações mais aguardadas é Leo Santana que apresenta seus grandes hits além de novidades como “Traseira Cometa” e “Sentadinha”. Mas, ele não é o único nome do dia, João Gomes, cantor revelação de apenas 18 que figura no top das paradas de 2021 com mais de 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify, é presença garantida. Outro convidado é o veterano Belo, que traz uma versão mais dinâmica de seus pagodes especialmente para o carnaval. O DJ Lucas Beat, que também se despontou no último ano com remix de músicas consagradas, completa o line-up do dia.

 

SERVIÇO: CARNAVAL DO MIRANTE

Datas: 25, 26 e 27 de fevereiro de 2022

Local: Mirante Beagá (Rua Henriqueto Cardinalle, 380, Olhos D'Água, Belo Horizonte)

Ingressos: sympla.com/carnavaldomirante

Classificação: 18 anos

Mais informações: carnavaldomirante.com.br

facebook.com/carnavaldomirante   

instagram.com/carnavaldomirante

CURA - Circuito Urbano de Arte volta à Praça Raul Soares (BH) em fevereiro

Grupo Giramundo realiza instalação inédita e Mag Magrela, artista selecionada pela convocatória nacional, ocupa empena do Edifício Savoy

A 6ª edição do CURA – Circuito Urbano de Arte teve início junto com a primavera e segue em movimento.  Desde então, a Praça Raul Soares tornou-se o mais novo museu a céu aberto da capital mineira e, como algo vivo que é, se multiplica. Em 2022, a “coleção Raulzona” segue crescendo. De 14 a 25 de fevereiro, obras inéditas de Mag Magrela, artista selecionada pela convocatória Beck’s em 2021, e o cinquentenário Grupo Giramundo se somam à galeria do CURA, para serem apreciadas de forma democrática e gratuita. 

“Em 2021, o CURA concebeu um festival-ritual para irradiar a partir da praça, um novo ambiente de imersão em arte pública. Foi lindo ver o encanto acontecer desde o momento em que convidamos geral para ver o que sempre esteve entre nós: uma Raulzona de cultura marajoara viva em grafismos e em espírito presente, praça cheia de história e vivências, com sua fonte central com contornos da Chakana peruana, de conexões transamazônicas, encontro de povos e culturas latino-americanas” fala Priscila Amoni, idealizadora do festival ao lado de Janaína Macruz e Juliana Flores.

O Giramundo, um dos grupos mais antigos de teatro de bonecos do Brasil, apresenta sua instalação “Gira De Novo” no dia 14 de fevereiro (segunda-feira), idealizada pelo grupo Giramundo em parceria com o CURA, e inspirada no cosmograma bakongo. Pensada para ocupar a praça, traz os ciclos do universo, os movimentos do sol e as fases da vida humana como símbolo de recomeço. Duas obras de propostas, histórias e linguagens diferentes, mas que criam diálogos entre si e nos inspiram a continuar e a resistir sempre. A instalação fica na praça até o dia 25 de fevereiro (sexta-feira).

A partir de 17 de fevereiro (quinta-feira), a multiartista Mag Magrela (ela é desenhista, grafiteira, pintora, escultora, cantora…) e uma das referências nacionais na cena contemporânea de arte urbana traz suas formas femininas singulares e já tão reconhecidas no graffiti para falar sobre passado, resiliência, sobre passar por tempos difíceis, sobre cura.

“2021 foi cheio de desafios para a realização do CURA. As entregas ganharam outros significados diante dos impasses vividos pela cultura no país, especialmente com a atuação em âmbito federal no sentido de enfraquecer (por vezes, boicotar) o setor cultural, atrasando processos, autorizações, homologações, liberações de recursos, etc., desidratando a cadeia produtiva da cultura. Sentimos ainda mais orgulho e alegria por tudo que foi apresentado e compartilhado até agora” explica Juliana Flores. “Nossa cidade é nossa galeria de arte pública e nos lembra de que, quando a gente se apropria do espaço urbano, constrói também um sentido de pertencimento, faz dele nosso também, é capaz de transformá-lo”, completa.

