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Vitor Reis

Vitor Reis

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Percussão Circular celebra 10 anos com espetáculo inédito, dia 31 novembro e 1º de dezembro, no Grande Teatro do Palácio das Artes

Com direção de Di Souza, a apresentação reunirá 400 artistas no palco para celebrar a trajetória da maior escola de percussão e musicalização de BH

O Projeto Percussão Circular, a maior escola de música de Belo Horizonte e maior formadora de batuqueiros para o carnaval de rua da cidade, celebra uma década de existência com o espetáculo inédito: "Percussão Circular: 10 anos de história". As apresentações serão no Grande Teatro Cemig do Palácio das Artes, o maior complexo cultural da América Latina e principal teatro da cidade, em 31 de novembro, às 20h, e 1º de dezembro, às 14h30 e 19h. Os ingressos para a primeira sessão já estão esgotados, mas ainda é possível garantir ingressos para domingo, a preço popular (R$ 10,00 - inteira), na bilheteria do Palácio das Artes ou no site Eventim.

Dirigido por Di Souza, maestro de carnaval, artista e fundador do projeto, o espetáculo reunirá 400 artistas no palco, entre estudantes de percussão, integrantes do projeto e músicos convidados.  A apresentação, segundo o diretor, simboliza "colher em vida, os frutos de uma trajetória muito bonita, sustentada pela força do coletivo e merecedora de tudo que alcançou". 

O repertório bastante diverso é composto por músicas autorais de compositores belo-horizontinos e conta também com clássicos da música popular brasileira, passando por ritmos como samba e forró, tendo a percussão como protagonista dos arranjos. O público pode esperar uma apresentação vibrante e inesquecível, que reflete o espírito criativo e inclusivo da Percussão Circular.

Vitória Pires, cantora e aluna da escola desde 2018, comenta sobre o sentimento em fazer parte do espetáculo: "É me celebrar enquanto artista, mas principalmente celebrar a caminhada de uma escola de música lúdica, que resiste há 10 anos e que precisa ser propagada. Esse movimento é formador de artistas! Quando entrei para a Percussão Circular, eu era uma adolescente que tinha muitos sonhos e poucas ferramentas. Foi aqui que acreditei no meu potencial artístico e me 'ferramentei' com diversas experiências de palco, sob o olhar carinhoso de Di Souza, junto aos meus colegas".


O Movimento


A Percussão Circular, desde sua fundação, vem se consolidando como um movimento cultural inovador, com uma metodologia própria de ensino já estudada em universidades. A escola atua ativamente em eventos culturais e no Carnaval de Rua de Belo Horizonte.  Ao longo de 10 anos, o projeto cresceu e já formou cerca de 5 mil alunos, tornando-se a maior escola de percussão e musicalização da cidade, com sede própria no Bairro Floresta e mais de 400 integrantes atualmente. O espetáculo de aniversário celebra essa trajetória marcante, destacando o papel da percussão na valorização da cultura popular e no desenvolvimento musical de Belo Horizonte.

 

Percussão Circular em números:

• 400 participantes semanalmente em 2024

• Metodologia inovadora reconhecida em 3 trabalhos científicos

• Formação de mais de 5 mil percussionistas para o Carnaval de Rua

• Sede própria com 400m², com infraestrutura completa para aulas e eventos

• Mais de 500 instrumentos disponibilizados aos alunos

• Média de 500 aulas anuais e previsão de crescimento de 100% até 2025

• Rede social engajada com mais de 10 mil seguidores no Instagram e excelente avaliação no Google

 

SERVIÇO

Percussão Circular: 10 anos de história

Datas: 31 de novembro e 1º de dezembro de 2024

Sábado, 20h (ingressos esgotados)

Domingo, 14h30 e 19h

Local: Grande Teatro Cemig do Palácio das Artes

Av. Afonso Pena, 1537, Centro, Belo Horizonte

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) à venda na bilheteria do teatro e pelo site Eventim

 

G20 no Brasil: A Liderança de Lula no Encontro Mundial no Rio de Janeiro

O Brasil sediará pela primeira vez a cúpula do G20, o principal fórum econômico do mundo, que reúne as maiores economias globais e países emergentes. O evento, marcado para acontecer no Rio de Janeiro, representa um momento histórico e estratégico para o país. Sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil assume um papel de destaque no cenário internacional, buscando promover a cooperação global e fortalecer sua posição como uma potência emergente.

