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Cessna Citation X da Solojet Shares está pronto para voar

Com velocidade máxima de Mach 0.92 ou aprox. 1130km/h, aeronave está entre as mais rápidas do mundo e compra da cota de compartilhamento permite usar horas de voo também em modelos Hawker 400XP

São Paulo, março de 2024 - O primeiro Citation X para compartilhamento no Brasil já está pronto para começar a operar. A aeronave chegou na base operacional da empresa ao aeroporto de Jundiaí no fim do ano passado para integrar o programa Solojet Shares, criado pela Solojet para o compartilhamento de aeronaves, e agora está pronta para começar a voar. Três cotas de compartilhamento ainda estão disponíveis para os interessados. 

“Estamos falando de uma das aeronaves mais rápidas do mundo, um modelo ideal para aqueles que precisam percorrer longas distâncias, incluindo viagens internacionais. Com essa aeronave é possível chegar nos EUA ou Europa por exemplo com apenas um pouso”, disse André Bernstein, CEO da Solojet. 

Segundo o executivo, ao comprar uma cota de compartilhamento, os clientes do Solojet Shares passam a contar com uma completa estrutura que inclui oficina de manutenção própria, de renovação de interiores e o suporte de uma frota de aeronaves para atender as necessidades dos coproprietários. “Nas cotas do Citation X, é possível voar até 200 horas por ano nesta aeronave, mais 40 horas de voo no Hawker 400XP, que faz muito mais sentido em termos de custo-benefício e disponibilidade, dependendo da rota a ser voada”, resume Bernstein. 

No modelo de compartilhamento, os custos de aquisição e fixos da aeronave são fracionados entre os coproprietários e apesar do custo variável não ser fracionado, cada um paga os custos reais operacionais dos próprios voos sem sobrepreços dos pacotes de horas ou mesmo Táxi Aéreo. Como referência, o custo de aquisição de uma cota de Citation X com a cota combinada do Hawker 400XP tem custo inferior ao custo de aquisição de um turboélice como o conhecido King Air.


Saiba mais sobre a Solojet Aviação

A Solojet Aviação é uma empresa completa no segmento de aviação executiva. Oferece serviços de compartilhamento de aeronaves, Solojet Shares, com aeronaves Hawker 400XP e Citation X, compra e venda, atendimento, gerenciamento de aeronaves e revitalização de interiores. Através de sua oficina homologada para diversos modelos de aeronaves executivas pela ANAC,  é também representante de importantes marcas, como a Raisbeck Engineering e a Blackhawk Modifications, que oferecem kits para upgrades aerodinâmicos e de motores para King Air.  Baseada no Aeroporto de Jundiaí, se destaca por oferecer todos os serviços em um único lugar aos clientes. Mais informações em https://solojetaviacao.com.br/

Aviação agrícola cresce no brasil e se torna aliado dos agricultores

De acordo com o especialista, enquanto um trator pulveriza cerca de 100 a 200 hectares por dia, pelo ar é possível atingir cerca de 1,2 mil hectares

O ano agrícola 2022/2023 começa trazendo a expectativa de uma boa safra para o agronegócio brasileiro e, consequentemente, para a aviação agrícola, que tem se tornado cada vez mais valorizada no agronegócio.  Iniciado no país em 1947, o setor da aviação agrícola é um dos principais fomentadores para o desenvolvimento tecnológico, principalmente no combate e defesa de pragas, no manejo das lavouras, e na otimização de tempo. 

Embora não seja uma novidade tão recente nos campos do País, a aviação agrícola é, cada vez mais, uma prática recorrente e rentável para o agronegócio nacional. O Brasil por exemplo tem a segunda maior frota área agrícola do mundo, com 2.409 aeronaves, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que possui 3,6 mil aviões agrícolas. A pesquisa ainda aponta que Goiás tem a quarta maior frota de aeronaves agrícolas do País, com 295 equipamentos, ficando atrás apenas do Mato Grosso que lidera com mais de 600 aviões agrícolas, o equivalente a 24,67% da frota do país. 

De acordo com o empresário que é um dos empreendedores responsáveis pelo Antares Polo Aeronáutico, Rodrigo Neiva a aviação agrícola tem uma importância fundamental na otimização de tempo do produtor. “A aviação se destaca por vários fatores, entre eles: o trabalho de semeadura, a aplicação de fertilizantes, pulverizações para combater pragas nas grandes lavouras; o combate a incêndios florestais e claro devido a otimização de tempo e logística que pode ser feito com a aviação”, disse.  

Rodrigo Neiva, também destaca que enquanto um trator pulveriza cerca de 100 a 200 hectares por dia, pelo ar é possível atingir cerca de 1,2 mil hectares. “A rapidez no tratamento de grandes áreas em curtos espaços de tempo, possibilita uma redução significativa de tempo. Por isso, eu digo que essa é uma ferramenta indispensável na agricultura”, disse.  

Atento a esse enorme potencial, um grupo de empreendedores formado por seis empresas goianas está construindo na região metropolitana de Goiânia, a maior infraestrutura para aviação geral do Centro-Oeste e uma das maiores do Brasil. Com investimentos da ordem de R$ 100 milhões, o Antares Polo Aeronáutico será voltado para a chamada aviação geral, que engloba aviação executiva, serviços aeromédicos, transporte aéreo de cargas, a aviação agrícola, voos regionais ou a aviação regional e a manutenção de aeronaves. “O projeto é dividido em cinco fases e a primeira tem previsão de entrega para 2024, já com pista de pouso e área de embarque e desembarque funcionando, além de toda a infraestrutura necessária para os hangares. O nosso objetivo é atender empresas de todos os segmentos da aviação geral, entre eles a agrícola, que é muito forte em Goiás e em todo o Centro-Oeste”, informa o incorporador que é um dos empreendedores responsáveis pelo Antares Polo Aeronáutico, Rodrigo Neiva.