2022 é o ano da cura, do recomeço, dos reencontros, da retomada da cultura.

 

 Sobre o CURA 6ª edição

Todo ano o CURA se permite escutar, aprender, propor, se transformar. Nesta edição, ele se apresenta expandido — na sua duração, nos modos de conviver na cidade, de experimentar encontros na rua.

 

Uma decisão que se reflete já na escolha por uma curadoria que se aprofunda em um Brasil que não é somente urbano e sudestino. Naine Terena de Jesus, pesquisadora, mestre em arte e mulher indígena do povo Terena, e Flaviana Lasan, artista visual e educadora, com pesquisa sobre a presença da mulher na história da arte, somam seus olhares e vivências com as das idealizadoras Janaína Macruz, Juliana Flores e Priscila Amoni para conceber um festival-ritual, que abre os ouvidos e desperta os sentidos para os saberes, as tecnologias e os modos de fazer artístico dos povos tradicionais.

 

- BH recebeu, pela primeira vez, Sadith Silvano e Ronin Koshi, artistas Shipibo-Conibo, um dos povos originários do Peru, etnia que vive na amazônia peruana. Por 3 dias e de forma ininterrupta, a pintura-ritual shipibo deu vida a uma Anaconda na Avenida Amazonas, obra monumental com quase 3mil m², a maior obra shipibo do mundo! Houve muita gente envolvida (quase 30 pessoas só na pintura), além de semanas de estudo e consultorias que cuidassem de cada detalhe e contemplassem, por exemplo, a aplicação de uma tinta viária antiderrapante especial, evitando acidentes, especialmente em dias de pista molhada. Um trabalho extremamente cuidadoso para nascer algo tão grandioso e que imprime no chão de BH um pouco do território, cantos, costumes, língua e conhecimentos de cura de um povo. Que honra, BH!

 

A fonte da praça ganhou temporariamente contornos de luz e cor, traçados pelo olhar da genial Marina Arthuzzi. A Raul Soares, território LGBTQIA+ , também viu de volta, sob nova luz e olhares, entidades da comunidade queer belo-horizontina projetadas nas paredes do Edifício JK durante o Vrááááá Na Raulzona, ação criada em parceria com o Coletivo Viva JK (@vivajk), cineastas e pesquisadores mineiros. O grito de “A gente sempre esteve aqui!” ganhou ainda mais força e doses de coragem.

 

- A Raul Soares compartilhou ainda um grande ritual coletivo de CURA e encantaria, guiado por Tainá Marajoara em construção com Mayo Pataxó, Patricia Brito e Silvia Herval: ao mesmo tempo, experiência artística e também processos espirituais e medicinais simbólicos. Uma vivência emocionante, com cozimento de alimentos sagrados, canto para a Jussara sagrada e seu plantio, pintura com jenipapo de grafismos marajoara e velas acesas com intenções de cura emanadas num Dia de Finados. Praça cheia, emoções à flor da pele.

 

- Ao redor da praça ganharam vida as obras dos artistas Ed-Mun e do Coletivo MAHKU - Movimento dos Artistas Huni Kuin (@mahkumovimento) Kassia Hare Karaja Hunikuin (@kassiaborgess), TxanaBanê (@cleibepinheiro) e Itamar Rios (@riositamar), empenas que imprimiram sons, cores e formas no horizonte da cidade e são como entidades que nos olham, com práticas e saberes que conectam futuro e ancestralidade.

 

Do Alto Rio Jordão, no Acre, os artistas Huni Kuin trouxeram consigo a força da floresta, sua luta pelo direito ao território e seus encantamentos medicinais. Mirar o Ed. Levy nos coloca agora diante de um encontro com diferentes animais, cada qual representando uma força, e BH encontra também uma guia energética em pleno centro. 

