Banner Top

Log in

Mater Dei de Saúde recebe o Prêmio HealthARQ na categoria Case de Sucesso - Novo empreendimento

O Hospital Mater Dei Salvador foi um dos ganhadores do Prêmio HealthARQ 2021, na categoria Cases de Sucesso - Novo Empreendimento. Promovida pelo Grupo Mídia, a iniciativa é uma homenagem às marcas mais lembradas e um reconhecimento aos profissionais que mais se destacaram na arquitetura, engenharia e design da saúde do último ano. A cerimônia de premiação foi realizada  no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, durante o Fórum HealthARQ para líderes da arquitetura e da construção da saúde debaterem as tendências do setor. 
 
A homenagem foi recebida pela gerente clínica e assistencial da Rede Mater Dei de Saúde, Lara Salvador.  O Prêmio HealthARQ está em sua sétima edição e os ganhadores são escolhidos pelo conselho editorial do Grupo Mídia, baseado em pesquisa de mercado e votação aberta pelo site Healthcare Management. O Fórum+Prêmio HealthARQ é um evento direcionado para administradores, diretores, gestores hospitalares de departamentos de engenharia, infraestrutura e arquitetura e demais lideranças. 
 
Para o presidente da Rede Mater Dei de Saúde, Henrique Moraes Salvador Silva, o prêmio é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela instituição em empregar tendências arquitetônicas sustentáveis e modernas nos projetos de construção de seus hospitais, que são destaque em infraestrutura e engenharia no setor de saúde no Brasil. “A Rede Mater Dei de Saúde sempre se notabilizou por utilizar mão de obra própria para construir os seus hospitais, utilizando as mais modernas técnicas de arquitetura e engenharia hospitalares. Trabalhamos com o conceito de medicina integrada e buscamos construir os nossos prédios dentro das melhores práticas de sustentabilidade ambiental. Acreditamos que, quando construímos, temos condições de customizar o ambiente hospitalar para as necessidades específicas naquele hospital, naquela região e naquela cidade”. 
 
O projeto arquitetônico do Mater Dei Salvador, assinado pelo renomado arquiteto Siegbert Zanettini, prioriza a ventilação e a iluminação naturais com o objetivo de valorizar os recursos do meio ambiente e proporcionar bem-estar aos usuários. O novo hospital terá um sistema de climatização que adotará uma gestão eficiente dos recursos hídricos a fim de controlar perdas e evitar desperdícios. As tecnologias empregadas vão garantir uma redução de 40% do consumo total do empreendimento. 

A importância do cuidado com os pés para pacientes com Diabetes

Especialistas em cirurgia do  e tornozelo, os irmãos e médicos ortopedistas Daniel e Tiago Baumfeld destacam os principais hábitos necessários às pessoas com a doença

 
Atualmente, apenas no Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas possuem diabetes, mas a boa notícia é que alguns cuidados, especialmente relacionados aos pés, podem ajudar a prevenir as complicações da doença. De acordo com os irmãos e médicos ortopedistas Daniel e Tiago Baumfeld, especialistas em cirurgia do  e tornozelo, uma série de alterações pode ocorrer nos pés de pessoas com diabetes não controlado, como a perda de sensibilidade. “O ‘ diabético’ é ocasionado pelo Diabetes Mellitus e acontece quando uma área machucada ou infeccionada nos pés desenvolve uma lesão ou ferida mais grave”, explica Daniel Baumfeld.
 
De acordo com o ortopedista, com o passar do tempo, as sensações de dor e tato, chamadas de sensibilidade protetora, desaparecem.  “Essa ‘proteção’ conferida pela dor é o que nos faz identificar pequenos ferimentos e evitar com que os mesmos avancem, por exemplo”, completa Baumfeld. Em função da falta dessa proteção, pequenos machucados nos pés em pacientes com diabetes podem progredir rapidamente para grandes feridas, comprometendo, em alguns casos, a viabilidade do membro, sendo necessária sua amputação.
 
Mas, segundo o ortopedista Tiago Baumfeld, não há motivos para pânico. Existem várias atitudes que, quando praticadas no dia a dia, contribuem para evitar essa evolução catastrófica, sendo a mais importante delas o controle dos níveis de glicose. “Não adianta tomar qualquer medida preventiva local nos pés se os níveis de glicose não estiverem controlados. Esse é o primeiro e mais importante passo”, salienta.
 