Neste artigo, exploraremos as intenções do Brasil no comando do G20, os temas prioritários que devem ser discutidos na cúpula, e como a liderança de Lula pode moldar os resultados do encontro.

 

O G20 e Sua Importância no Cenário Global

 

O G20 (Grupo dos Vinte) é composto pelas 19 maiores economias do mundo, além da União Europeia, representando mais de 80% do PIB global, 75% do comércio internacional e 60% da população mundial. Criado para discutir e coordenar políticas econômicas, o fórum tem expandido sua agenda para abordar questões globais como mudanças climáticas, segurança alimentar e sustentabilidade.

Sediar o evento é uma grande oportunidade para o Brasil não apenas mostrar sua capacidade de organização, mas também liderar debates que influenciam diretamente o futuro da economia global e de questões sociais e ambientais.

O Brasil como Líder do G20

Sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil assume o comando do G20 em um momento de grandes desafios e transformações globais. Lula, reconhecido internacionalmente por sua habilidade diplomática e liderança em questões sociais e ambientais, tem a chance de posicionar o Brasil como um mediador de interesses entre países desenvolvidos e emergentes.

A liderança de Lula no G20 busca promover um diálogo mais equilibrado e inclusivo, com foco em temas como:

  1. Sustentabilidade e Mudanças Climáticas

- O Brasil, com a maior floresta tropical do mundo, desempenha um papel fundamental no combate às mudanças climáticas. Lula tem enfatizado a importância de preservar a Amazônia e espera usar o G20 como uma plataforma para exigir mais responsabilidade ambiental das grandes potências, além de atrair investimentos verdes para a região.

  1. Combate à Fome e à Desigualdade

- Uma das principais bandeiras de Lula é o combate à fome e à desigualdade. No G20, ele pretende pressionar as grandes economias a se comprometerem com políticas que garantam segurança alimentar para as populações mais vulneráveis, especialmente em países em desenvolvimento.

  1. Reformas no Sistema Financeiro Global

- O presidente brasileiro também pretende liderar discussões sobre a reforma de instituições financeiras globais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. Lula busca tornar essas instituições mais inclusivas e acessíveis aos países emergentes, reduzindo desigualdades no acesso a financiamento e oportunidades de crescimento.

  1. Tecnologia e Inovação

- O Brasil pretende destacar a importância da inclusão digital e do acesso à tecnologia como ferramentas para o desenvolvimento econômico. Durante o G20, Lula deverá propor iniciativas para reduzir a exclusão digital em países em desenvolvimento.

O Rio de Janeiro como Palco Internacional

O Rio de Janeiro, cidade anfitriã do G20, será o centro das atenções globais durante o evento. Conhecida por sua beleza natural e cultura vibrante, a cidade oferece uma oportunidade única para o Brasil demonstrar sua hospitalidade e potencial turístico.

Além disso, sediar a cúpula reforça o papel do Brasil como protagonista no cenário internacional e cria oportunidades econômicas, como geração de empregos e atração de investimentos para a infraestrutura local.

Para garantir o sucesso do evento, o governo brasileiro está investindo em segurança, logística e modernização de espaços, além de preparar uma agenda cultural paralela para destacar a diversidade e a riqueza cultural do país.

Desafios e Expectativas

Embora o G20 no Brasil represente uma oportunidade única, também traz desafios significativos. Entre eles estão:

- Conciliação de Interesses Divergentes: Reunir líderes com interesses econômicos e políticos muitas vezes conflitantes exigirá habilidade diplomática e negociação estratégica.