 

No Edifício Paula Ferreira, tags falam sobre pertencimento e identidade e marcam o território pelas mãos de quem se inscreve na cidade de outras formas. É a obra do Ed-Mun (@edmunpdf) em graffiti 3D, com letras que atravessam a história e a tradição e também as empenas. O CURA pode enfim dizer, com o maior orgulho, que tem em sua galeria a primeira empena deste artista gigante de BH.

 

Sobre o Cura

O Circuito Urbano de Arte realizou sua quinta edição em 2020, completando 18 obras de arte em fachadas e empenas, sendo 14 na região do hipercentro da capital mineira e quatro na região da Lagoinha, formando, assim, a maior coleção de arte mural em grande escala já feita por um único festival brasileiro.

Idealizado por Janaina Macruz, Juliana Flores e Prisicila Amoni, o CURA também presenteou BH com o primeiro e, até então único, Mirante de Arte Urbana do mundo na Rua Sapucaí.

 

Serviço

CURA – Circuito Urbano de Arte, 6ª edição – 2ª etapa

Data: 14 a 25 de fevereiro

Local: Praça Raul Soares

https://www.instagram.com/cura.art

https://cura.art

 

 

PATROCÍNIO MASTER:
Becks ( Lei Estadual de Incentivo à Cultura)

 

PATROCÍNIO:

Cemig - Governo de Minas ( Lei Estadual de Incentivo à Cultura e Lei Federal de Incentivo à Cultura)
Localiza ( Lei Federal de Incentivo à Cultura)
Lei Municipal de Incentivo à Cultura

 

APOIO:
Coral
Planalto Tintas

 

APOIO INSTITUCIONAL
Belotur e Prefeitura de Belo Horizonte

PRODUÇÃO:
Pública Agência de Arte

REALIZAÇÃO:
CURA

Primeiro Love Wine do ano acontece em 12/02/2022 com a melhor vibe do verão e bons vinhos

Evento tem espaço gastronômico assinado pelo Chef Djalma Victor e som de Happy Feet Jazz Band, Breno Gontijo, No Label e Dj Nezt

Uma festinha leve, prazerosa e com a magia de acontecer ao ar livre... Assim promete o Love Wine Opening Season em sua primeira edição de 2022, que será no dia 12 de fevereiro, das 13h às 22h, em local aberto no Belvedere. O evento reúne o que há de mais legal no verão: bebidas refrescantes, música alto astral, boa gastronomia, e atmosfera descontraída. O espaço gastronômico será assinado pelo chef Djalma Victor e terão shows de Happy Feet Jazz Band, Breno Gontijo, No Label e Dj Nezt. Os ingressos são limitados e já podem ser adquiridos pelo Sympla.

Um dos chefs mais celebrados de Belo Horizonte, Djalma Victor, assume a cozinha da edição. Sua comida tem como base a gastronomia mineira tradicional, com técnica internacional e inspiração contemporânea. Finalista do programa Mestre do Sabor e participante do Top Chef Brasil, Djalma está à frente do Osso e da Rotisseria Central e vai trazer seus pratos mais famosos ao evento.

Com a temperatura lá no alto na capital mineira, a melhor pedida é aproveitar a variada carta de vinhos brancos e rosé, cuidadosamente selecionada por especialistas do Love Wine. Mas, essa não é a única forma de se refrescar. Há, também, opções de cervejas e drinks.

Para o sábado ficar ainda melhor, foi pensado um repertório musical de primeira. No line-up estão a Happy Feet Jazz Band, que traz grandes sucessos do jazz mundial, e a No Label, banda que combina sucessos internacionais com hits clássicos. Outra atração é o compositor e cantor Breno Gontijo, consagrado por sua parceria com The Fish House e com uma legião de fãs. Nos intervalos, a música fica por conta de Dj Nezt.

O Festival terá quatro edições ao longo do ano, sendo essa a primeira delas. “O Love Wine é um dos eventos favoritos do público de Belo Horizonte e pensamos cada edição de maneira que a experiência seja completa. É um festival que reúne o melhor da música, da comida e da bebida, com estrutura diferenciada para que todos possam aproveitar ao máximo”, ressalta Carlos Magno, da Box.Bold Xperiences, produtora responsável pelo evento.