Sobre os cuidados necessários com os pés, os irmãos ortopedistas destacam os mais importantes:
 
- Todos os pacientes diabéticos devem examinar os pés diariamente. Se necessário, pedir ajuda a familiar ou usar espelho, lembrando sempre de observar os espaços entre os dedos;
 
- Avisar o médico se tiver calos, rachaduras, alterações de cor ou úlceras. A abordagem precoce no aparecimento de qualquer uma dessas alterações é essencial para o sucesso do tratamento;
 
- Vestir sempre meias limpas, preferencialmente de lã, algodão, sem elástico, a fim de evitar pontos de pressão e favorecer o controle da umidade local;
 
 - Calçar sapatos que não apertem, de couro macio ou tecido. Não usar sapatos sem meias;
 
- Sapatos novos devem ser usados aos poucos. Usar inicialmente, em casa, por algumas horas por dia. Qualquer ponto de pressão deve motivar a adaptação ou troca imediata do calçado;
 
- Nunca andar descalço, mesmo em casa. Uma ferida por um acidente perfurocortante pode não terminar bem;
 
- Lavar os pés diariamente, com água morna e sabão neutro. Evitar água quente. Secar bem os pés, especialmente entre os dedos;
 
- Após lavar os pés, usar um creme hidratante à base de lanolina, vaselina líquida ou glicerina. Não usar entre os dedos para evitar acúmulo de umidade local;
 
- Cortar as unhas de forma reta, horizontalmente. Nunca "cutucar" as bases das unhas, essa pode ser uma porta de entrada significativa para infecções;
 
- Nunca remover calos ou unhas encravadas em casa;
 
Por fim, Tiago Baumfeld reforça a importância de os pacientes serem acompanhados por profissionais especializados. “O paciente com diabetes precisa de acompanhamento multidisciplinar, que um endocrinologista, ortopedista especialista em pés, cirurgião vascular, enfermeiros especialistas em feridas, psicólogos, entre outros profissionais”, finaliza o médico.
 
 

Os irmãos e médicos ortopedistas dr. Daniel Baumfeld e dr. Tiago Baumfeld são especialistas em cirurgia do  e tornozelo, proprietários da Clínica Vicci e mestres em ortopedia pela UFMG. Daniel é superintendente médico do Cruzeiro Esporte Clube e Tiago é supervisor médico.

Como a contabilidade pode ajudar empresas médicas em época de restrições

Consultoria e soluções especializadas garantem a profissionais, clínicas e hospitais o corte de gastos desnecessários e até restituições de tributos indevidos, em tempos de receita em retração e despesas subindo.

A busca por consultoria e soluções financeiras especializadas na área de saúde tem sido o caminho adotado por clínicas, hospitais e prestadores de serviços médicos para garantir a sustentabilidade de seus negócios, sobretudo neste momento de restrições causadas pela pandemia de Covid-19. A gestão contábil, fiscal e tributária que atenda às especificidades do setor evita a ocorrência dos chamados ralos financeiros.
 

E o cenário impõe não deixar ralos abertos. Levantamento da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp, 03/2021) aponta que, entre 118 estabelecimentos associados, houve acréscimo de despesas acima do incremento das receitas (8,1% contra 3,1%) durante o ano passado. Com isso, a margem Ebitda (lucro sem incluir tributações, pagamento de juros e amortizações) caiu 4,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior. No início da pandemia, a organização Médicos Sem Jaleco já tinha identificado, entre profissionais, tombo de 82% nas receitas.
 
Uma gestão contábil e fiscal que se atente às peculiaridades da especialidade médica, separando simples consultas de exames, procedimentos e cirurgias, consegue identificar quais são as despesas desnecessárias – incluindo o pagamento de tributos indevidos, conforme explica a administradora Júlia Lázaro. São os recursos despendidos sem necessidade que a especialista classifica como ralos financeiros. Júlia é sócia e fundadora da Mitfokus, empresa de soluções financeiras baseadas em tecnologia da informação (fintech), focada justamente em negócios da saúde.

O relato do cirurgião vascular Fernando Daiggi, de Campinas (SP), ilustra bem a importância da gestão especializada. O profissional lembra que, até anos atrás, o pagamento dos tributos era feito mediante contabilidade generalista. Esta, no entanto, não se atentava a alíquotas específicas para a saúde, que variam de acordo com as atividades e procedimentos realizados.
 