- Credibilidade Internacional: O Brasil precisará demonstrar que está comprometido com a governança global e com soluções para desafios globais, como a crise climática e a desigualdade social.

- Expectativas de Resultados Concretos: A cúpula do G20 é frequentemente criticada por sua falta de ações concretas. Sob a liderança de Lula, o Brasil será cobrado a entregar avanços palpáveis em questões prioritárias.

O Papel de Lula na Diplomacia Global

Lula chega ao G20 como um líder experiente, com uma reputação consolidada de negociador hábil e defensor das causas sociais. Sua presença reforça o papel do Brasil como um interlocutor entre os países do Norte Global (desenvolvidos) e do Sul Global (emergentes).

Ao assumir a presidência do G20, Lula pretende fortalecer alianças estratégicas com potências como China, Índia e Rússia, ao mesmo tempo em que mantém um diálogo construtivo com os Estados Unidos e a União Europeia. Essa abordagem equilibrada pode ser essencial para alcançar consensos em temas complexos e construir um legado positivo para o Brasil na governança global.

O G20 no Rio de Janeiro é mais do que uma reunião de líderes globais; é uma oportunidade para o Brasil reafirmar sua posição como uma potência emergente e influenciar decisões que moldarão o futuro do planeta. Sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, o país tem a chance de destacar questões fundamentais como sustentabilidade, inclusão social e reforma do sistema financeiro global.

Ao sediar este evento, o Brasil não apenas projeta sua influência no cenário internacional, mas também fortalece sua imagem como um país comprometido com o diálogo, a cooperação e o desenvolvimento sustentável. O mundo estará de olho no Rio de Janeiro, e as expectativas são altas para o que o Brasil e Lula podem alcançar nessa importante cúpula global.

G20 pelo impacto: Brasil avança na liderança por uma economia do bem-estar e sustentável

Com o apoio de uma coalizão global, o Brasil se une a esforços para direcionar crescimento econômico e regeneração ambiental, destacando a importância de um novo índice de bem-estar e modelos de desenvolvimento mais inclusivos na cúpula do G20 de 2024

A economia global está em um momento decisivo, onde o crescimento econômico sustentável e o bem-estar social passam a integrar as prioridades de governos e instituições ao redor do mundo. Seguindo essa direção, o Brasil discutiu, no fim de outubro, sua possível participação na Wellbeing Economy Governments (WEGo), uma iniciativa internacional que reúne países como Canadá, Finlândia, Islândia, Nova Zelândia, Escócia e País de Gales para promover uma "economia do bem-estar". " A abordagem busca alinhar desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental e inclusão social, redefinindo o sucesso econômico em termos de florestas compartilhadas.

Durante a reunião da Comissão de Assuntos Econômicos do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), conhecido como “Conselhão”, o Brasil debateu a possibilidade de adotar o Índice de Bem-Estar Interno Bruto. Esse indicador seria um passo importante para alinhar políticas públicas com metas de desenvolvimento humano e ambiental, refletindo uma abordagem mais holística. “Somos o que medimos, e o Bem-Estar Interno Bruto é fundamental para harmonizar o crescimento econômico com a preservação do planeta”, comentou Marcel Fukayama, coordenador da Comissão e da coalizão G20 pelo Impacto.

O foco exclusivo no lucro está sendo substituído por um modelo que prioriza a prosperidade, o bem-estar social e a sustentabilidade ambiental.  Fukayama reforça que uma “nova economia” deve ver o lucro como um meio para alcançar as prosperidades compartilhadas e a regeneração ambiental. O G20 pelo Impacto, uma coalizão de 50 organizações nacionais e internacionais, está engajado em pressionar a discussão sobre um modelo econômico inclusivo e regenerativo na cúpula do G20, que acontece em novembro no Rio de Janeiro. “O G20 pelo Impacto é uma força pragmática, oferecendo recomendações robustas para que as decisões dos líderes globais garantam uma transição econômica justa e sustentável”, explica Fukayama. Entre as propostas da coalizão estão a criação de um Fundo Catalítico Blended Rotativo Global, focado em financiar projetos de descarbonização e soluções naturais, além de compensar os indicadores de sucesso econômico para melhor refletir qualidade de vida e sustentabilidade.