O evento conta com uma área especial para a criançada. Ao ar livre, o local é arborizado, garantindo sombra para todos, e ótima infraestrutura, com brinquedos e atividades para os pequenos se divertirem em família, aproveitando um sábado diferente.

O Love Wine segue todos os protocolos sanitários exigidos pela Prefeitura de Belo Horizonte, como o cartão de vacina ou certificado digital de comprovação das vacinas contendo duas doses, três doses ou dose única, além do teste negativo para Covid-19.

 

SERVIÇO:

Love Wine

Data: 12 de fevereiro (sábado)

Horário: das 13h às 22h

Local: Avenida Professor Cristóvam dos Santos, nº 444, Belvedere

Ingressos: 1º lote a partir de R$ 30 (entrada até 15h) e R$ 60 (entrada a qualquer horário)

**A entrada é válida mediante a apresentação do ingresso

Vendas: www.sympla.com/lovewine

Mais informações: https://www.instagram.com/lovewinefestival/

Bloco de carnaval Angola Janga completa cinco anos com lançamento de livro

Publicação traz temas referentes às africanidades e negritudes brasileiras

Em 2020, o bloco Afro Angola Janga, de Belo Horizonte, completa cinco anos. Para celebrar essa trajetória dedicada ao empoderamento negro por meio de suas práticas e repertórios, o grupo lança em janeiro de 2021 o livro “Agbara do Angola Janga: Memória, Cultura e Educação”, pela Crivo Editorial.

A publicação, assinada por Nayara Garófalo – fundadora do bloco – aborda questões referentes à temática étnico-racial e vem acompanhada de um CD com dez faixas autorais compostas por integrantes do bloco. O livro apresenta as letras das canções e temas referentes às africanidades e negritudes brasileiras.

Traz também temas de cortejos anteriores e simbologias utilizadas pelo bloco Afro, além de orientações pedagógicas para auxiliar o educador na aplicação da Lei 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de "história e cultura afro-brasileira" nas escolas. “O projeto tem duas frentes. Uma de registro de memória desses cinco anos, e a outra é o compromisso com a educação. Esse livro é o início de algo que identificamos como importante dentro do bloco que é a memória do povo negro, que não é vista com tanta importância como a memória do homem branco”, comenta a coordenadora de produção do bloco, Natálha Abreu.

O projeto foi realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, e toda a tiragem será destinada para Escolas Municipais e Bibliotecas Públicas da capital mineira. “Vamos produzir também um vídeo. A ideia é utilizar imagens do processo de construção do livro e do CD. Fizemos um texto orientando esse vídeo, e queremos que ele chegue até os professores, para terem elementos para desenvolver suas aulas online”, complementa.

Sobre o Bloco Angola Janga

O Angola Janga é um bloco afro de Belo Horizonte dedicado ao empoderamento e à emancipação do povo negro através de suas práticas e repertórios. Com uma levada que vai do “axé” ao funk, o Bloco passeia, em seu show, por diversos exemplares da produção musical negra antiga e recente. Samba reggae, ijexá, samba afro, funk de protesto, hip hop, pagodão baiano e ritmos mineiros são alguns dos apresentados, com uma energia e estética inesquecíveis para quem vê.

Sobre a Crivo Editorial:

Editar a cidade. Participar da vida pública de Belo Horizonte por meio de livros. Dar voz a autores nos cenários: artístico, político e social. Em 2012, a Crivo Editorial surge, pioneira, com o propósito de intervir na cidade: propondo trocas e a criação de um diálogo horizontal com os múltiplos e diversos universos presentes em BH. Deslocando-se da função de uma editora para a atividade de um Editorial, a Crivo acredita na transformação da cidade, por meio da palavra e da escrita. Atualmente, a Crivo Editorial possui aproximadamente 120 publicações. Movimenta-se no sentido de tornar-se um editorial e reafirma a sua ideia de não somente editar livros, mas coparticipar do processo de “edição da cidade”.

