Aprenda como gastar menos na viagem internacional pós-pandemia
Desde o tipo de cédula até modalidades de pagamentos, existem opções que contribuem para a economia
Você pretende viajar depois que acabar a pandemia? Está com aquela dúvida: comprar o dólar agora ou depois? O especialista em câmbio Anderson Souza Brito recomenda cautela na hora de adquirir a moeda, porém, é necessário não deixar para última hora.
“Embora temos expectativa de melhora da cotação da moeda estrangeira, a aquisição precisa ser de forma gradual e planejada para minimizar os impactos das interferências e que se possa obter um preço médio de seu valor”, afirma.
Essa estratégia do preço de médio é conhecida como Dollar Cost Averaging (DCA), que consiste em escolher uma moeda desejada para comprar e aplicar periodicamente uma quantia fixa na compra dela.
De acordo com o fundador da Revhram, a volatilidade do dinheiro é causada por fatores como expectativa da vacinação da população, turbulência política e intervenções dos Bancos Centrais, que alteram as taxas de juros em busca de conter as consequências da crise sanitária, por exemplo.
- De olho na nota
“Caso o destino for outro lugar e você deseja comprar dólar para a sua viagem, é sempre importante adquirir as notas novas azuis, pois cada país possui sua política de aceitação e assim você não possui risco de rejeição da moeda”, destaca ele.
- Dinheiro ou cartão?
O viajante tem diversas modalidades para cobrir seus gastos durante a viagem, como o dinheiro físico, o cartão pré-pago e o cartão de crédito. “Dentre as três opções, comprar a moeda estrangeira é a mais vantajosa, por conta da incidência menor de imposto, gerando uma economia considerável”, destaca ele. Quando compra o dinheiro nas casas de câmbio, o consumidor paga o IOF em 1,10% e os custos do dólar turismo.
Vale ressaltar que ao sair do Brasil, com mais de R$ 10 mill, é preciso preencher a Declaração Eletrônica de Bens de Viajantes (e-DBV) e apresentá-la à fiscalização aduaneira. E muito cuidado ao guardar e manusear o dinheiro.
No caso do cartão pré-pago, existem os custos do cartão, a incidência do IOF de 6,38% e a taxa do câmbio do momento do carregamento do crédito. Do mesmo modo, acontece com o cartão de crédito internacional, com IOF de 6,38%, mas a taxa de câmbio será no momento de sua utilização.
No Brasil, já é possível abrir uma conta corrente internacional em dólar para ajudar na conversão e evitar o transporte da moeda física. A vantagem da conta corrente internacional é que a cotação do dólar é o comercial e não o turismo, o que já é uma economia muito considerável.
“A conta corrente para quem for utilizar o dólar como parâmetro, hoje é a melhor saída para economizar, ter segurança, controle e simplicidade, já que além de usar a cotação comercial, não fica limitada ao valor de R$ 10 mil e a obrigatoriedade de declarar à RF”, conclui Anderson.
O viajante também pode mesclar as modalidades de pagamento durante o passeio e curtir pagando menos.
- Sobre o especialista
- Sobre a Revhram
- Publicado em Atualidades

Fazer com que cada vez mais pessoas se tornem empreendedoras no Brasil – essa é a missão do empresário e youtuber Tiago Fonseca. Mas como ele faz isso? Por meio da transformação de ideias em negócios, e é com essa proposta que o autor lança pelo selo MAP – Mentes de Alta Performance, da Luz da Serra Editora, o livro
Sobre o autor: Tiago Fonseca é casado com Natália Medina e é criador de um dos maiores canais de empreendedorismo do Youtube Brasil, que hoje contabiliza mais de 2,3 milhões de inscritos. Seus vídeos viralizaram por todo o mundo e já somam mais de 2 bilhões de visualizações. Também é o criador dos métodos PAE – único método testado e aprovado de viralização; VGL – Máquina de vendas pelo Facebook, e vários outros que já geraram milhões de reais em vendas, baseados na criação de conteúdos de divulgação em massa, capazes de trazer milhares de pessoas para qualquer tipo de negócio.