No Brasil, esse movimento ganha força através de políticas públicas inovadoras, como a ENIMPACTO, a política de Neoindustrialização e o Pacto pela Transformação Ecológica, que reafirmam o compromisso do país com um desenvolvimento mais inclusivo e regenerativo. Essas iniciativas demonstram que é possível promover o crescimento econômico sem sacrificar o meio ambiente ou agravar desigualdades sociais, colocando o Brasil em destaque no cenário global.

Marcel destaca que estamos vivendo uma transição para uma economia que não vê mais o lucro como o fim em si, mas como um meio para alcançar objetivos maiores, como a prosperidade compartilhada e a regeneração ambiental. "A nova economia harmoniza o sucesso financeiro com a dignidade humana e a saúde planetária", afirma Fukayama. Para ele, essa transformação é tanto urgente quanto inevitável, pois os modelos econômicos atuais já não conseguem responder de forma eficaz às crises globais.

Essa transição para uma nova economia sustentável não se limita ao Brasil. Com uma dimensão global, a iniciativa G20 pelo Impacto, uma coalizão de 50 organizações, trabalha para influenciar também as discussões na edição 2025 do G20, que acontecerá na África do Sul A coalizão, liderada por Fukayama, busca alinhar os compromissos globais com um modelo econômico inclusivo e regenerativo. 

 

“O G20 pelo Impacto se destaca por ser uma força coordenada e pragmática, oferecendo recomendações robustas para que as decisões dos líderes globais garantam uma transição econômica justa e sustentável”, explica Fukayama. Entre as propostas estratégicas já apresentadas, estão o desbloqueio de capital privado, a mudança nos modelos e índices econômicos, e a criação de um ambiente regulatório favorável à economia de impacto.

 

O documento robusto elaborado pelo G20 pelo Impacto com recomendações para os grupos de trabalho e para a cúpula dos líderes do G20 reúne propostas pensadas por dezenas de especialistas das organizações que compõem a coalizão. Recentemente, eles entregaram uma carta de recomendações ao sherpa da presidência do G20 no Brasil, o embaixador Mauricio Lyrio. Com olho em uma discussão mais perene, a coalizão também entregou uma carta para a presidência do G20 na África do Sul, que ocorrerá em 2025. 

Repensando os índices econômicos tradicionais

A nova economia representa uma mudança profunda nos métodos de avaliação do sucesso econômico. O Produto Interno Bruto (PIB), há décadas utilizado como principal indicador de crescimento, já não reflete adequadamente fatores como desigualdade social, degradação ambiental e qualidade de vida. Alternativas mais holísticas, que mensuram felicidade, bem-estar e sustentabilidade, são cruciais para a construção de uma economia que ofereça condições dignas para todos em um planeta saudável. O Pacto pela Transformação Ecológica, é um outro exemplo que envolve o setor público e privado em iniciativas para uma transição justa para uma economia de baixo carbono. “O Pacto é um avanço necessário para garantir que o crescimento econômico ocorra dentro dos limites ecológicos do planeta, sem deixar para trás as comunidades mais vulneráveis”, reforça Fukayama.