“Descobri que havia opções de menor tributação, de incidência de alíquotas menores. Conseguimos uma diminuição drástica das despesas com tributos. Mais que isso: obtivemos a restituição dos impostos pagos a mais, dentro do período e prazo estipulados pela legislação”, afirma Daiggi.
E o profissional complementa sobre a parceria com uma contabilidade especializada: “[A consultoria e as soluções financeiras especializadas em saúde] nos dão uma visão mais ampla da gestão no setor. Identificamos categorias específicas de tributação – taxações diferentes sobre valores de consulta, exames, cirurgias...”, menciona.

EFEITOS

Tapar ralos financeiros, assim como os identificados por Daiggi, se torna ainda mais imprescindível neste momento em que várias especialidades médicas registram diminuição de atendimentos – e, consequentemente, de receitas. O oftalmologista Aron Guimarães, também de Campinas (SP), está entre esses profissionais que sentiram os efeitos da pandemia na procura por consultas, exames e cirurgias. “Muitos pacientes, em especial os idosos, por causa da necessidade de distanciamento social, deixaram de realizar esses procedimentos”, acrescenta.

Em seu caso, a queda na receita chegou a 30%. Inicialmente precisou demitir, mas, com o passar do tempo, foi recompondo seu quadro. Contudo, com o agravamento da pandemia em curso desde fevereiro, e novas medidas de restrições, o receio de outro impacto volta a exigir precauções extras. Os efeitos só não chegam a ser drásticos justamente porque a clínica conta com gestão especializada.

“Contamos há alguns anos com consultoria especializada. Tem sido uma ajuda muito importante, neste período difícil. Reduzimos despesas com tributos que pagávamos além do que é obrigatório. Recursos economizados muito importantes para o dia a dia”, assinala o oftalmologista.

Também oftalmologista, o médico Fábio Akio, de Guarulhos, na Grande São Paulo, é outro profissional que registrou retração nas receitas em decorrência da pandemia, “principalmente no início, naquele primeiro período de medidas restritivas”. A queda obrigou o médico a reavaliar custos, com o intuito de cortar despesas. Igualmente cliente da Mitfokus, ele salienta que a consultoria financeira especializada se mostrou decisiva. “Foi muito importante; é uma organização e agilidade na tomada de decisões que são essenciais para atravessar os momentos críticos.”

HISTÓRIA E METAS
 
A oftalmologia é uma das 40 especialidades médicas atendidas pela consultoria e soluções financeiras desenvolvidas pela Mitfokus, informa Júlia Lázaro. A fintech especializada em gestão de saúde completa quatro anos em 2021. Nesse período, assegurou aos clientes R$ 15 milhões de economia com tributos desnecessários e restituição de mais de R$ 20 milhões.

A empresa tem sede em Campinas (SP), com clientes (são mais de 1,2 mil) em todas as regiões do Brasil. Desde janeiro, a Mitfokus está integrada à incubadora Eretz.bio/Einstein, para um projeto de expansão e aceleração dos negócios. A meta, reitera Júlia Lázaro, é até 2026 atender 10% dos profissionais de saúde de todo o país oferecendo soluções financeiras tecnológicas, integradas à contabilidade, e com gestão para evitar ralos financeiros.
 
MAIS INFORMAÇÕES

Dr. Filippo Pedrinola explica relações entre hormônios e saúde mental

Médico endocrinologista aborda a saúde mental sob perspectiva de problemas fisiológicos que não provêm da depressão ou distúrbios do comportamento

Com o isolamento social e as preocupações com a pandemia, temas sobre saúde mental ganham muito espaço nas discussões sobre o bem-estar. Temas como depressão e ansiedade já são os primeiros a serem considerados quando o assunto é referente aos reflexos de tudo isso em nosso cérebro. No entanto, a situação atual reforça um pensamento comum, que é explicar as causas pelo estilo de vida como reflexo do mundo exterior, mas também existem as causas fisiológicas atuando nesse processo, como o desequilíbrio hormonal.

Por haver grande desconhecimento da população acerca destes sintomas, fazendo-as desconsiderarem os fatores de origem biológica, como desequilíbrios hormonais e uso de medicamentos capazes de influenciar o desenvolvimento de diversos problemas relacionados à saúde mental.

Para o Prof. Dr. Filippo Pedrinola, um exemplo disso é o impacto negativo do anticoncepcional no organismo de algumas mulheres.

“Há um subgrupo de mulheres nos quais a pílula anticoncepcional, em pequenas quantidades, pode induzir a um quadro depressivo. Além disso, o anticoncepcional também afeta diretamente a produção de vitamina B6 no organismo, sendo responsável pela produção de neurotransmissores. Quando estes não atuam da maneira correta, o humor, por exemplo, muda consideravelmente”.