SERVIÇO

Livro: “Agbara do Angola Janga: Memória, Cultura e Educação”

Autor: Nayara Garófalo

Editora: Crivo Editoria

Evü Restaurante reabre com exposição

Obras do arquiteto e artista plástico Saul Vilela e seu filho Marco estão expostas no espaço

Durante os cinco meses em que ficou fechado, a equipe do Evü restaurante não ficou parada. “Aproveitamos o momento do salão fechado para fazermos algumas melhorias” conta Tiago Patrício, sócio do local.

Assim, o restaurante conta agora com um espaço reservado para pequenos grupos e até uma sala de coworking. Ambos ainda não estão abertos ao público por conta das restrições de seguranças que foram adequadas à pandemia, mas logo serão inauguradas.

Por hora, quem passar por lá, além de saborear uma ótima comida ou degustar um café especial, vai poder também contemplar arte. É que estão no restaurante 08 telas do arquiteto e artista plástico Saul Vilela e seu filho Marco. “Minha ideia é sempre dar espaço a algum artista. Vamos fazer um rodizio de exposições” explica Tiago.

Um bem-vindo respiro em meio a correria do dia a dia!

Saul Vilela

Saul Vilela se dedica a pintura desde o final dos anos 1970, embora sua trajetória nesse universo tenha vindo antes, no início dessa década, quando ainda era estudante de arquitetura, e se tornou marchand de vários nomes de sucesso, como Manabu Mabe, Maria Helena Andrés, Álvaro Apocalipse, Ivan Marquetti, Inimá de Paula, Bracher e Carlos Scliar, entre outros da época.

De todos eles, Scliar tem importância fundamental na vida de Saul: “Foi ele que me ensinou a pintar, me dava tinta, me ensinou a técnica dele”, conta. Figurativo no início, mais tarde adotou o abstrato, estilo pelo qual se tornou conhecido.

Ao longo do tempo, conseguiu conciliar arquitetura e pintura, sempre de uma maneira leve, mesclando em seus trabalhos uma dose de irreverência, anticonvencionalismo e humor. Na hora de pintar, o que predominou foi o lado emocional. “Vou para o atelier descobrir o que vou fazer. Às vezes, acerto; em outras, dá nada, mas passo o rodo na tinta e consigo um fundo ótimo”, explica.

Sobre seu trabalho, Bracher escreveu: “A pintura de Saul Vilela é, de saída, forte, exuberante e eloquente. Com a textura expressionista de quem conhece e pratica o ofício”.

Marco Vilela

Marco Vilela é artista plástico e arquiteto nascido em Belo Horizonte - MG.

Adepto da pintura de ação ou expressionismo abstrato, onde se destaca o movimento e energia do artista.
Diferente de como ocorre na arquitetura, ao pintar Marco tenta deixar a mente limpa e sem interferências externas, ele transpõe a ação do seu subconsciente para "soltar" o movimento e a imaginação, de forma que não haja um planejamento ou qualquer intenção figurativa e geométrica. Sua obra se forma através da harmonia de cores e movimentos sem destino ou finalidade.

A intenção é criar formas abstratas, algumas vezes harmoniosas outras não, que faça o expectador parar e pensar, que o faça experimentar a obra à sua frente.
Ele tenta desfocar a visão do óbvio, do fácil, do rotineiro e desafiar a mente à enxergar através da abstração, tenta colocar a mente do expectador em conexão com o subconsciente e fazer com que através de uma obra sem significado aparente, sejam despertados sentimentos e significados pessoais e únicos.


Marco usa em seus quadros tinta acrílica e pinta suas telas esticadas no chão, para ter uma visão de "dentro" do quadro e também de alguma forma fazer parte da obra.

 

Evü

https://www.instagram.com/evurestaurante/

Av. Brasil, 741 - Santa Efigênia

Pedidos via Ifood ou Whatsapp 31 98476-7879

Aberto para almoço de segunda à sábado, exceto feriados, de 11h às 15h