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SOBRE O G20 PELO IMPACTO

G20 pelo Impacto é uma coalizão global de 50 organizações nacionais e internacionais que alcançam coletivamente mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. O objetivo da iniciativa é encorajar os países do G20 a alavancar a nova economia inclusiva, equitativa e regenerativa. A coalizão está articulando de forma coordenada, estruturada e pragmática, recomendações robustas que incidam na cúpula do G20 do Rio de Janeiro, em novembro de 2024. As recomendações buscam apontar para o enfrentamento da ‘policrise’ gerada pela desigualdade socioeconômica e pela crise climática por meio da transição para um novo modelo econômico.

Turismo internacional bate recordes no Brasil e rede de idiomas investe em metodologia exclusiva para estimular fluência em inglês  

O país se consolida como um dos principais destinos para turistas estrangeiros, com mais de R$ 30 bilhões injetados na economia nos primeiros nove meses de 2024, segundo dados do Ministério do Turismo. Nesse contexto, especialistas da KNN Idiomas, uma das maiores escolas de inglês do país, destacam a importância do domínio do inglês para facilitar a comunicação com visitantes internacionais. Dessa forma, investe em metodologia que estimula o aprendizado constante de forma natural e divertida, especialmente aos iniciantes.

Itajaí, SC, novembro, 2024  - Segundo dados do Ministério do Turismo, nos primeiros nove meses deste ano, o turismo internacional injetou 30 bilhões de reais na economia brasileira. Somente em setembro, os gastos de turistas estrangeiros ultrapassaram R$3 bilhões, conforme informações do Banco do Brasil. Apesar do recorde de fluxo de visitantes e do aumento de investimentos internacionais, o país ainda enfrenta desafios em relação à comunicação com o público estrangeiro. Especialistas da KNN Idiomas ressaltam que a fluência em inglês é essencial para facilitar a interação com turistas, promover o desenvolvimento contínuo dos negócios, impulsionar a economia e criar novas oportunidades profissionais.

"O Brasil se destaca como um importante destino turístico e abre oportunidades econômicas e profissionais, mas enfrenta desafios relacionados à fluência em idiomas, especialmente o inglês. Sabemos que é uma habilidade  essencial para facilitar a interação entre brasileiros e visitantes internacionais, que impulsiona negócios e permite que aproveitem as oportunidades geradas pelo aumento do fluxo de pessoas.  Da mesma forma, entendemos que o fator motivacional também é importante para que as pessoas incluam o idioma inglês em suas vidas e que frequentem cursos. Por isso, nosso foco é uma metodologia diferenciada que favorece o aprendizado dos nativos e falantes  da língua  portuguesa, com técnicas que estimulam a conversação de forma natural sem a pressão excessiva na hora de ensinar regras e técnicas gramaticais, especialmente no início do processo”, explica o CEO da KNN Idiomas Reginaldo Boeira.  

"Entendemos que, para oferecer cursos de fato eficazes para o aprendizado constante, é preciso entender o comportamento do público e trabalhar para que eles possam 'sair da zona de conforto' de forma agradável e enriquecedora", complementa Reginaldo Boeira.

Com o Brasil como um destino cada vez mais atrativo para turistas e imigrantes, os profissionais precisam estar preparados para se comunicar, atender e negociar com o público internacional.  O idioma inglês é o destaque já que é a língua mais falada no mundo, segundo a Ethnologue, publicação que cataloga as línguas vivas globais. "Aprender inglês é essencial para um mercado cada vez mais promissor, pois permite que os profissionais se posicionem em um contexto global e contribui para o desenvolvimento econômico e aumento do fluxo de estrangeiros no país", conclui Boeira.

Sobre a KNN Idiomas

Fundada em 2012, a KNN Idiomas já atendeu mais de 500 mil alunos no Brasil e está presente em todos os estados brasileiros. É uma das 50 maiores franquias do Brasil, segundo ranking da Associação Brasileira de Franchising (ABF) e é referência no ensino de inglês no país, além de ofertar outros quatro idiomas: espanhol, francês, alemão e italiano. É conhecida por seu método próprio de ensino, desenvolvido especialmente para quem fala português.

Mais informações: www.knnidiomas.com.br