Além disso, completa Pedrinola “o uso prolongado de anticoncepcional aumenta os riscos do desenvolvimento de câncer de mama, por isso é importante estar sempre em contato com um médico especializado para que a prescrição seja feita de maneira correta, sem apresentar danos à saúde”.

Hipotireoidismo também geram distúrbios do comportamento
É de conhecimento popular que cansaço, alteração do sono, desânimo, ganho de peso, fraqueza e perda de libido são sintomas característicos da depressão, mas nem sempre eles podem estar relacionados com as alterações químicas que também geram a depressão.

De acordo com o Prof. Dr. Filippo Pedrinola, é essencial realizar exames de função tireoidiana, principalmente se o paciente nunca apresentou sintomas depressivos antes, visto que as sensações entre um problema e outro são bem parecidas.

“Os sintomas do hipotireoidismo são muito parecidos com o de pessoas que desenvolvem um quadro depressivo, e isso gera uma certa confusão porque, ao invés de ir a um endocrinologista, ela vai a um psicólogo ou psiquiatra, e muitas vezes o tratamento indicado por estes profissionais não resolve o problema do paciente, visto que eles estão em outra esfera”.

O mais indicado é, se possível, fazer um acompanhamento simultâneo com profissionais de ambas as áreas, já que cerca de 30% dos pacientes com depressão apresentam hipotireoidismo e, por outro lado, 50% dos pacientes com hipotireoidismo são depressivos, de acordo com pesquisas realizadas pelo Departamento de Tireoide da SBEM.

Estresse crônico está diretamente ligado com deficiência androgênica nos homens
Os homens também estão suscetíveis a problemas hormonais e apresentam alguns sintomas que se assemelham à depressão, como a falta de energia, e libido baixa. Neste caso, o que pode estar acontecendo é um quadro de hipogonadismo, uma doença na qual as gônadas, que nos homens são os testículos e, nas mulheres, os ovários, não produzem quantidades suficiente de hormônios sexuais.
 

“É muito comum que os homens desenvolvam o hipogonadismo em decorrência do estresse crônico, e por mais que os exames laboratoriais indiquem normalidade, é interessante avaliar outros parâmetros, porque isso pode estar influenciando nas queixas de baixa libido ou falta de energia”, declara o Dr. Pedrinola.

Mesmo que a taxa de testosterona do homem esteja dentro dos limites da normalidade, é necessário analisar no exame laboratorial os índices correspondentes aos hormônios SHBG ou prolactina, pois as situações de estresse fazem com que a glândula hipófise aumente a produção do hormônio prolactina, que tem relação direta com a queda da testosterona.
 
“Tudo deve ser levado em conta junto ao quadro clínico, porque em uma situação dessas a gente costuma questionar se há a necessidade de uma reposição hormonal ou se vamos estimular esses eixos para que voltem aos seus índices normais. Sempre procuro entender por que o paciente está daquele jeito antes de indicar algum tipo de tratamento”, declara o Dr. Pedrinola.

Em todos os casos, é importante estar atento aos sinais que o corpo dá, sempre mantendo os exames em dia e se consultando periodicamente com um especialista, a fim de evitar problemas maiores no futuro.

Sobre o Dr. Filippo Pedrinola
O Dr. Filippo Pedrinola, criador do protocolo Medicina de Estilo de Vida, é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) com residência médica em clínica e endocrinologia no Hospital das Clínicas de São Paulo.
Após período de um ano do Fellowship Program do Cedars Sinai Medical Center da University of California em Los Angeles (UCLA), concluiu doutorado em endocrinologia pela Faculdade de Medicida da USP.

É membro da The Endocrine Society dos Estados Unidos, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (ABESO).

Possui certificação em medicina mente-corpo pelo Body-Mind Institute da Harvard Medical School, pela International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) e pela University of Texas em Arlington (UTA).
Além de estar à frente de suas clínicas médicas próprias, faz parte do corpo clínico do Hospital Albert Einsten e do Hospital BP Mirante, neste último é Coordenador do Núcleo de Bem-Estar e Terapias Integrativas.

Clínica Prof. Dr. Filippo Pedrinola | Prof. Dr. Élvio Garcia
Endereço: Rua Viradouro, 63 – 2º andar – Itaim Bibi, São Paulo/SP
Telefone: (11) 3073-0113
Dra. Halana Filgueiras – instagram.com/dra.halana
Dra. Nathália Coronel – instagram.com/dra.nathaliacoronel
Dra. Ariane Wunderlich Gregório – instagram.com/dra.arianegregorio